quinta-feira, 29 de junho de 2017

O QUE É A ENDOMETRIOSE, DOENÇA QUE ATINGE TANTAS MULHERES?

APRESENTAÇÃO

Tenho feito algumas postagens abordando as questões relativas às doenças que atingem os homens e a dificuldade que eles tem em admitir que estejam doentes e a necessidade de consultar um médico.
Desta feita achei por bem transcrever um trabalho muito interessante e que diz respeito a um problema que atingem muitas mulheres e que precisam ser detectados e tratados de forma conveniente.

Estou falando da Endometriose. Mas o que é isso? Quais as suas manifestações e prejuízos no organismo da mulher?
Leia o artigo sucinto que selecionei na internet, com exposição pelo conhecido médico Dr. Dráuzio Varella. Vamos a ele:
O endométrio é uma mucosa que reveste a parede interna do útero, sensível às alterações do ciclo menstrual, e onde o óvulo depois de fertilizado se implanta. Se não houve fecundação, boa parte do endométrio é eliminada durante a menstruação. O que sobra volta a crescer e o processo todo se repete a cada ciclo.
Endometriose é uma afecção inflamatória provocada por células do endométrio que, em vez de serem expelidas, migram no sentido oposto e caem nos ovários ou na cavidade abdominal, onde voltam a multiplicar-se e a sangrar.
Endometriose profunda é a forma mais grave da doença. As causas ainda não estão bem estabelecidas. Uma das hipóteses é que parte do sangue reflua através das trompas durante a menstruação e se deposite em outros órgãos. Outra hipótese é que a causa seja genética e esteja relacionada com possíveis deficiências do sistema imunológico.
Sintomas
A endometriose pode ser assintomática. Quando os sintomas aparecem, merecem destaque:
* Dismenorreia – cólica menstrual que, com a evolução da doença, aumenta de intensidade e pode incapacitar as mulheres de exercerem suas atividades habituais;
* Dispareunia – dor durante as relações sexuais;
* Dor e sangramento intestinais e urinários durante a menstruação;
* Infertilidade.
Diagnóstico
Diante da suspeita de endometriose, o exame ginecológico clínico é o primeiro passo para o diagnóstico, que pode ser confirmado pelos seguintes exames laboratoriais e de imagem: visualização das lesões por laparoscopia, ultra-som endovaginal, ressonância magnética e um exame de sangue chamado marcador tumoral CA-125, que se altera nos casos mais avançados da doença. O diagnóstico de certeza, porém, depende da realização da biópsia.
Tratamento
A endometriose é uma doença crônica que regride espontaneamente com a menopausa, em razão da queda na produção dos hormônios femininos.
Mulheres mais jovens podem valer-se de medicamentos que suspendem a menstruação: a pílula anticoncepcional tomada sem intervalos e os análogos do GnRH. O inconveniente é que estes últimos podem provocar efeitos colaterais adversos.
Lesões maiores de endometriose, em geral, devem ser retiradas cirurgicamente. Quando a mulher já teve os filhos que desejava, a remoção dos ovários e do útero pode ser uma alternativa de tratamento.
Recomendações
* Não imagine que a cólica menstrual é um sintoma natural na vida da mulher. Procure o ginecologista e descreva o que sente para ele orientar o tratamento;
* Faça os exames necessários para o diagnóstico da endometriose, uma doença crônica que acomete mulheres na fase reprodutiva e interfere na qualidade de vida;
* Inicie o tratamento adequado ao seu caso tão logo tenha sido feito o diagnóstico da doença;
* Saiba que a endometriose está entre as causas possíveis da dificuldade para engravidar, mas a fertilidade pode ser restabelecida com tratamento adequado.


SOBRE O AUTOR DO ARTIGO

Dr. Drauzio Varella

O Dr. Antônio Drauzio Varella, é um médico oncologista, cientista e escritor brasileiro, formado pela Universidade de São Paulo, na qual foi aprovado em 2° lugar, é conhecido por popularizar a medicina em seu país, através de programas de rádio e TV Vikipédia.

CONCLUSÃO

         Este trabalho pode ser melhorado através de críticas construtivas e sugestões. É assim que tenho feito com todas as postagens publicadas em meu blog.

        Portanto, se você tiver qualquer contribuição a fazer, poderá entrar em contato comigo através do e-mail indicado no final desta publicação.


SOBRE O EDITOR


Wilson do Carmo Ribeiro é industriário aposentado, professor e historiador diletante. 
É presbítero emérito da Igreja Presbiteriana do Brasil.
E-mail: prebwilson@hotmail.com

quarta-feira, 28 de junho de 2017

ANJOS DA GUARDA - ELES EXISTEM?

APRESENTAÇÃO

Muito se fala em anjo da guarda, dando a entender que cada pessoa tem para si um desses seres angelicais a fim dar-lhe a proteção que necessita.

Muito se fala também na atuação dos anjos na Bíblia, atuando nas mais diversas situações.
Aí então pensei em pesquisar, e,  entre vários textos na internet  encontrei este que desejo compartilhar com vocês.
Deus vos abençoe na leitura.


Anjo da guarda existe? É bíblico?


A Escritura menciona claramente que Deus envia os seus anjos para a nossa proteção:“Porque a seus anjos ele dará ordens a seu respeito, para que o protejam em todos os seus caminhos; com as mãos eles o segurarão, para que você não tropece em alguma pedra” (Sl 91.11,12).

Mas algumas pessoas vão além dessa ideia de proteção geral e pensam que Deus dá um “anjo da guarda”específico para cada indivíduo no mundo, ou ao menos para cada cristão.

As palavras de Jesus a respeito dos pequeninos têm servido de apoio para essa ideia: “Pois eu lhes digo que os anjos deles nos céus estão sempre vendo a face de meu Pai celeste” (Mt 18.10). Contudo, nosso Senhor pode estar dizendo que os anjos designados para a tarefa de proteger as criancinhas têm pronto acesso à presença de Deus. (Para usar uma analogia esportiva, os anjos podem valer-se da marcação “por zona” em vez da marcação “homem a homem”.)

Quando os discípulos em Atos 12.15 dizem que o “anjo” de Pedro devia estar batendo à porta, isso não implica necessariamente na crença do anjo da guarda individual. Poderia ser que um anjo estivesse guardando ou tomando conta de Pedro naquela situação específica.

Parece não haver, entretanto, qualquer apoio convincente para a ideia de “anjos da guarda” individuais no texto da Escritura. Mas cremos que os anjos em geral têm a tarefa de proteger o povo de Deus.


Não adore anjos, não ore a eles nem os procure.

A ”adoração de anjos” (Cl 2.18) era uma das doutrinas falsas ensinadas em Colossos. Além disso, no livro de Apocalipse um anjo adverte João para que ele não o adore: “Não faça isso! Sou servo como você e como os seus irmãos que se mantêm fiéis ao testemunho de Jesus. Adore a Deus!” (Ap 19.10).

Nem devemos orar aos anjos. Devemos orar a Deus somente, o único que é onipotente e, assim, capaz de responder à oração e o único que é onisciente e, portanto, capaz de ouvir as orações de todo o seu povo de uma só vez.

Paulo nos adverte contra o pensamento de que outro “mediador” possa estar entre nós e Deus: “Pois há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens: o homem Cristo Jesus” (1Tm 2.5).

Se oramos aos anjos, estamos implicitamente atribuindo-lhes posição igual à de Deus, o que não devemos fazer. Não há exemplo na Escritura de alguém orando a um anjo específico ou pedindo ajuda a anjos.

Além disso, a Escritura não nos autoriza a buscar aparições de anjos. Eles se manifestam a nós de forma que não os vemos. Buscar tais aparições parece indicar curiosidade doentia ou o desejo por uma espécie de evento espetacular em vez do amor a Deus e a devoção a ele e à sua obra.

Embora os anjos tenham realmente aparecido em várias ocasiões na Escritura, com toda a certeza as pessoas a quem eles apareceram nunca procuraram essas aparições. Nosso papel é antes conversar com o Senhor, que é o próprio comandante das forças angelicais.

Contudo, não parece errado pedir a Deus para cumprir a sua promessa em Salmos 91.11 de enviar anjos para proteger-nos em tempos de necessidade.

Autoria: Wayne Grudem



SOBRE O AUTOR DO TEXTO

Wayne A. Grudem

Wayne A. Grudem é um teólogo protestante e autor. Ph.D. pela Universidade de Cambridge É titular do Departamento de Teologia Bíblica e Sistemática na Trinity Evangelical Divinity School, nos Estados
Nascimento: 11 de fevereiro de 1948 (69 anos), Chippewa Falls, Wisconsin, EUA



CONCLUSÃO

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terça-feira, 27 de junho de 2017

CONHECENDO O MINISTRO EDSON FACHIN

APRESENTAÇÃO

Após a morte de forma trágica do Ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki, coube através de sorteio ao Ministro Luiz Edson Fachin assumir as funções de relator da operação Lava Jato na mais alta corte do país.
Sem dúvida, trata-se de incumbência das mais relevantes e que demanda muita responsabilidade da parte do excelentíssimo senhor ministro, e ele vem dando conta do recado com muita desenvoltura.
Nesta breve postagem, gostaria de apresentar aos leitores um resumo biográfico dessa eminente autoridade de nosso país. Vamos a ela:
“Luiz Edson Fachin é ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Foi sorteado para ser o relator das investigações da Operação Lava Jato no Supremo. 
Fachin nasceu em Rondinha, no interior do Rio Grande do Sul, em 8 de fevereiro de 1958, filho único de uma professora e de um agricultor. Formou-se em Direito pela Universidade do Paraná em 1980 e, no mesmo ano, abriu seu escritório de advocacia, a Fachin Advogados Associados, onde se especializou em casos de conflitos empresariais, sucessórios, ambientais, agrários e imobiliários.

Entre 1982 e 1987, foi procurador jurídico do Instituto de Terras, Cartografia e Florestas do estado do Paraná e em 1985 foi procurador-geral do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Também exerceu o cargo de procurador do estado do Paraná, de 1990 até 2006.

Fachin também fez parte da comissão do Ministério da Justiça que discutiu a reforma do Judiciário  e foi colaborador, no Senado Federal, do grupo que elaborou o novo Código Civil Brasileiro. Ele conquistou notoriedade no meio jurídico por suas teses envolvendo direitos civis e de família, suas especialidades.”



ILUSTRAÇÕES FOTOGRÁFICAS


Rondinha RS(cidade natal) 


Universidade Federal do Paraná 
 (onde fez o curso de Direito)


Ministro Teori Zavascki
(O antecessor)


Supremo Tribunal Federal
Fonte: Internet.


CONCLUSÃO

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SOBRE O AUTOR DA POSTAGEM


Wilson do Carmo Ribeiro é industriário aposentado, professor e historiador diletante. 
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E-mail: prebwilson@hotmail.com









domingo, 25 de junho de 2017

O QUE SIGNIFICA TER SIDO CRIADO À IMAGEM E SEMELHANÇA DE DEUS?

APRESENTAÇÃO

Propus-me a postar matéria no blog sobre esse assunto, o qual, convenhamos, não é muito fácil de ser entendido.
Fiz uma pesquisa na internet e selecionei matéria que achei concisa e suficientemente esclarecedora para que os leitores possam assimilar seu conteúdo.
Para esta apresentação, selecionei de outro trabalho um pequeno trecho. 

Ser criado à imagem e semelhança de Deus significa que somos parecidos com Deus. Cada pessoa reflete um pouco as caraterísticas de Deus. Os salvos também se tornam semelhantes a Cristo.
“Imagem” e “semelhança” significam a mesma coisa: parecença. Nós fomos criados parecidos com Deus (Gênesis 1:26-27). Isso não significa que Deus tem um corpo como o nosso. Deus é espírito. Nossos corpos mostram nossa parecença com as outras criaturas de Deus”.

https://www.respostas.com.br/o-que-significa-ser-criado-a-imagem-e-semelhanca-de-deus/

Vamos ao tema:


O QUE SIGNIFICA TER SIDO CRIADO À IMAGEM E SEMELHANÇA DE DEUS?

Pergunta: "O que significa dizer que o homem é feito à imagem e semelhança de Deus (Gênesis 1:26-27)?"

Resposta: 
No último dia da criação, disse Deus: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança” (Gênesis 1:26). Então, Ele terminou Seu trabalho com um “toque pessoal”. Deus formou o homem do pó e deu a ele vida, compartilhando de Seu próprio fôlego (Gênesis 2:7). Desta forma, o homem é único dentre toda a criação de Deus, tendo tanto uma parte material (corpo) como uma imaterial (alma/espírito).

Em termos bem simples, ter a “imagem” e “semelhança” de Deus significa que fomos feitos para nos parecermos com Deus. Adão não se pareceu com Deus no sentido de que Deus tivesse carne e sangue. As Escrituras dizem que “Deus é espírito” (João 4:24) e portanto existe sem um corpo. Entretanto, o corpo de Adão espelhou a vida de Deus, ao ponto de ter sido criado em perfeita saúde e não ser sujeito à morte.

A imagem de Deus se refere à parte imaterial do homem. Ela separa o homem do mundo animal, e o encaixa na “dominação” que Deus pretendeu (Gênesis 1:28), e o capacita a ter comunhão com seu Criador. É uma semelhança mental, moral e social.

Mentalmente, o homem foi criado como um agente racional e com poder de escolha: em outras palavras, o homem pode raciocinar e fazer escolhas. Isto é um reflexo do intelecto e liberdade de Deus. Todas as vezes que alguém inventa uma máquina, escreve um livro, pinta uma paisagem, se delicia com uma sinfonia, faz uma conta ou dá nome a um bichinho de estimação, esta pessoa está proclamando o fato de que somos feitos à imagem de Deus.

Moralmente, o homem foi criado em justiça e perfeita inocência, um reflexo da santidade de Deus. Deus viu tudo que tinha feito (incluindo a humanidade), e disse que tudo era “muito bom” (Gênesis 1:31). Nossa consciência, ou “bússola moral” é um vestígio daquele estado original. Todas as vezes que alguém escreve uma lei, volta atrás em relação ao mal, louva o bom comportamento ou se sente culpado, esse alguém está confirmando o fato de que somos feitos à própria imagem de Deus.

Socialmente, o homem foi criado para a comunhão. Isto reflete a natureza triúna de Deus e Seu amor. No Éden, o primeiro relacionamento do homem foi com Deus (Gênesis 3:8 indica comunhão com Deus), e Deus fez a primeira mulher porque “não é bom que o homem esteja só” (Gênesis 2:18). Todas as vezes que alguém escolhe uma esposa e se casa, faz um amigo, abraça uma criança ou vai à igreja, esta pessoa está demonstrando o fato de que somos feitos à semelhança de Deus.

Parte de sermos feitos à imagem de Deus significa que Adão tinha a capacidade de tomar decisões livres. Apesar de ter sido dada a ele uma natureza reta, Adão fez uma má escolha em se rebelar contra seu Criador. Fazendo isto, Adão manchou a imagem de Deus dentro de si, e passou adiante esta semelhança danificada a todos os seus filhos, incluindo a nós (Romanos 5:12). Hoje, ainda trazemos conosco a imagem de Deus (Tiago 3:9), mas também trazemos as cicatrizes do pecado. Mentalmente, moralmente, socialmente e fisicamente, mostramos os efeitos.

As boas novas são que, quando Deus redime uma pessoa, Ele começa a restaurar a imagem original de Deus, criando “o novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade” (Efésios 4:24; veja também Colossenses 3:10




CONCLUSÃO

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sexta-feira, 23 de junho de 2017

AGONIA E VERGONHA NA MORTE PELA CRUZ

APRESENTAÇÃO

Embora vejamos ou assistamos todos os anos por ocasião da Páscoa as encenações populares e nos filmes a cenas relativas a crucificação de Nosso Senhor Jesus Cristo, talvez não tenhamos uma exata compreensão do que realmente ocorria com os condenados a esse tipo de execução, a qual foi aplicada ao nosso divino Mestre.
Resolvi assim escolher uma exposição que fosse sucinta e ao mesmo tempo esclarecedora para compartilhar com os amigos e amigas no meu blog.
Optei por essa que ora transcrevo. Deus te abençoe.
Uma das mais terríveis formas de punição na Roma antiga, a crucificação combinava vergonha, tortura, agonia e morte. Era a mais humilhante das formas de execução.
Despojado de suas vestes, o condenado era açoitado impiedosamente pelos carrascos com um azorrague, espécie de chicote com cerca de oito tiras de couro cujas pontas eram reforçadas com objetos perfuro cortantes como pregos e pedaços de ossos, para aumentar o sofrimento da vitima.
Muitos não resistiam ao acoitamento e morriam antes da crucificação. Os que sobreviviam ao flagelo eram, muitas vezes, obrigados a carregar a sua cruz pelas ruas da cidade até o local da execução. Seminus, com a pele e a carne dilaceradas pelo castigo, eram expostos ao escárnio popular.
Pessoas cuspiam, atiravam coisas e insultavam os condenados. O peso da cruz era insuportável para eles, já fragilizados e extenuados pela longa sessão de tortura. Durante o percurso, as quedas eram freqüentes e as vítimas obrigadas a retomar a caminhada com a cruz sobre os ombros. Hoje, acredita-se que os condenados carregavam apenas a viga horizontal da cruz, a outra parte era fincada antes, no local da execução.
Finalmente, os braços do condenado eram atados à trave e seu corpo içado. Normalmente, os punhos eram atados à viga por cordas, mas em alguns casos, como o de Jesus, eram usados, além das amarras, cravos de ferro, que perfuravam a carne, destruindo nervos e ossos, multiplicando o sofrimento.
O cirurgião francês Pierre Barbet, do hospital Saint Joseph, de Paris, descreve a agonia da crucificação no livro A Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo. Segundo o cirurgião, com a carne e a pele dilaceradas pelas chibatadas com o azorrague, Jesus recebeu na cabeça espécie de coroa ou capacete feita com galhos entrelaçados de uma planta com espinhos, que perfuraram seu couro cabeludo, provocando fortes dores e sangramento abundante.
Em seguida, foi vestido com uma túnica. O tecido, em contato com as feridas abertas, gruda na carne. O braço horizontal da cruz é posto sobre seus ombros e ele é exposto à multidão feroz. Já sem forças, Jesus é rebocado com cordas pelos soldados, num percurso de cerca de 600 metros. Seus passos são arrastados, o peso da trave e a fadiga causam várias quedas, ferindo seus joelhos. Os soldados o agridem, o açoitam e o forçam a prosseguir.
Chegando ao Gólgota, os carrascos lhe arrancam violentamente a túnica – a carne grudada no tecido é dilacerada, gerando violentas dores.
Deitado de costas sobre a trave da cruz, Jesus tem os pulsos transpassados por longos cravos que se fixam na madeira e depois são rebatidos.
Outros especialistas defendem a hipótese de que, além dos cravos, os algozes tenham usado cordas para prender seus braços a cruz. Então foi içado rapidamente para o alto da estaca.
O nervo mediano lesionado pelos cravos se estica como uma corda de violino quando o corpo é suspenso. A cada solavanco, o nervo exposto em contato com o cravo provoca dores atrozes. As pontas dos espinhos rasgam o couro cabeludo e o crânio, cada vez que Jesus mexe a cabeça. Em seguida, seus pés são pregados a uma espécie de apoio fixado na estaca, para prolongar sua agonia.
A posição da cruz provoca o enrijecimento da musculatura dos braços, numa contração progressiva que se espalha pelos músculos do tórax, pescoço e abdômen. O processo, chamado de tetania, vai aos poucos tornando a respiração cada vez mais penosa até provocar a parada respiratória . O ar entra nos pulmões e não sai e, com isso, a vitima não consegue puxar o ar – lentamente vem a morte por asfixia.
Nos momentos finais de sua agonia, Jesus, num esforço sobre- humano, se apoiava nos pregos cravados em seus pés e erguia o corpo, aliviando a tração dos braços, para poder respirar e falar. Pede ao pai que perdoe seus algozes, e desabafa: “Eli, Eli, lama azavtani”(Pai, Pai, porque me abandonastes?).
Num último e derradeiro esforço, grita: “Pai em tuas mãos entrego meu espírito! Tudo está consumado!”. E morre, cumprindo com seu sacrifício a lei ditada por Moisés. O Cordeiro de Deus livra, com seu sangue derramado os pecados do mundo.
Fonte: http://www.tribunabm.com.br/vergonha-e-agonia-na-morte-pela-cruz/ (com algumas adequações de formatação).


CONCLUSÃO

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quinta-feira, 22 de junho de 2017

POR QUE OS HOMENS NÃO GOSTAM DE IR AO MÉDICO?

APRESENTAÇÃO

- “Nunca tive problema com a próstata – disse-me um amigo alguns anos mais velho que eu. Ele está beirando os 80 anos e eu estou próximo dos 76.
- Mas o senhor tem feito exames para saber se não tem mesmo nenhum problema?
- Não. Nunca senti nada, por isso nunca procurei o médico para tratar disso.
Em seguida, sabendo que já fiz procedimento há aproximadamente dez anos e terei de fazer novamente por causa de um problema chamado hiperplasia benigna prostática que nada mais é que o crescimento da próstata impedindo a liberação do liquido urinário, ele quis saber detalhes sobre como as coisas acontecem.
Posso dizer que duas coisas assustam muito os homens quando se trata exames de prevenção: o primeiro é o medo (isso mesmo, medo) de se tornar menos másculo por submeter-se a um exame de toque na próstata. O segundo é o pavor de fazer uma cirurgia prostática e ficar impotente.
No geral, o homem (salvo exceções)  tem muito mais dificuldade de fazer tratamentos de prevenção da saúde do que a mulher.
Mas deixemos que um artigo que selecionei na internet fale mais por si mesmo:

Por que os homens não gostam de ir ao médico? Exames de prevenção podem salvar a vida deles.

Não é só papo furado como muitos dizem, mas as mulheres (no geral, claro) realmente são muito mais atentas e comprometidas com a saúde. E não falo isso porque sou mulher não, viu! São os médicos e as pesquisas. Levantamento realizado da SBU (Sociedade Brasileira de Urologia) mostrou que 51% dos homens com mais de 45 anos nunca tinha ido ao médico recentemente, justamente na idade em que as doenças começam a aparecer.  Algumas das razões para isso foi, além da falta de tempo, dizerem que são saudáveis e não precisam ou medo de descobrirem doenças e ter que se tratar.
O curioso é que, historicamente, os homens têm mais problemas que as mulheres. Obesidade, hipertensão, diabetes, problemas cardiovasculares são mais comuns em homens — apesar de o público feminino estar se equiparando nos números devido a passam por mudanças de hábitos de vida, conforme me explicou o urologista e diretor de comunicação da SBU, Carlos Sacomani.
— Realmente, o homem procura bem menos os médicos. As mulheres começam a procurar desde a adolescência, com o ginecologista. O homem não tem muito isso. Do ponto de vista antropológico, o homem procurar o médico é sinal de fraqueza. Ele é criado (até hoje) com aquela coisa de ser infalível, ser uma pessoa poderosa. E, então, para que médico? Apesar que isso vêm mudando, graças até as campanhas.
São as mulheres que levam os homens!
Além de se preocuparem com a própria saúde, são as mulheres quem levam os homens ao médico, sabiam disso? Estudo recente do Centro de Referência em Saúde do Homem de São Paulo mostrou que 70% das pessoas do sexo masculino que procuram um consultório médico tiveram a influência da mulher ou de filhos, apesar de as campanhas ajudarem a conscientização dos homens.
— Por experiência pessoal, a mulher é ponto importante para estimular o homem ir ao médico. É ela que pergunta se ele foi, como estão os exames, como faz para se cuidar. Mesmo que ele tenha vindo sozinho, ele fala porque a filha ou a mulher questionaram por que ele não estava indo ao médico.
Quais as doenças mais comuns?
A partir dos 50 anos, o câncer de próstata passa ser a doença mais prevalente, só perde para o câncer de pele. Se o homem tiver irmão ou tio ou primo com câncer de próstata, o recomendável procurar o médico até antes, aos 45 anos.
Além do câncer, a partir dessa idade, o homem também pode sofre com o aumento benigno da próstata, que provoca dificuldade para unir, acordar muito para ir ao banheiro. Outros problemas que deve ficar atento ao “envelhecimento masculino”, popularmente conhecido como andropausa.
— Diferente da mulher, os problemas hormonais do homem não têm uma repercussão clínica evidente. Começa a ter disfunção erétil, sente mais cansado, não tem mais vigor físico, tem mais sono.
Além disso, o homem tem pressão alta, diabetes e obesidade. "Hoje, cada vez mais, nos preocupamos, pois, estudos mostram que obesidade está relacionado a câncer de próstata; colesterol alto e obesidade também podem aumentar risco de disfunção erétil”, explica Sacomani.
— Todas doenças comuns influem tanto em câncer como a função sexual. É comum os homens a partir dos 70 anos ter distúrbios urinários, em razão do envelhecimento da bexiga. São coisas que vão acontecendo e a grande maioria têm tratamento.
Então, a recomendação é pacientes acima dos 45 anos devem procurar o especialista para ser aconselhado sobre qual exame deve realizar e as vantagens e desvantagens de cada um.
— O que não dá para acontecer é hipertenso ter um AVC porque ficou hipertenso e não sabia que era hipertenso. Ter infarto porque é obeso com colesterol aumentado, diabético descontrolado. Tudo isso é reversível, não tem sentido deixar tudo isso de lado se pode ser tratado.
Então, incentive seu pai, amigo, irmão, marido, namorado a irem ao médico, pois você pode salvar a vida dele.


CONCLUSÃO

         Este trabalho pode ser melhorado através de críticas construtivas e sugestões. É assim que tenho feito com todas as postagens publicadas em meu blog.

        Portanto, se você tiver qualquer contribuição a fazer, poderá entrar em contato comigo através do e-mail indicado no final desta publicação.


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Wilson do Carmo Ribeiro é industriário aposentado, professor e historiador diletante. 
É presbítero emérito da Igreja Presbiteriana do Brasil.
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Veja outro trabalho nosso na área da saúde do homem clicando aqui: