segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Fotos do Rev. Mauro Ribeiro de Freitas


Templo da Igreja Presbiteriana de Mairinque.
O Rev. Mauro estava pastoreando esta igreja
e conheceu uma das moças que tinha sido convertida
a Jesus, a Érica. Aí eles namoraram e se casaram em 1989,
sendo que o templo ainda não estava inaugurado.
Esta foi a primeira igreja que ele pastoreou.


Casamento de Mauro e Érica em 1989.


Foto do Rev. Mauro na Galeria de Pastores
da Igreja Presbiteriana de Mairinque, com
a indicação do período do ministério abaixo da foto


O Rev. Mauro e os presbíteros que formaram o primeiro
 Conselho da Igreja Presbiteriana de Mairinque: Wilson
do Carmo Ribeiro, Zilton Machado Neves, Jovelino de
Oliveira Tomaz e Aroldo de Souza. (Estavam no terreno
onde seria construída a casa pastoral)


Com parte da Mocidade da IP de Mairinque.


Sendo homenageado no Dia do Pastor
Presbiteriano na IP de Mairinque.






sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

DEZ RAZÕES PORQUE O ABORTO É UM ERRO

APRESENTAÇÃO

Meus saudosos pais Durvalino e dona Benedita tiveram cinco filhos homens, sendo eu o mais velho. Eram pessoas com pouca instrução formal,moravam na roça e eram tementes a Deus, militando no catolicismo romano.
Criaram-nos com dificuldades financeiras, não maiores que a as demais famílias do relacionamento deles nos idos de 1940 e 1950 lá no interior paulista.
Deram-nos instrução primária e infundiram em cada um de nós o temor a Deus e o respeito à vida do ser humano. Posteriormente, cada um  seguiu seu caminho, escolhendo suas profissões, preparando-se para o exercício delas e constituindo suas famílias.
Cada um fez sua opção religiosa e transmitiu aos filhos à sua maneira os valores morais que receberam dos pais. Eu e minha esposa, cristãos presbiterianos, ela nascida em berço evangélico e eu a partir dos vinte anos, procuramos educar nossos dois filhos e as duas filhas com base nos ensinamentos bíblicos, pois consideramos ser ela a única regra de fé e prática para nossas vidas.
É por causa disso que, tanto eu como minha esposa, eu com formação em pedagogia e ela professora de Língua portuguesa, não abrimos mão de nossas convicções e procuramos ainda hoje transmiti-las nos serviços que prestamos em nossa igreja, quer seja nas pregações ou nas aulas na Escola Bíblica Dominical.
Além disso tenho este instrumento na internet, no qual procuro expor com muito critério minhas posições sobre a vida em sociedade, quer seja na política, na cultura, na religião, e em outros aspectos que envolvem o relacionamento dos seres humanos.
Agora chegou o momento de manifestar-me sobre um assunto que me deixou muito triste: O Supremo Tribunal Federal de nosso país desciminalizou o aborto no caso em que os tatos tenham até três meses.
Não vou aqui critica-los, pois teria de me alongar para expor os motivos. Também não vou entrar na questão que leva em conta a opinião de profissionais ligados à saúde, educação etc, que vêem o aborto como uma questão de saúde pública e não de religião.

Vou apenas marcar minha posição, transcrendo um estudo bíblico que Selecionei na internet, o qual traz o nome de Dez razões porque o aborto é um erro. 

 O estudo é consiso e bem fundamentado na Palavra de Deus. Vamos a ele:

O ESTUDO

Isto não é uma defesa à humanidade da criança não-nascida. É um argumento de que, se a criança não-nascida é humana, não deve ser abortada. Existem alguns abortistas que acreditam que a criança não-nascida é um ser humano. Mas estes médicos fazem abortos regularmente de qualquer forma, pois acreditam que tirar uma vida inocente, mesmo sendo algo trágico, é justificável devido às circunstâncias que enfrentam mãe e filho. Alguns destes médicos querem ser cristãos e bíblicos, e não vêem que sua prática é errada. Escrevi este pequeno texto para que estes médicos reconsiderem.
1. O Senhor ordenou, “Não matarás” (Êxodo 20:13).
Eu tenho consciência de que alguns assassinatos são endossados na Bíblia. A palavra “matar” em Êxodo 20:13 é, em hebreu, “rahaz”. É usada 43 vezes no Antigo Testamento hebreu. Sempre significa violência, matança que na verdade é assassinato. Nunca é usada com o sentido de matar na guerra ou (com uma exceção, Números 35:27) em execuções judiciais. Existe uma diferença clara entre a morte legal (sentença de morte) e o assassinato ilegal. Por exemplo, em Números 35:19, “O vingador do sangue matará o homicida.” A palavra “matará” vem de “rahaz” que é proibida nos Dez Mandamentos. A expressão “sentença de morte” é uma expressão geral para descrever as execuções legais.
Quando a Bíblia fala de algum assassinato que seja justificado, está se referindo a Deus partilhar alguns de seus direitos com as autoridades civis. Quando o estado age como preservador da justiça e da paz enviado por Deus, tem o direito de “fazer debalde a espada” como é citado em Romanos 13:1-7. Este direito do estado sempre é exercido para punir o mal, nunca para atacar o inocente (Romanos 13:4).
Portanto, “não matarás,” é uma denúncia clara e retumbante da matança de inocentes crianças ainda não-nascidas.
2. A destruição da vida humana concebida — seja ela embrionária, fetal ou viável — é uma violação da obra única de formar as pessoas que só Deus faz.
Podemos citar alguma coisa das Escrituras relacionada ao que está acontecendo quando uma vida que está no ventre é abortada? Salmos 139:13 diz: “Pois possuíste os meus rins; cobriste-me no ventre de minha mãe.”
O mínimo que podemos extrair deste texto é que a formação da vida de uma pessoa no ventre é uma obra de Deus. Deus é quem “possui” e quem “cobre”, nesta passagem. Além do mais podemos dizer que a formação de vida no ventre não é um mero processo mecânico, é algo semelhante à tecelagem ou até mesmo ao tricô: “cobriste-me no ventre de minha mãe.” A vida da criança ainda não nascida é a tecelagem de Deus, e o que ele está tecendo é um ser humano a sua semelhança, diferente de qualquer outra criatura no universo.
A outra passagem, menos conhecida, está no livro de Jó. Ele atesta nunca ter rejeitado os pedidos de seus serviçais, mesmo que naquela cultura as pessoas considerassem os serviçais meros objetos. O que merece atenção aqui é como Jó argumenta.
Jó 31:13-15 diz: “13)Se desprezei o direito do meu servo ou da minha serva, quando eles contendiam comigo; 14)Então que faria eu quando Deus se levantasse? E, inquirindo a causa, que lhe responderia? 15) Aquele que me formou no ventre não o fez também a ele? Ou na nos formou do mesmo modo na madre?”
O versículo 15 nos dá a razão pela qual Jó seria culpado se ele tratasse um de seus serviçais de maneira desigual. A questão não é realmente o fato de que um nasceu livre e o outro nasceu na escravidão. A questão é anterior ao nascimento. Quando Jó e seus serviçais estavam sendo formados no ventre, o encarregado por este trabalho era Deus. Esta é a premissa das palavras de Jó.
Então ambos, Salmo 139 e Jó 31, dão ênfase ao fato de ser Deus o principal trabalhador — cuidador, formador, tecelão, criador — no processo de gestação. Por que isso é importante? É importante porque Deus é o único capaz de criar uma pessoa. As mães e os pais podem contribuir com um óvulo impessoal e com esperma impessoal, mas apenas Deus cria uma pessoa independente. Então, quando as Escrituras dão ênfase ao fato de que Deus é o cuidador e formador no ventre, deve-se destacar que tudo que acontece no ventre é obra de Deus, que é a formação de uma pessoa. Do ponto de vista bíblico, a gestação é a obra de Deus para formar uma pessoa.
Podemos ter uma discussão sem fim sobre o que é uma pessoa completa. Mas podemos dizer com muita confiança: o que está acontecendo no ventre é a obra de Deus para formar uma pessoa, e somente Deus sabe quão profunda e misteriosa é a criação de uma pessoa. Portanto, é arbitrário e injustificado presumir que com relação a qualquer parte tecida desta pessoa, sua destruição não será uma agressão às prerrogativas de Deus o Criador.
Em outras palavras: a destruição de uma vida humana — seja ela embrionária, fetal ou viável — é uma agressão ao trabalho único de formar pessoas, feito por Deus. O aborto é uma agressão a Deus, não só ao homem. Deus faz seu trabalho único no ventre desde o momento da concepção. Este é o testemunho claro do Salmo 139:13 e de Jó 31:15.
3. O aborto está relacionado com o que a Bíblia condena repetidamente: “derramar o sangue dos inocentes.”
A expressão “sangue inocente” aparece cerca de 20 vezes na Bíblia. O contexto é sempre o mesmo: condena aqueles derramam o sangue ou adverte as pessoas para que não o façam. O sangue inocente inclui o sangue das crianças (Salmos 106:38). Jeremias coloca este assunto no contexto de estrangeiros, viúvas e órfãos: “Assim diz o Senhor: Exercei o juízo e a justiça, e livrai o espoliado da mão do opressor, e não oprimais ao estrangeiro nem ao órfão, nem à viúva; não façais violência, nem derrameis sangue inocentes neste lugar.” Com certeza o sangue da criança ainda não nascida é inocente.
4. A Bíblia freqüentemente expressa a alta prioridade que Deus coloca na proteção, abastecimento e defesa dos mais fracos e mais oprimidos membros da comunidade.
Por muitas e muitas vezes lemos sobre o estrangeiro, a viúva e o órfão. Esta é principal preocupação de Deus e deveria ser a principal preocupação de seu povo.
“O estrangeiro não afligirás, nem o oprimirás; pois estrangeiros fostes na terra do Egito. E nenhuma viúva ou órfão afligireis. Se de algum modo os afligires, e eles clamarem a mim, eu certamente ouvirei o seu clamor. E a minha ira se acenderá, e vos matarei à espada; e vossas mulheres ficarão viúvas, e vossos filhos órfãos” (Êxodo 22:21-24).
“Pai de órfãos e juiz de viúvas é Deus, no seu lugar santo” (Salmo 68:5).
“Fazei justiça ao pobre e ao órfão; justificai o aflito e o necessitado. Livrai o pobre e o necessitado; tirai-os das mãos dos ímpios” (Salmos 82:3-4).
“Matam a viúva e o estrangeiro, e ao órfão tiram a vida.” “E trará sobre eles a sua própria iniqüidade; e os destruirá na sua própria malícia; o Senhor nosso Deus os destruirá” (Salmos 94: 6, 23).
5. Ao julgar uma vida humana difícil e trágica como mais maligna do que tirar uma vida, abortistas contradizem os ensinamentos bíblicos de que Deus ama mostrar seu poder de Graça através do sofrimento, não apenas ajudando as pessoas a evitarem o sofrimento.
Isso não quer dizer que devemos procurar o sofrimento para nós mesmos ou para os outros. Quer dizer que o sofrimento é retratado na Bíblia como necessário e ordenado por Deus, apesar de não agradar a Deus a difícil situação deste mundo arruinado (Romanos 8:20-25, Ezequiel 18:32), e especialmente aqueles que irão entrar no paraíso (Atos 14:22; Tessalonicenses 3:3-4) e vivem vidas de deuses (2 Timóteo 3:12). Este sofrimento nunca é visto como mera tragédia. Também é visto como meio para crescimento em Deus e meio para tornar-se forte nesta vida (Romanos 5:3-5; Tiago 1:3-4; Hebreus 12:3-11; 2 Coríntios 1:9; 4:7-12; 12:7-10), para tornar-se glorioso na vida que estará por vir (2 Coríntios 4:17; Romanos 8:18).
Quando abortistas argumentam que tirar uma vida é menos maldoso do que deixar sofrer, estão querendo ser mais sábios do que Deus, que nos ensinou que sua Graça é capaz de atos maravilhosos de amor através do sofrimento daqueles que vivem.
6. É um pecado justificar o aborto no fato de que todas estas crianças irão para o céu ou terão uma vida completa na sua ressurreição.
Esta é uma boa esperança quando o coração está partido por causa das penitências e está à procura de perdão. Mas é maldade justificar o ato de matar com a felicidade da eternidade daquele que irá morrer. A mesma justificativa poderia ser usada para matar crianças de 1 ano de idade, ou qualquer outra pessoa que acreditasse no paraíso. A Bíblia apresenta a seguinte questão: “Permaneceremos no pecado, para que a graça abunde?” (Romanos 6:1). E também: “Façamos males para que venham bens?” (Romanos 3:8). Em ambos os casos ressoa um NÃO. É presunçoso tomar o lugar de Deus e querer controlar o céu ou o inferno. Nosso dever é obedecer a Deus, não querer ser Deus.
7. A Bíblia nos ordena a resgatar nosso vizinho da morte.
“Resgata aqueles que estão sendo levados pela morte; segure aqueles que se deparam com a matança. Se você disser, ‘Não sabemos disso’, será que Ele que conhece o coração das pessoas não irá perceber? Será que Ele, que vigia a sua alma, não saberá, e será que Ele não irá retribuir o homem de acordo com o seu trabalho?”
Não existe razão cientifica, médica, social, moral ou religiosa para colocar a criança em uma classe tal que este texto não se aplique a ela. É uma desobediência a este texto abortar uma criança ainda não-nascida.
8. Abortar uma criança ainda não-nascida vai contra a repreensão de Jesus àqueles que desprezam as crianças como sendo não-dignas da atenção do Salvador.
“E traziam-lhe também meninos, para que ele lhes tocasse; e os discípulos, vendo isto repreendiam-nos. Mas Jesus, chamando-os para si, disse: ‘Deixai vir a mim os meninos, e não os impeçais porque dos tais é o reino de Deus’” (Lucas 18:15-16). A palavra meninos também é usada para denominar a criança não-nascida no ventre de Isabel em Lucas 1:41,44.
“E lançando mão de um menino, pô-lo no meio deles e, tomando-o nos seus braços, disse-lhes: ‘Qualquer que receber um destes meninos em meu nome, a mim me recebe; e qualquer que a mim me receber, recebe, não a mim, mas ao que me enviou” (Marcos 9:36-37).
9. Cabe somente a Deus, o Criador, dar ou tirar uma vida humana. Não é nosso direito pessoal fazer esta escolha.
Quando Jó ficou sabendo que todos os seus filhos tinham sido mortos, ele ajoelhou-se para adorar ao Senhor, e disse: “Nu sai do ventre de minha mãe e nu tornarei para lá; o Senhor o deu, e o Senhor o tomou: bendito seja o nome do Senhor” (Jó, 1:21).
Quando Jó falou sobre vir do ventre de sua mãe, disse, “o Senhor deu.” E quando Jó falou em morrer, disse, “o Senhor o tomou.” Vida e morte são as prerrogativas de Deus. Ele é que dá e quem tira nesta vida. Não temos o direito de fazer escolhas pessoais sobre este assunto. Nosso dever é cuidar do que nos dá e usar isto em Sua glória.
10. Por fim, ter fé em Jesus Cristo traz o perdão e a consciência limpa e nos ajuda através da vida e para a eternidade. Cercados por um amor tão onipotente, cada seguidor de Jesus está livre da ganância e do medo que podem seduzir uma pessoa a procurar por estas verdades para obter riqueza e evitar a repreensão.



Mulher grávida bate com martelo na própria barriga



Vídeo emocionante sobre aborto provocado


CONCLUSÃO

         Este trabalho pode ser melhorado através de críticas construtivas e sugestões. É assim que tenho feito com todas as postagens publicadas em meu blog.

        Portanto, se você tiver qualquer contribuição a fazer, poderá entrar em contato comigo através do e-mail indicado no final desta publicação.


SOBRE O AUTOR DA POSTAGEM


Wilson do Carmo Ribeiro é industriário aposentado, pedagogo e historiador diletante. 
É presbítero em exercício da Igreja Presbiteriana do Brasil, servindo atualmente na Igreja Presbiteriana Rocha Eterna de Sorocaba.
E-mail: prebwilson@hotmail.com




terça-feira, 29 de novembro de 2016

TARCISIO MARINHO DE ALCÂNTARA SERÁ NOME DE CAMPO DE FUTEBOL EM ALUMÍNIO - SP

APRESENTAÇÃO


Um ano após  minha admissão na Cia. Brasileira de Alumínio em janeiro de 1960, entre tantos outros que vieram a ser companheiros de trabalho estava o rapaz Tarcísio Marinho de Alcântara, um nordestino que viera em busca de melhores condições de vida para constituir sua família.
         Enquanto eu laborei a maior parte de meu tempo nos setores administrativos, Tarcísio trabalhou numa das divisões do Departamento Mecânico chamada Lubrificação.
         Se não tivemos um relacionamento mais estreito em função de nossos locais de trabalho, nem por isso deixamos de nos relacionar e Tarcísio, assim como tantos outros, foi e continua sendo para mim uma figura muito conhecida.
         Com a ajuda de sua filha Ana Claudia Azevedo Alcântara, faço este pequeno trabalho sobre o Tarcísio, destacando que um campo de futebol na Vila Paraíso em Alumínio estará sendo inaugurado no próximo dia 3 de dezembro com o nome dele, numa merecida homenagem.
A seguir, a biografia dele, produzida pela filha já citada, com pequenas adequações:

No interior do Estado do Ceará em uma cidade chamada Mucambo, perto de Sobral, no dia 03 de junho de 1933 nascia TARCISIO MARINHO ALCÂNTARA mais um filho de Francisco e Laura Alcântara que tiveram 11 filhos. Na cidade onde Tarcisio nasceu não oferecia muitas oportunidades de trabalho e obriga os filhos de seu Francisco a tentar a vida em São Paulo.

Esse estado é visto pelos nordestinos como uma oportunidade de trabalho, crescimento e de construção de uma vida mais digna para a família. Assim, com Tarcísio não foi diferente.
Mesmo estando noivo de Rita,ele partiu para São Paulo em busca de um bom trabalho para constituir família.

Deste modo ele veio tentar a vida em São Paulo e escolheu Alumínio como local para trabalhar. Na época Alumínio não era uma cidade emancipada e pertencia ainda a Mairinque.
Neste local eram grandes as possibilidades de emprego pois a cidade tinha uma grande fábrica, a Cia. Brasileira de Alumínio.

Assim logo que chegou à localidade, foi contratado pela Cia. Brasileira de Alumínio. A locadalidade era bem pacata e aconchegante.
Na CBA Tarcisio teve a oportunidade de trabalhar inicialmente como Guarda em março de 1961, passando para a função de ajudante no mesmo ano.

Agora com emprego fixo, Tarcísio retorna ao Ceará no ano de 1969 em suas férias para casar-se com Rita. Após o casamento eles vêm residir em Alumínio, na Vila Brasilina, onde estabelecem moradia e nasce a primeira filha do casal no Hospital Maria Regina.

Nesta época Tarcísio já ocupava o cargo de Oficial Lubrificador na Cia Brasileira de Alumínio e chegou a residir por algum tempo na Colônia da CBA que ficava próxima à Raposo Tavares.

Tarcísio, sempre trabalhador, responsável, esposo dedicado pai exemplar, católico, frequentador assíduo das missas e festividades da Igreja Católica, torcia para o São Paulo FC, seu time desde que migrou para São Paulo.

Homem sério porém sempre tinha um aceno para cumprimentar a todos com respeito, construiu sua vida em Alumínio, criou seus filhos aqui, os quais constituíram também família nesta cidade, e  trabalhou na Cia. Brasileira de Alumínio até se aposentar.

Aposentado foio residir na Vila Paraíso. Faleceu em 28 de abril de 2007, aos 74 anos, dos quais 39 foram vividos em Alumínio, deixando sua esposa Rita que continuou a residir na cidade. Suas filhas Laura, Vera, Idelzuite e Ana Claudia e os netos João Pedro, Marcos Paulo, Vinicius, Renan e Davi.

Tarcisio partiu deixando um exemplo a todos seus familiares e amigos de um morador aluminense que teve como lema: o trabalho, a honra e a amizade.


ACERVO FOTOGRÁFICO


Mucambo, CE - terra natal


Alumínio, SP (Vila Industrial)


Vista aérea da CBA

Rua Moraes do Rego - Acesso à Portaria


Portaria da CBA, Escritório e a igreja antiga

Dr. Antonio Ermírio de Moraes-O grande patrão

Dr. Antonio de Castro Figueirôa
O diretor e incentivador dos funcionários


Décio José Antunes, o 
Encarregado

Trevo de acesso a Alumínio - Tarcisio morou
com a família bem próximo desse local


A antiga Igreja de São Vicente de Paulo

E a atual. Tarcisio frequentou ambas

Vila Paraíso (onde Tarcisio foi morar após
 a aposentadoria  e um campo de futebol vai receber 
o nome de Tarcisio Marinho Alcântara)

FOTOS DA REVITALIZAÇÃO DO CAMPO DE FUTEBOL TARCISIO MARINHO ALCÂNTARA

No dia 03-12-2016, com a presença do Prefeito Municipal de Alumínio José Aparecida Tisêo, autoridades e familiares do saudoso Tarcisio Marinho Alcântara, foi inaugurada a revitalização do campo de futebol que leva seu nome na Vila Paraíso.
A seguir, fotos do evento, publicada pela filha do homenageado Laura Alcântara no Facebook.














CONCLUSÃO

         Este trabalho pode ser melhorado através de críticas construtivas e sugestões. É assim que tenho feito com todas as postagens publicadas em meu blog.

        Portanto, se você tiver qualquer contribuição a fazer, poderá entrar em contato comigo através do e-mail indicado no final desta publicação.


SOBRE O AUTOR DA POSTAGEM


Wilson do Carmo Ribeiro é industriário aposentado, pedagogo e historiador diletante. 
É presbítero em exercício da Igreja Presbiteriana do Brasil, servindo atualmente na Igreja Presbiteriana Rocha Eterna de Sorocaba.
E-mail: prebwilson@hotmail.com


segunda-feira, 28 de novembro de 2016

A RODOVIA RAPOSO TAVARES E SUA HISTÓRIA

APRESENTAÇÃO

Em 1955, quando eu tinha quatorze anos de idade minha família transferiu residência para o Município de Bernardino de Campos, SP. Fomos morar num bairro rural onde existe o acesso da Rodovia Raposo Tavares para aquela cidade.
         Dali fomos para Ipaussu no ano seguinte e, em 1958 viemos para Alumínio. Em 1980, já casado, mudei-me com minha família para Mairinque, em 1997 para Araçoiaba da Serra e em 2011 para Sorocaba, agora já na terceira idade, com todos os filhos casados.
         Resumindo: Desde os quatorze anos até hoje, sempre morei próximo à Rodovia Raposo Tavares. Tive o prazer de fazer muitas viagens através dela, em especial para rever parentes no interior paulista.
É sobre essa importante estrada que desejo trabalhar nesta postagem. Vamos pois a ela.

SUA HISTÓRIA

Uma das principais rodovias do Estado de São Paulo completou 90 anos. A Raposo Tavares, que foi aberta para levar progresso para o interior do estado, ultrapassou os limites dos municípios e já fez história. A Raposo foi o primeiro acesso da capital ao oeste paulista.
Hoje a rodovia faz parte de muitas cidades, ajuda a criar oportunidades, empregos e chega a mudar a vida de muita gente.
A rodovia começa no fim de uma rua, no bairro Butantã, na zona sul de São Paulo. Ela começa oficialmente no km 9,8 e tem seu início e fim dentro do estado. No total são 654 km que passam por 30 municípios até chegar a Presidente Venceslau (SP), na divisa com o Mato Grosso do Sul.
A paisagem muda à medida que a capital fica para trás. O cinza da região metropolitana, em Cotia (SP), dá lugar ao verde da natureza já a partir de São Roque (SP), no km 47. A pista alterna entre duplicada e simples. Tudo bem diferente de quando foi inaugurada, em 26 de agosto de 1922. O presidente do estado de São Paulo, como era chamado o governador na época, era Washington Luiz.
Com o lema "governar é abrir estradas", ele inaugurou o trecho São Paulo-Cotia-São Roque da estrada denominada 'São Paulo-Paraná'.
O historiador, Adilson Cézar, explica que era um período de crescimento econômico e, por isso, necessário atingir pontos mais distantes. Na época, São Paulo estava crescendo com a agricultura do café e se expandindo cada vez mais para o oeste, então, a necessidade de ligar a capital com boas estradas.
Um marco da inauguração está em uma área verde, discretamente instalado na praça do pedágio em Alumínio (SP). A inscrição na pedra tem o nome de Washington Luiz, do então secretário da agricultura do estado, Heitor Penteado, e as indicações dos caminhos para Sorocaba (SP) e São Roque. Um morador doou o monumento à concessionária que hoje administra a rodovia. A pedra foi encontrada em uma chácara na região.
Em 1954, a rodovia recebeu o nome de Raposo Tavares, em homenagem ao bandeirante que desbravou o oeste paulista. Neste mesmo ano, a rodovia - que era de terra - foi asfaltada. Durante duas décadas, a Raposo Tavares foi o único meio de se chegar ao oeste do estado. Mas mesmo asfaltada, era um caminho complicado. A rodovia passava dentro das cidades. Somente na década de 60, o percurso foi desviado.
Hoje, o trecho que corta a cidade é todo duplicado. Em São Roque, um novo traçado foi inaugurado há 4 anos, mas não desviou totalmente a rodovia. Nove bairros são cortados pela rodovia na cidade, fazendo parecer uma simples avenida.



TODOS OS MUNICÍPIOS SERVIDOS PELA RODOVIA



km 14 no bairro do Butantã, São Paulo. km 10 -
Início da Rodovia Raposo Tavares


São Paulo

Osasco

Cotia

Vargem Grande Paulista


São Roque


Mairinque


Alumínio


Sorocaba


Votorantim


Araçoiaba da Serra


Sarapuí


Alambari


Itapetininga


Angatuba


Paranapanema


Itaí


Cerqueira Cezar


Piraju


Bernardino de Campos


Ipaussu
Chavantes


Canitar


Ourinhos


Salto Grande


Ibirarema


Palmital


Cândido Mota


Assis


Maracaí


Paraguaçu Paulista


Rancharia


Martinópolis


Regente Feijó


Presidente Prudente


Álvares Machado


Presidente Bernardes


Santo Anastácio


Piquerobi


Presidente Venceslau


Caiuá


Presidente Epitácio


Fim 



Fonte:  Internet (diversos)



CONCLUSÃO

         Este trabalho pode ser melhorado através de críticas construtivas e sugestões. É assim que tenho feito com todas as postagens publicadas em meu blog.

        Portanto, se você tiver qualquer contribuição a fazer, poderá entrar em contato comigo através do e-mail indicado no final desta publicação.


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Wilson do Carmo Ribeiro é industriário aposentado, pedagogo e historiador diletante. 
É presbítero em exercício da Igreja Presbiteriana do Brasil, servindo atualmente na Igreja Presbiteriana Rocha Eterna de Sorocaba.
E-mail: prebwilson@hotmail.com