sexta-feira, 23 de junho de 2017

AGONIA E VERGONHA NA MORTE PELA CRUZ

APRESENTAÇÃO

Embora vejamos ou assistamos todos os anos por ocasião da Páscoa as encenações populares e nos filmes a cenas relativas a crucificação de Nosso Senhor Jesus Cristo, talvez não tenhamos uma exata compreensão do que realmente ocorria com os condenados a esse tipo de execução, a qual foi aplicada ao nosso divino Mestre.
Resolvi assim escolher uma exposição que fosse sucinta e ao mesmo tempo esclarecedora para compartilhar com os amigos e amigas no meu blog.
Optei por essa que ora transcrevo. Deus te abençoe.
Uma das mais terríveis formas de punição na Roma antiga, a crucificação combinava vergonha, tortura, agonia e morte. Era a mais humilhante das formas de execução.
Despojado de suas vestes, o condenado era açoitado impiedosamente pelos carrascos com um azorrague, espécie de chicote com cerca de oito tiras de couro cujas pontas eram reforçadas com objetos perfuro cortantes como pregos e pedaços de ossos, para aumentar o sofrimento da vitima.
Muitos não resistiam ao acoitamento e morriam antes da crucificação. Os que sobreviviam ao flagelo eram, muitas vezes, obrigados a carregar a sua cruz pelas ruas da cidade até o local da execução. Seminus, com a pele e a carne dilaceradas pelo castigo, eram expostos ao escárnio popular.
Pessoas cuspiam, atiravam coisas e insultavam os condenados. O peso da cruz era insuportável para eles, já fragilizados e extenuados pela longa sessão de tortura. Durante o percurso, as quedas eram freqüentes e as vítimas obrigadas a retomar a caminhada com a cruz sobre os ombros. Hoje, acredita-se que os condenados carregavam apenas a viga horizontal da cruz, a outra parte era fincada antes, no local da execução.
Finalmente, os braços do condenado eram atados à trave e seu corpo içado. Normalmente, os punhos eram atados à viga por cordas, mas em alguns casos, como o de Jesus, eram usados, além das amarras, cravos de ferro, que perfuravam a carne, destruindo nervos e ossos, multiplicando o sofrimento.
O cirurgião francês Pierre Barbet, do hospital Saint Joseph, de Paris, descreve a agonia da crucificação no livro A Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo. Segundo o cirurgião, com a carne e a pele dilaceradas pelas chibatadas com o azorrague, Jesus recebeu na cabeça espécie de coroa ou capacete feita com galhos entrelaçados de uma planta com espinhos, que perfuraram seu couro cabeludo, provocando fortes dores e sangramento abundante.
Em seguida, foi vestido com uma túnica. O tecido, em contato com as feridas abertas, gruda na carne. O braço horizontal da cruz é posto sobre seus ombros e ele é exposto à multidão feroz. Já sem forças, Jesus é rebocado com cordas pelos soldados, num percurso de cerca de 600 metros. Seus passos são arrastados, o peso da trave e a fadiga causam várias quedas, ferindo seus joelhos. Os soldados o agridem, o açoitam e o forçam a prosseguir.
Chegando ao Gólgota, os carrascos lhe arrancam violentamente a túnica – a carne grudada no tecido é dilacerada, gerando violentas dores.
Deitado de costas sobre a trave da cruz, Jesus tem os pulsos transpassados por longos cravos que se fixam na madeira e depois são rebatidos.
Outros especialistas defendem a hipótese de que, além dos cravos, os algozes tenham usado cordas para prender seus braços a cruz. Então foi içado rapidamente para o alto da estaca.
O nervo mediano lesionado pelos cravos se estica como uma corda de violino quando o corpo é suspenso. A cada solavanco, o nervo exposto em contato com o cravo provoca dores atrozes. As pontas dos espinhos rasgam o couro cabeludo e o crânio, cada vez que Jesus mexe a cabeça. Em seguida, seus pés são pregados a uma espécie de apoio fixado na estaca, para prolongar sua agonia.
A posição da cruz provoca o enrijecimento da musculatura dos braços, numa contração progressiva que se espalha pelos músculos do tórax, pescoço e abdômen. O processo, chamado de tetania, vai aos poucos tornando a respiração cada vez mais penosa até provocar a parada respiratória . O ar entra nos pulmões e não sai e, com isso, a vitima não consegue puxar o ar – lentamente vem a morte por asfixia.
Nos momentos finais de sua agonia, Jesus, num esforço sobre- humano, se apoiava nos pregos cravados em seus pés e erguia o corpo, aliviando a tração dos braços, para poder respirar e falar. Pede ao pai que perdoe seus algozes, e desabafa: “Eli, Eli, lama azavtani”(Pai, Pai, porque me abandonastes?).
Num último e derradeiro esforço, grita: “Pai em tuas mãos entrego meu espírito! Tudo está consumado!”. E morre, cumprindo com seu sacrifício a lei ditada por Moisés. O Cordeiro de Deus livra, com seu sangue derramado os pecados do mundo.
Fonte: http://www.tribunabm.com.br/vergonha-e-agonia-na-morte-pela-cruz/ (com algumas adequações de formatação).


CONCLUSÃO

         Este trabalho pode ser melhorado através de críticas construtivas e sugestões. É assim que tenho feito com todas as postagens publicadas em meu blog.

        Portanto, se você tiver qualquer contribuição a fazer, poderá entrar em contato comigo através do e-mail indicado no final desta publicação.


SOBRE O AUTOR DA POSTAGEM


Wilson do Carmo Ribeiro é industriário aposentado, professor e historiador diletante. 
É presbítero emérito da Igreja Presbiteriana do Brasil.

E-mail: prebwilson@hotmail.com


quinta-feira, 22 de junho de 2017

POR QUE OS HOMENS NÃO GOSTAM DE IR AO MÉDICO?

APRESENTAÇÃO

- “Nunca tive problema com a próstata – disse-me um amigo alguns anos mais velho que eu. Ele está beirando os 80 anos e eu estou próximo dos 76.
- Mas o senhor tem feito exames para saber se não tem mesmo nenhum problema?
- Não. Nunca senti nada, por isso nunca procurei o médico para tratar disso.
Em seguida, sabendo que já fiz procedimento há aproximadamente dez anos e terei de fazer novamente por causa de um problema chamado hiperplasia benigna prostática que nada mais é que o crescimento da próstata impedindo a liberação do liquido urinário, ele quis saber detalhes sobre como as coisas acontecem.
Posso dizer que duas coisas assustam muito os homens quando se trata exames de prevenção: o primeiro é o medo (isso mesmo, medo) de se tornar menos másculo por submeter-se a um exame de toque na próstata. O segundo é o pavor de fazer uma cirurgia prostática e ficar impotente.
No geral, o homem (salvo exceções)  tem muito mais dificuldade de fazer tratamentos de prevenção da saúde do que a mulher.
Mas deixemos que um artigo que selecionei na internet fale mais por si mesmo:

Por que os homens não gostam de ir ao médico? Exames de prevenção podem salvar a vida deles.

Não é só papo furado como muitos dizem, mas as mulheres (no geral, claro) realmente são muito mais atentas e comprometidas com a saúde. E não falo isso porque sou mulher não, viu! São os médicos e as pesquisas. Levantamento realizado da SBU (Sociedade Brasileira de Urologia) mostrou que 51% dos homens com mais de 45 anos nunca tinha ido ao médico recentemente, justamente na idade em que as doenças começam a aparecer.  Algumas das razões para isso foi, além da falta de tempo, dizerem que são saudáveis e não precisam ou medo de descobrirem doenças e ter que se tratar.
O curioso é que, historicamente, os homens têm mais problemas que as mulheres. Obesidade, hipertensão, diabetes, problemas cardiovasculares são mais comuns em homens — apesar de o público feminino estar se equiparando nos números devido a passam por mudanças de hábitos de vida, conforme me explicou o urologista e diretor de comunicação da SBU, Carlos Sacomani.
— Realmente, o homem procura bem menos os médicos. As mulheres começam a procurar desde a adolescência, com o ginecologista. O homem não tem muito isso. Do ponto de vista antropológico, o homem procurar o médico é sinal de fraqueza. Ele é criado (até hoje) com aquela coisa de ser infalível, ser uma pessoa poderosa. E, então, para que médico? Apesar que isso vêm mudando, graças até as campanhas.
São as mulheres que levam os homens!
Além de se preocuparem com a própria saúde, são as mulheres quem levam os homens ao médico, sabiam disso? Estudo recente do Centro de Referência em Saúde do Homem de São Paulo mostrou que 70% das pessoas do sexo masculino que procuram um consultório médico tiveram a influência da mulher ou de filhos, apesar de as campanhas ajudarem a conscientização dos homens.
— Por experiência pessoal, a mulher é ponto importante para estimular o homem ir ao médico. É ela que pergunta se ele foi, como estão os exames, como faz para se cuidar. Mesmo que ele tenha vindo sozinho, ele fala porque a filha ou a mulher questionaram por que ele não estava indo ao médico.
Quais as doenças mais comuns?
A partir dos 50 anos, o câncer de próstata passa ser a doença mais prevalente, só perde para o câncer de pele. Se o homem tiver irmão ou tio ou primo com câncer de próstata, o recomendável procurar o médico até antes, aos 45 anos.
Além do câncer, a partir dessa idade, o homem também pode sofre com o aumento benigno da próstata, que provoca dificuldade para unir, acordar muito para ir ao banheiro. Outros problemas que deve ficar atento ao “envelhecimento masculino”, popularmente conhecido como andropausa.
— Diferente da mulher, os problemas hormonais do homem não têm uma repercussão clínica evidente. Começa a ter disfunção erétil, sente mais cansado, não tem mais vigor físico, tem mais sono.
Além disso, o homem tem pressão alta, diabetes e obesidade. "Hoje, cada vez mais, nos preocupamos, pois, estudos mostram que obesidade está relacionado a câncer de próstata; colesterol alto e obesidade também podem aumentar risco de disfunção erétil”, explica Sacomani.
— Todas doenças comuns influem tanto em câncer como a função sexual. É comum os homens a partir dos 70 anos ter distúrbios urinários, em razão do envelhecimento da bexiga. São coisas que vão acontecendo e a grande maioria têm tratamento.
Então, a recomendação é pacientes acima dos 45 anos devem procurar o especialista para ser aconselhado sobre qual exame deve realizar e as vantagens e desvantagens de cada um.
— O que não dá para acontecer é hipertenso ter um AVC porque ficou hipertenso e não sabia que era hipertenso. Ter infarto porque é obeso com colesterol aumentado, diabético descontrolado. Tudo isso é reversível, não tem sentido deixar tudo isso de lado se pode ser tratado.
Então, incentive seu pai, amigo, irmão, marido, namorado a irem ao médico, pois você pode salvar a vida dele.


CONCLUSÃO

         Este trabalho pode ser melhorado através de críticas construtivas e sugestões. É assim que tenho feito com todas as postagens publicadas em meu blog.

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Wilson do Carmo Ribeiro é industriário aposentado, professor e historiador diletante. 
É presbítero emérito da Igreja Presbiteriana do Brasil.

E-mail: prebwilson@hotmail.com


Veja outro trabalho nosso na área da saúde do homem clicando aqui: 

quarta-feira, 21 de junho de 2017

ESTEVÃO - UM HOMEM QUE VIVEU DE FORMA PLENA

APRESENTAÇÃO

Estêvão foi o primeiro diácono da igreja primitiva e também o primeiro mártir do Cristianismo. Foi um homem que viveu de forma plena. Era cheio do Espírito Santo, cheio de sabedoria, cheio de fé, cheio de graça e cheio de poder. Estêvão viveu de forma superlativa e morreu de forma exemplar. Sua vida inspira ainda hoje milhões de pessoas. Seu legado atravessa os séculos. Sua voz ainda ecoa em nossos ouvidos e suas obras ainda nos deixam perplexos.
Copiei esta apresentação feita pelo Reverendo Hernandes Dias Lopes, conhecido pastor presbiteriano, o qual mantém programa dominical numa emissora de televisão e é muito apreciado por grande número de irmãos telespectadores.
É dele o artigo sobre Estevão, o primeiro mártir do cristianismo, que a seguir transcrevo:
“Seu discurso diante do sinédrio é o sermão com o maior número de citações bíblicas de toda a Escritura. Embora tenha sido eleito para a diaconia das mesas, exerceu também a diaconia da palavra. Conhecia a palavra, vivia a palavra e pregava com poder a palavra. Sua serenidade diante da perseguição era notória. Sua coragem para enfrentar a morte era insuspeita. Enquanto seus inimigos rilhavam os dentes contra ele, seu rosto transfigurava como o rosto de um anjo. Mesmo sendo apedrejado pelo seus algozes, orou por eles, à semelhança de Jesus. Em vez de evocar sobre eles a maldição, pediu a Jesus para não colocar na conta deles seus próprios pecados. Perdão e não vingança era o lema de sua vida.
Três marcas indeléveis distinguem esse protomártir do Cristianismo.
Em primeiro lugar, sua vida era irrepreensível (At 6.3). “Mas, irmãos, escolhei dentre vós sete homens de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria, aos quais encarregaremos deste serviço”. Estêvão era homem de boa reputação. Seu caráter era irrepreensível e sua conduta ilibada. Era homem impoluto e sem jaça. Sua vida referendava seu ministério. Sua conduta era a base do seu trabalho. Seu exemplo, o fundamento de sua liderança espiritual. Estêvão viveu o que pregou. Não havia nenhum abismo entre suas palavras e suas obras. Era íntegro e pleno.
Em segundo lugar, suas palavras eram irresistíveis (At 6.10). “E não podiam resistir à sabedoria e ao Espírito, pelo qual ele falava”. Por ser um homem cheio do Espírito, de sabedoria, de fé, de graça e de poder, Estêvão era boca de Deus. Cada palavra que saia de sua boca tinha o peso de uma tonelada. Seus inimigos podiam até discordar dele, mas jamais refutá-lo. Estêvão tinha conhecimento e também sabedoria. Tinha luz na mente e fogo no coração. Suas palavras eram ao mesmo tempo ternas e doces e também fortes e cortantes. Ao mesmo que trazia cura para os quebrantados, feria os de coração endurecido; ao mesmo tempo que confortava os aflitos; perturbava os insolentes.
Em terceiro lugar, suas obras eram irrefutáveis (At 6.8). “Estêvão, cheio de graça e poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo”. Estêvão pregava aos ouvidos e também aos olhos. Falava e fazia, ensinava e demonstrava. Suas obras irrefutáveis testificavam de suas palavras irresistíveis. Por ser um homem que vivia cheio do Espírito, de fé, de sabedoria, de graça e de poder, Deus operava por meio dele grandes milagres. Os milagres não são o evangelho, mas abrem portas para testemunhá-lo. Muitos estudiosos da Bíblia afirmam que a vida irrepreensível de Estêvão e o seu poderoso testemunho na hora da morte impactou decisivamente o coração de Saulo de Tarso, que mais tarde, convertido a Cristo, transformou-se no maior bandeirante da fé.
 Que Deus nos dê homens do mesmo calibre de Estêvão, homens que ousem viver de forma plena num mundo cheio de vazio.”



SOBRE O AUTOR DO ARTIGO


O Rev. Hernandes e família

Hernandes Dias Lopes, natural de Nova Venécia-ES. Casado com Udemilta Pimentel Lopes, pai de Thiago e Mariana. (veja foto abaixo)
Fez o seu curso de Bacharel em Teologia no Seminário Presbiteriano do Sul em Campinas-SP no período de 1978 a 1981 e o seu Doutorado em Ministério no Reformed Theological Seminary, em Jackson, Mississippi, nos Estados Unidos no período de 2000 a 2001.
Foi pastor da Primeira Igreja Presbiteriana de Bragança Paulista no período de 1982 a 1984 e desde 1985 é o pastor titular da Primeira Igreja Presbiteriana de Vitória-IPB. Também é membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil, diretor executivo da Luz para o Caminho e pastor colaborador da Igreja Presbiteriana de Pinheiros em SP.
É conferencista e escritor, com mais de 100 obras disponíveis neste site.


CONCLUSÃO

         Este trabalho pode ser melhorado através de críticas construtivas e sugestões. É assim que tenho feito com todas as postagens publicadas em meu blog.

        Portanto, se você tiver qualquer contribuição a fazer, poderá entrar em contato comigo através do e-mail indicado no final desta publicação.


SOBRE O AUTOR DA POSTAGEM


Wilson do Carmo Ribeiro é industriário aposentado, professor e historiador diletante. 
É presbítero emérito da Igreja Presbiteriana do Brasil.

E-mail: prebwilson@hotmail.com

segunda-feira, 19 de junho de 2017

COMO ACABAR COM A CORRUPÇÃO NO BRASIL?

APRESENTAÇÃO

Uma grande percentagem do tempo que os noticiários dedicam aos corruptos e à corrupção em nosso país é extremamente significativa.
Nos últimos tempos parece até que os noticiários ficam um tanto desinteressantes se não tivermos notícias que nos colocam a par de autoridades nos mais diversos escalões do aparelho estatal que não tenham sido corrompidos e, levados Justiça, passam a negar os delitos cometidos e dos quais estão sendo acusados.
Depois do processo que ficou conhecido como “Mensalão” e que levou à prisão ex deputados, ex ministros e outras figuras do mundo político e empresarial do país, o povo brasileiro  passou a ficar mais informado de como as coisas acontecem no Poder Judiciário, em especial no Supremo Tribunal Federal.
Mas recentemente, com o advento da Operação Lava-Jato as maracutaias ficaram ainda mais visíveis ao grande público em nosso rico e assaltado país.
Há um interesse muito grande de muita gente do povo no sentido de encontrar um jeito de resolver esse problema dos corruptos que agem como verdadeiras ratazanas em nosso país e há manifestações sobejas nas redes sociais, como hoje mesmo vi no Facebook.
Resolvi estão fazer uma pesquisa e apresentar o trabalho resultante aos meus amigos e amigas. Espero assim ter colaborado um pouquinho com todos os que visualizarem meu blog. Eis o trabalho, o qual foi transcrito e identificado, com autor e fonte:

O Brasil parece afundar nesse atoleiro, mas, acredite, é possível sair da lama. Medidas importantes podem ajudar a colocar o país na estrada da lisura política
(Reportagem de André Santoro)
1. Moral da história
Há 3 tipos de corrupção: a institucional (cujo remédio você vai ver nestas páginas), a cultural (tratada com políticas de educação) e a moral. Contra esta, não há solução. Se você não vê problema em pequenos gestos ilícitos, como molhar a mão de um guarda, não é o Estado que vai convencê-lo do contrário.
2. Comitê de recepção
2 “deuses” comandam o mundo da corrupção. A burocracia (dificulta o acesso aos serviços públicos e abre brechas para os “jeitinhos”) e a impunidade (os corruptos raramente são punidos – o que gera mais corrupção).
3. Preparando o terreno
Exatamente porque há um fator moral – e portanto pessoal – que possibilita a corrupção, é impossível extingui-la da política. Mas dá para diminuir o problema. 3 fatores formam a base de sustentação de uma política honesta: educação (leva tempo, mas garante resultados duradouros), participação popular e Estado atuante.
4. Água suja
A corrupção começa antes de o candidato se eleger. Campanhas realizadas com dinheiro sonegado – o tal caixa 2 – alimentam a sujeira. O candidato recebe uma grana preta de um empresário e, depois de eleito, paga em favores. É o famoso rabo preso.
5. Vazamento
Várias medidas podem inibir o uso de caixa 2. Limitar os gastos dos candidatos e usar financiamento público de campanhas, por exemplo. O problema é que elas não resolvem o problema: o dinheiro sujo sempre encontra um jeito de aparecer.
6. Incentivo extra
Incentivo a doações legais podem ser a solução. O governo poderia oferecer benefícios fiscais aos doadores ou dar uma porcentagem extra de dinheiro público aos candidatos que conseguem doações legais.
7. Justiça única
No Brasil, crimes eleitorais são julgados por tribunais especiais (que julgam apenas questões eleitorais). A distinção leva à corrupção. Como resolver? Usar o Código Penal para todos – candidatos ou não.
8. Escapando da Justiça
Políticos corruptos têm seus nomes encaminhados à Justiça Eleitoral. Em tese, seriam inelegíveis a partir desse momento. Mas os recursos conseguem arrastar o processo por vários anos. Quando são condenados, já passaram por vários mandatos e enriqueceram com nosso dinheiro.
9. Infidelidade partidária
As eleições para o Legislativo são proporcionais (o número de cadeiras que um partido ocupa depende do número total de votos na sigla). No Brasil, o cálculo usa o método D`Hondt, que privilegia o número absoluto de votos que a legenda recebeu e incentiva que candidatos nanicos se filiem a legendas maiores só para pegar carona. O resultado é um Congresso com representantes sem comprometimento com as propostas políticas dos partidos, levando ao troca-troca sem fim de siglas.
10. Equação mais justa
O método usado na Noruega (chamado de Sainte-Langue) considera também o númerode votos individuais dos políticos. Assim, dificulta a eleição de candidatos com votações pouco expressivas.
11. Cadeia neles
Funcionários públicos pegos com a boca na botija – ou, para usar uma metáfora mais atual, com dinheiro na cueca – são investigados como qualquer outro cidadão, o que significa processos lentos e punições que nunca chegam. Uma das soluções seria instituir o rito sumário (que diminui a possibilidade de recursos) para processos de desvio de dinheiro público.
12. Toma lá, dá cá
O poder público é obrigado a abrir licitações para compra de materiais e contratação de serviços. O problema é que elas se tornaram foco de corrupção: empresários são favorecidos nos processos de licitação, em troca de propina. O resultado é o superfaturamento: nós acabamos pagando muito por produtos ou serviços que custam bem menos.
13. Todos na rede
Quando a sociedade toda pode acompanhar as compras do poder público, o risco de fraude é menor. Um jeito de garantir essa transparência é instituir licitações eletrônicas, em que qualquer empresa pode concorrer via internet . Tudo às claras.
14. A justiça tarda…
… e falha. Político preso é artigo raríssimo no Brasil. A imunidade parlamentar e as diversas possibilidades de recursos permitem que mesmo os corruptos escapem das punições.
15. A regra é clara
A lei brasileira já é impecável no que se refere às CPIs. A Constituição diz que o Congresso pode instaurar uma Comissão Parlamentar de Inquérito desde que um terço dos parlamentares assine o requerimento.
16. CPIzza
Os regimentos internos da Câmara e do Senado determinam que todos os partidos – inclusive os da base de apoio do governo – indiquem integrantes para a CPI. Os governistas muitas vezes atrasam as indicações, de propósito. Ou seja, a CPI, que deve ser um instrumento da minoria, acaba dependente da vontade da situação. Além disso, acordos internos costumam sepultar as investigações.
17. Pressão popular
Mesmo com todas as entrelinhas das normas internas do Legislativo, a CPI costuma sair diante da pressão da sociedade. A mídia tem função decisiva nesse processo.
18. Quem manda?
O Ministério Público investiga suspeitas de corrupção política. Quando termina um inquérito, submete suas conclusões à Polícia Federal e às polícias estaduais para que os culpados sejam presos. Mas quem manda nas polícias são o presidente (no caso da PF) e os governadores (nos estados).
19. Troca de chefia
Para evitar que as polícias descumpram as decisões do Ministério Público, a solução é radical: transferir o comando delas para o MP, invertendo a ordem das hierarquias.
20. Lama neles
Hoje, estima-se que a corrupção custe cerca de 72 bilhões de reais ao Brasil. É mais do que gastamos com educação e quase o mesmo montante destinado à área da saúde.
21. Um país melhor
Lisura política é sinônimo de desenvolvimento social. A redução de 10% no nível de corrupção poderia aumentar em 50% a renda per capita do brasileiro, num período de 25 anos.
Fontes: Bruno Speck, cientista político da Unicamp; Claudio Abramo, diretor-executivo da ONG Transparência Internacional; Jens Andvig, economista do Instituto Norueguês para Assuntos Internacionais; Johann Lambsdorff, economista da Universidade de Oassau (Alemanha); Sérgio Abranches, cientista político e professor visitante da UFRJ.

Transcrito com adequações na formatação de: http://super.abril.com.br/comportamento/como-acabar-com-a-corrupcao/


SOBRE O AUTOR DO ARTIGO



André Santoro é jornalista
e professor na Universidade Mackenzie


CONCLUSÃO

         Este trabalho pode ser melhorado através de críticas construtivas e sugestões. É assim que tenho feito com todas as postagens publicadas em meu blog.

        Portanto, se você tiver qualquer contribuição a fazer, poderá entrar em contato comigo através do e-mail indicado no final desta publicação.


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Wilson do Carmo Ribeiro é industriário aposentado, professor e historiador diletante. 
É presbítero emérito da Igreja Presbiteriana do Brasil.

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NÃO CONFUNDIR DOENÇAS E DEMÔNIOS

APRESENTAÇÃO

Se existe uma prática que considero intolerável é aquela na qual o pastor, missionário ou obreiro, trata todas as enfermidades como coisas do demônio.
Em programas na televisão, esses obreiros, em determinado momento do programa, convidam (à exaustão) pessoas que estejam com as mais varias dores provocadas por doenças para que recebam a oração de libertação e cura desses males.
Invariavelmente se apresentam dezenas de pessoas, geralmente senhoras acima dos cinquenta anos, as quais, após a oração do obreiro, (que diz ter expulsado os mais variados tipos de demônio)  e a pedido dele, levantam suas mãos para testemunhar a “cura”. 
E aí vem uma “enxurrada” de informações: alguns foram curados de dores nas costas, outras de dores nos quadris, outras de dor de cabeça, etc.
Ora!: Quem não sabe que homens e mulheres depois de determinada idade têm artroses (que não se curam, mas apenas se amenizam com medicamentos e fisioterapias?)  Que todo idoso tem um sem número de perrengues, com os quais tem de conviver, pois são as “marcas do tempo” ?
Se lermos os Evangelhos vamos ver que Jesus curou muita gente e expulsou muitos demônios. Mas nunca generalizou. Doença era doença e demônio era demônio. Um dos poucos casos em que as duas coisas estavam juntas é o da mulher encurvada (Lc. 13-10-13).
Em suma: Se toda doença é proveniente de demônio e todos morrem por causa de uma delas, todos nós morremos endemoniados. Inclusive os que assim pregam.
Mas vou parando por aqui. Selecionei um excelente trabalho sobre o assunto na internet e convido-o a lê-lo. É um pouco extenso, por isso, se achar conveniente, leia-o em partes. Deus te abençoe. 

NÃO GENERALIZAR

Quero começar este texto pedindo perdão. Pois estou tão transtornado com o que li em dois comentários deixados no mesmo dia aqui no APENAS que posso soar um pouco rude – embora esteja lutando contra minha natureza humana para ser manso nas minhas palavras. Há duas coisas que me tiram do sério, confesso: injustiças e pessoas que impõem jugos sobre o próximo que Deus não impõe – gente que julga irmãs por usar calça ou saia, que não perdoa quem Deus perdoou, que diz que se alguém não foi curado de uma doença foi por falta de fé… ou que acusa outros de estarem possessos por demônios. Isso mesmo. Fiquei horrorizado ao ler dois comentários sobre pessoas que tiveram de ouvir que estavam possuídas por demônios. A falta de amor e a ignorância de quem fez esse tipo de afirmação mostram o estado de analfabetismo bíblico e de ausência de discernimento em que se encontra grande parte da Igreja de nossos dias. Quero falar sobre isso, correndo o risco de irritar alguns e de provocar polêmica. Mas vale a pena o risco, em nome da verdade bíblica e do amor cristão.
Reproduzo aqui sem alterar uma vírgula o que o primeiro irmão escreveu. Note a agonia contida em suas palavras, causada pelo que ele ouviu (a bem da verdade, um esclarecimento: eu não sou pastor):
“olá amado Pastor, só fugindo um pouco do tema que o senhor postou, eu queria te fazer uma pergunta . Hoje eu fui numa loja evangélica atrás de um livro que falasse de doenças depressivas, ou mentais, não sei se é a mesma coisa, então o vendedor me indicou o senhor me garantindo que o senhor é muito bom e confiável, é que eu tenho uma irmã que é esquizofrênica, e muitas pessoas dizem que é possessão demoníaca, e as vezes isso deixa ela muito triste, ela é uma pessoa totalmente normal, mas a base de remédios, se ela não tomar ela entra em crise, queria saber sua opinião sobre isso. Esquizofrenia é possessão ou não, é muito importante pra mim.”
Já vai longe o tempo em que se desconheciam transtornos mentais como a esquizofrenia. Hoje a psiquiatria entende bem essa e outras moléstias de origem cerebral, como síndrome do pânico, fibromialgia, EPT, TOC, depressão clínica e por aí vai. Embora em alguns casos não se saiba ainda a causa ou o mecanismo exato de funcionamento de tais distúrbios, a medicina humana que Deus nos deu por sua graça comum permite diagnosticar e tratar com uma considerável taxa de sucesso a maioria dessas patologias. No caso específico da esquizofrenia, estima-se que 1% da população mundial sofra desse mal.


Creio na existência de demônios. Creio em possessão demoníaca. Já vi pessoas endemoninhadas e, pelo nome de Cristo e seu amor, eu mesmo já expulsei demônios. Mas não é por isso que vou ignorar as descobertas da ciência e dizer que tudo é possessão. Essa é a resposta mais fácil, rápida e ignorante que há. Sempre desconfio. Recentemente preguei em certo lugar e, ao final do culto, um irmão me procurou. Saímos para beber alguma coisa e ele me contou estar com pensamentos de morte e um sentimento de opressão. Não tive nenhuma prova de que era algo de origem espiritual. Então oramos e recomendei a ele que buscasse seu pastor para avaliar essa possibilidade e que em paralelo fosse a um psiquiatra para fazer uma avaliação. Sendo uma ou outra causa, ele estaria coberto e bem amparado.
Meu pensamento e minha experiência me levam a uma prática simples: oremos. Se for um mal de causa espiritual, revelará sua presença e agiremos como Jesus agiu: “Cala-te e sai”. Sem shows. Sem espetáculos. Sem alto-falantes. Sem berrarias. Sem câmeras de televisão. Sem expor ao vitupério público ou traumatizar ainda mais aquela pobre alma aprisionada, que tem de ser amada e cuidada. Prestamos tanta atenção ao demônio que nos esquecemos do ser humano que está sofrendo sob sua influência. Antes de pensarmos em poder temos de pensar em amor. Tendo isso na mente e no coração, expulsar aquela imundície da vida da pessoa ocorre naturalmente. Sem dar chance de falar muito: “Cala-te”. E sai. Pronto. E, depois, é fundamental iniciar um discipulado com aquela vida. O exorcismo não é a última etapa, é a primeira. Pois mais do que ser liberto de demônios, importa caminhar com Cristo. Expulsar e largar pra lá não adianta nada.
Se na oração e em um eventual acompanhamento não houver nenhum indício de influência espiritual (seja opressão ou possessão), costumo recomendar à pessoa que procure um bom psiquiatra, para que faça um diagnóstico e inicie um tratamento. Já vi mais de uma dezena de “possessos” terem seus “demônios” expulsos por comprimidos e pílulas.


Lembro quando, alguns anos atrás, comecei a sentir tonteiras diárias. Após exames como ressonância, tomografia e eletroencefalograma, o neurologista diagnosticou um tipo leve de epilepsia, que causa tonturas e dores de cabeça. O tratamento: três anos tomando carbamazepina. Nessa época ouvi de um cristão que “não existe epilepsia, todo caso de epilepsia é na verdade possessão”. Pois bem, depois dos três anos recebi alta e nunca mais senti nenhum dos sintomas: os neurotransmissores descompassados do meu cérebro estavam equilibrados e tudo ficou bem. Se fosse acreditar no que aquela pessoa disse, teria de admitir que a carbamazepina tem o mesmo poder que o nome de Jesus para expulsar demônios. Que tal?
O segundo relato veio de um jovem que estava, em suas próprias palavras, “numa aflição enorme, com dores no peito, deprimido e coisas do gênero”. A razão? Mostrou para os pais um texto que escrevi sobre batalha espiritual e teve de ouvir deles que o que falei “é coisa do diabo” e que por isso ele “precisava de libertação”. Segundo esse irmão, “meu pai me disse duas vezes que eu estava com o diabo no corpo de pensar isso que você diz no texto”. Compreensivelmente assustado, o jovem concordou em ir a um “culto de libertação”. Lá, segundo contou, na hora em que foram orar por ele o intercessor “chamou o inferno inteiro e repetia várias vezes: Eu sei que você está aí dentro desse rapaz, sai daí agora em nome de Jesus!! Nessa hora eu pensei: estou sendo liberto ou carregado com coisas ruins espiritualmente?”. E desde aquele dia esse jovem, que estava bem, passou a se sentir mal, aflito, confuso, com dores e depressão.


Não preciso dizer o quanto me entristece, choca e abate ler relatos como esse. Você consegue sentir na sua pele a dor de um filho que ouve dos próprios pais que “tem o diabo no corpo”? Que jugo terrível foi posto sobre um jovem cristão simplesmente por ter uma visão teológica diferente da de outros irmãos. Por preferir crer na Bíblia em vez de nas doutrinas de demônios ensinadas por esses grupos de batalha espiritual que baseiam seus ensinos apócrifos em “revelações” de supostos ex-satanistas ou de demônios, feitas em sessões de exorcismo. Como se demônios fossem revelar as verdades do inferno, esses mentirosos. E os irmãos seduzidos por essas histórias deixam a Bíblia sagrada de lado e preferem acreditar em “guerreiros da luz” e “divinas revelações do inferno” – enormes absurdos do ponto de vista bíblico. Onde está a sã doutrina? Onde está o amor pelo próximo? Como crer que poder de Deus se manifesta independentemente do amor de Deus? Desculpem, estou realmente muito triste e abalado por essas histórias.
O que mais incomoda nesses relatos é que pessoas desinformadas, patologicamente místicas ou seguidoras desses grupos irresponsáveis de batalha espiritual acabam jogando legiões de demônios nas costas de pessoas normais ou de vítimas de doenças bioquímicas – demônios que simplesmente não estão lá. Fazem pessoas espiritualmente saudáveis crer que são possessas. Você consegue ter ideia do que sente alguém que ouve isso a seu respeito? Da sensação de desamparo, culpa e uma lista enorme de emoções negativas? Afirmações irresponsáveis como essas podem piorar o estado de saúde dos doentes, sem falar que, enquanto dez “obreiros” ficam berrando no ouvido do pobre coitado e sacudindo sua cabeça tentando expulsar um suposto demônio que não está lá, ele está deixando de ser tratado adequadamente. E sendo severamente traumatizado.
Quando falamos dos dons do Espírito mencionados em 1 Coríntios 12, muitos ficam salivando para profetizar, sobem o monte e fazem correntes e campanhas para receber dons de curar e por aí vai. Mas pouquíssimos pedem a Deus discernimento de espíritos. E, ao meu ver, é um dos dons mais necessários e mais ausentes da Igreja em nossos dias. Falta discernimento. Pior: falta bom senso.


Perdoe-me o tom chateado, por favor. Mas me ponho no lugar da irmã desse querido que escreveu o comentário acima e do jovem acusado de ter o diabo no corpo e a dor que sinto por eles é muito grande. Vitimada por uma enfermidade psiquiátrica e ainda por cima acusada de possessão demoníaca. Chamado de endemoninhado pelos próprios pais. Que jugo enorme! É muita falta de amor dizer uma coisa dessas para alguém. Mesmo que fosse o caso, não se deveria falar nada, mas orar e deixar o nome de Jesus fazer o resto, sem penalizar aquela alma mais ainda. São seres humanos, por Deus! Onde estão nossa compaixão e nossa graça!?
Vivamos com olhos espirituais abertos sim. O mundo espiritual existe, todos sabemos que nossa luta não é contra carne e sangue, que Jesus expulsou demônios e Satanás vive em derredor buscando quem possa tragar. Creio em tudo isso. Mas não podemos jamais deixar de lado a razão ou o coração. A ciência e a compaixão. As descobertas da medicina e as misericórdias com os que sofrem. Senão daqui a pouco estaremos novamente torturando epiléticos, afogando quem discorda de nossas crenças teológicas e queimando pessoas com síndrome de Down na fogueira achando que são bruxos e feiticeiros. Ou, quem sabe, duendes e fadas.




SOBRE O AUTOR DO TEXTO


Mauricio Zágari

Maurício Zágari é membro da Igreja Cristã Nova Vida, em Copacabana (Rio de Janeiro-RJ), jornalista e teólogo e foi professor durante nove anos de disciplinas como Teologia Prática, Ética cristã, História da Igreja e Filosofia para bacharelados em Teologia.


CONCLUSÃO

         Este trabalho pode ser melhorado através de críticas construtivas e sugestões. É assim que tenho feito com todas as postagens publicadas em meu blog.

        Portanto, se você tiver qualquer contribuição a fazer, poderá entrar em contato comigo através do e-mail indicado no final desta publicação.


SOBRE O AUTOR DA POSTAGEM


Wilson do Carmo Ribeiro é industriário aposentado, professor e historiador diletante. 
É presbítero emérito da Igreja Presbiteriana do Brasil.

E-mail: prebwilson@hotmail.com