segunda-feira, 22 de agosto de 2016

COMO SE DÁ A FORMAÇÃO DE UM PASTOR PRESBITERIANO

APRESENTAÇÃO

Sabe-se que os padres que ministram no Catolicismo Romano têm uma formação superior feita em seminários, nos quais os candidatos ao sacerdócio obtêm a necessária formação para o exercício da sua função.
Além disso, cumprem formalidades e passam por ritos e cerimônias até chegar ao ofício sacerdotal.
E entre os cristãos evangélicos, como é a formação dos ministros, ou pastores, como são mais conhecidos?
Como existem muitas denominações evangélicas (ou protestantes), vamo-nos ater aos pastores presbiterianos no que diz respeito aos requisitos para a formação e ordenação deles.

COMO SE  DÁ A FORMAÇÃO DE UM MINISTRO DA IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL

Várias etapas antecedem a ordenação de um Pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil.
Procuraremos aqui mostrar quais são elas:

Do “Aspirante” ao Ministério

1.     Requisitos para apresentar-se ao Conselho da Igreja:
1.1.  ser membro em plena comunhão
1.2.  ser membro perfeitamente integrado
1.3.  ser membro há pelo menos dois anos.

2.     Perante o Conselho:
2.1.  exame preliminar quanto a vocação e dom ministerial
2.2.  se aprovado, arrolar como “Aspirante” e comunicar, por escrito, ao Presbitério ao qual a Igreja está jurisdicionada

3.     Responsabilidades do Conselho da Igreja:
3.1.  observar e acompanhar o aspirante pelo período de um ano
3.2.  indicar um trabalho específico para o aspirante: aula da Escola Bíblica Dominical, pregar, dirigir reuniões e outras atividades
3.3.  exigir um relatório detalhado do aspirante no final do período de um ano
3.4.  acompanhar o trabalho do aspirante através do Pastor da Igreja
3.5.  avaliar periodicamente o aspirante
3.6.  após o período de observação, encaminhar o aspirante ao Presbitério para exame
3.7. dialogar com o aspirante e sua família quanto a participação financeira dos mesmos na sua formação. O Presbitério Unido (PRUN) do qual nossa Igreja é membro, desde 2003, não arca com despesas de mensalidades, taxas, matrículas, auxílio moradia ou qualquer outro custo ligado ao sustento de aspirantes ou candidatos.

4.     Responsabilidades do aspirante (durante o ano de observação/preparo):
4.1.  ler a Bíblia toda
4.2.  sob a orientação do Pastor da Igreja, escolher e ler sete livros entre os seguintes: “O peregrino”, J. Bunyan – “Mais que um carpinteiro”, J.Mcdowl – “Em seus passos o que faria Jesus”, R. Sheldon – Seguir a Jesus, o mais fascinante projeto de vida”, Cáio Fábio – “Celebração da disciplina”, R.Foster – “Icabode”, R.Amorese – “A luta”, J.White – “Lições aos meus alunos”, C.H.Spurgeon – “Ministério Ideal”, C.H.Spurgeon – “Obreio aprovado”, R.Baxter – “Liderança espiritual”, O.Sanders – ‘” Discipulado espiritual”, O.Sanders – “Até os confins da terra”, R.Tucker – “Cristianismo através dos séculos”,  E.Carns
4.3.  fazer as leituras e estudos que lhe permitam comprovar maturidade, desenvolvimento sócio-cultural e eclesial e facilidade para expor a Bíblia, dar aulas na E.B. Dominical, pregar o Evangelho, dirigir reuniões, com relativo conhecimento bíblico, conhecimento da Igreja, inclusive administração e governo, doutrina, sacramento e ministério
4.4.  concluir ou Ter concluído o 2º grau ou equivalente, legalmente comprovado
4.5.  apresentar relatório periódico e anual de suas atividades ao Conselho da Igreja.

De “Aspirante” para “Candidato”

5.     Responsabilidades do aspirante:
5.1.  relatório detalhado das atividades realizada durante o ano de observação e preparação
5.2.  declaração de leitura da Bíblia toda e de sete dentre os livros indicados
5.3.  atestado de sanidade física, por profissionais indicados pelo Presbitério
5.4.  atestado de sanidade mental, por profissionais indicados pelo Presbitério
5.5.  certificado de conclusão do 2º grau ou equivalente; no Presbitério Unido (PRUN), ao qual pertence nossa Igreja, desde 2003, é exigido grau superior reconhecido pelo MEC
5.6.  curriculum vitae

6.     Responsabilidades do Conselho da Igreja:
6.1.  declaração de membresia, contendo data de profissão de fé e de recepção como membro
6.2.  relatório sobre o “modus faciente” e “modus vivendi” do aspirante quanto a sua recepção, período, trabalho designado, periodicidade de avaliação  e parecer final
6.3.  carta encaminhando o aspirante ao Presbitério
6.4.  informações sobre a participação financeira da Igreja e família na formação do aspirante

7.     Responsabilidades do Presbitério:
7.1.  verificar se todos os requisitos foram cumpridos pelo aspirante e Conselho da Igreja
7.2.  verificar se todos os documentos foram entregues e estão corretos
7.3.  analisar os atestados de sanidade física e mental
7.4.  examinar o aspirante conforme o art. 116, da CI/IPB (“. . . o Concílio examinará o aspirante quanto aos motivos que o levaram a desejar o ministério; e, sendo satisfatórias as respostas, passará a ser considerado candidato.”)
7.5.  se aprovado, declarar como “Candidato”, designar Seminário onde estudará e, portanto, onde deverá prestar vestibular, e nomear tutor eclesiástico.

Do Candidato e do Tutor:

8.     Responsabilidades do candidato:
8.1.  informar mensalmente o Tutor sobre problemas, dificuldades e atividades, práticas pastorais e eclesiásticas
8.2.  comunicar ao Tutor quaisquer decisões quanto a vida pessoal, inclusive de natureza espiritual e afetiva
8.3.  cientificar o Tutor de obras teológicas e/ou de cultura geral, solicitando inclusive, se for o caso, sugestões bibliográficas específicas
8.4.  comunicar ao Tutor problemas de saúde, se houver
8.5.  comparecer a todas as reuniões ordinárias do Presbitério.

9.     Responsabilidades do Tutor:
9.1.  acompanhar o candidato em sua vida acadêmica, vocacional e espiritual naquilo que se fizer necessário
9.2.  comunicar ao Presbitério (Comissão Permanente de Candidatos) os problemas cujas soluções não conseguir pessoalmente
9.3.  atender ao candidato em suas necessidades referidas no item 8.1. acima
9.4.  participar das reuniões trimestrais da Comissão Permanente de Candidatos
9.5.  prestar relatório trimestral à C.P. de Candidatos dentro de espírito destas normas
9.6.  orientar o candidato e prover campos para a prática pastoral, caso o candidato não consiga
9.7.  contribuir, com todo empenho, para o crescimento intelectual, espiritual e teológico do candidato
9.8.  relacionar o candidato do melhor modo possível com o Presbitério e suas Igrejas
9.9.  determinar que o candidato esteja presente a todas as reuniões ordinárias do Presbitério, prestando serviços e se familiarizando com os trabalhos conciliares. 


Fonte: - Boletim Informativo da 40ª Reunião Ordinária do Presbitério Unido – 10 a 12/02/2000.    
- Resolução n.º 20 - Manual do Aspirante, do Candidato e do Tutor
- Boletim Informativo da 48ª Reunião Ordinária do Presbitério Unido – 29 e 30/11/2002
- Resolução n.º 6.


ACERVO FOTOGRÁFICO


Rev. Ashbel Green Simonton
Fundador do presbiterianismo
no Brasil em 1859

Rev. José Manoel da Conceição
1º pastor presbiteriano brasileiro

Rev. Roberto Brasileiro Silva
Presidente do Supremo Concílio
da Igreja Presbiteriana do Brasil

Imposição das mãos na ordenação de um
pastor presbiteriano

Após a ordenação, o pastor presbiteriano faz
 sua primeira impetração da bênção apostólica

Seminário Presbiteriano do Sul (Campinas, SP)

Seminário Presbiteriano do Norte (Recife-PE)

Seminário Presbiteriano Rev. José 
Manoel da Conceição (São Paulo,  SP)

Universidade Presbiteriana Mackenzie
 (São Paulo, SP)

Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

Igreja Presbiteriana de Sorocaba (Centro)


Vídeo - Jubilação do Reverendo Leocádio Carpiné


JUBILAÇÃO

A jubilação do pastor presbiteriano acontece quando o obreiro completa setenta anos de idade. Até pouco tempo era compulsória, porém agora é facultativa. 
No vídeo que mostramos sobre a jubilação do pastor Carpiné temos a cerimônia oficial que a Igreja Presbiteriana do Brasil realiza, homenageando assim seu ministro que deixa a ativa, porém não o impede de continuar pregando, ensinando e participando dos concílios da igreja.



AGRADECIMENTO


Agradecemos o Reverendo Manoel Peres Sobrinho, decano do Presbitério Leste Sorocabano, o qual foi nosso pastor nas Igrejas Presbiterianas de Alumínio e de Mairinque.
Sempre muito gentil, foi ele quem nos enviou o material didático que utilizamos para fazer este trabalho.

Natural de Votorantim, o Reverendo Manoel fez seu curso teológico no Seminário Presbiteriano do Sul em Campinas e mestrado na Universidade Mackenzie.


CONCLUSÃO

         Este trabalho pode ser melhorado através de críticas construtivas e sugestões. É assim que tenho feito com todas as postagens publicadas em meu blog.

        Portanto, se você tiver qualquer contribuição a fazer, poderá entrar em contato comigo através do e-mail indicado no final desta publicação, ou por mensagem no Facebook.

SOBRE O AUTOR DA POSTAGEM



Wilson do Carmo Ribeiro é industriário aposentado, pedagogo e historiador diletante. 
É presbítero em exercício da Igreja Presbiteriana do Brasil, servindo atualmente na Igreja Presbiteriana Rocha Eterna de Sorocaba.
E-mail: prebwilson@hotmail.com


sexta-feira, 12 de agosto de 2016

SÃO MIGUEL ARCANJO, SP - HISTÓRIA ILUSTRADA DO MUNICÍPIO

APRESENTAÇÃO

Conheci a cidade de São Miguel Arcanjo no início da década de 1970, participando de um intercâmbio entre a Igreja Presbiteriana de Alumínio e a Igreja Presbiteriana Independente local.
Estive outra vez na cidade, numa festa realizada pela família do Sr. José Ramos (esposa dona Josefa), que tem vários descendentes laborando nas cidades de Alumínio e Mairinque, localizadas entre Sorocaba e São Roque, onde morei e trabalhei durante trinta e cinco anos e tive a grata satisfação de conviver com esse povo amável e operoso.

Também de São Miguel Arcanjo, migrou para Alumínio o Sr. Antonio Francisco Ramos com sua esposa dona Maria Fidelis e os filhos, Valdir, Vanderli e Elisete. Enquanto ele desenvolveu operosa carreira na Cia. Brasileira de Alumínio, os dois filhos preferiram trabalhar no setor de transporte de cargas com seus caminhões.
O Sr. Ramos foi diácono e posteriormente presbítero na Igreja Presbiteriana de Alumínio, sendo homem muito respeitado por sua moralidade, inteligência e capacidade laboral.


ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL

Poder Executivo

Paço Municipal

Tsuosihi José Kodawara
Prefeito

Carlos L. Arantes Barbosa
Vice-Prefeito


    
Poder Legislativo
(Vereadores)

Câmara Municipal

Chico Professor

Cid do Gás

Claudinho

Eliana Psicóloga

Elias da Ambulância

Juninho Silva

Marcelo da Vila Nova

Marquinho Paraná

Miguel do Posto

Paulo Oreia

Toninho Fiscal


  HISTÓRIA

Em meados do século XIX, povoadores fixaram-se ao longo da estrada de ligação entre Sorocaba e o Sul do País, formando novas fazendas dedicadas a culturas diversas. Nessa época, ao sul de Itapetininga, um de seus povoadores, o Tenente Urias Emígdio Nogueira de Barros, juntamente com parentes e amigos concentrados numa extensa área, formou o antigo bairro fazenda Velha.  
Segundo informações, Maximina Ubaldina Nogueira Terra, filha do Tenente Urias, em homenagem ao seu marido falecido, Miguel dos Santos Terra, doou à igreja, terras para construção da capela, sob a invocação de São Miguel Arcanjo, daí derivando o nome do povoado que se formou em torno da ermida. Foi elevado em 1877, à freguesia com o nome de São Miguel Arcanjo. O seu desenvolvimento sócio-econômico iniciou-se com o cultivo do algodão, que saía da roça para descaroçamento na cidade, em beneficiadoras Nacionais e Estrangeiras, que na década de 1920, somavam vinte estabelecimentos. Segundo alguns historiadores, essa foi a fase mais rica do Município.  
Quando da II Guerra Mundial, a Inglaterra, principal consumidor. Deixou de adquirir o algodão São-Miguelense, os inúmeros proprietários abandonaram o seu cultivo, passando à exploração da madeira para carvão de grande importância para a economia local. Outra base econômica, na época, foi a cultura de batata iniciada pelos primeiros imigrantes Japoneses, logo após a II Guerra.  
Vindo da Itália, o comendador Dante Carraro adquiriu grande área de terra e introduziu o trigo. Logo depois as culturas aumentaram e o trigo tornou-se slogan de bancos nas praças da cidade. Entretanto, com a morte de Dante Carraro, sua família abandonou essa cultura, dedicando se à pecuária. Na década de 1950, a família Masato Fujiwara trouxe mudas de uvas-itália que se tornou, mais tarde, a principal fonte de renda da cidade.

Formação Administrativa

Distrito criado com a denominação de São Miguel Arcanjo, pela lei provincial nº 58, de 12-05-1877. 

Elevado à categoria de município a denominação de São Miguel Arcanjo, pela lei provincial nº 86, de 01-04-1889, desmembrada de do município de Itapetininga. Sede no antigo distrito São Miguel Arcanjo. Constituído do distrito sede. Instalado em 30-10-1889.

Elevado à condição de cidade com a denominação de São Miguel Arcanjo, pela lei estadual nº 1038, de 19-12-1908. 

Em divisão administrativa referente ao de 1911, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo no quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943. 

Pela lei estadual nº 233, de 24-12-1948, incorpora o distrito de Abaitinga ao município de São Miguel Arcanjo. Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 2 distritos: São Miguel Arcanjo e Abaitinga. 

Pela lei estadual nº 2456, de 31-12-1953, o distrito de Abatinga foi extinto, sendo seu território anexado ao distrito sede do município Miguel Arcanjo.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005. 

Pela lei é criado o distrito de Gramadão e anexado ao município de São Miguel Arcanjo. 

Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 2 distritos: . São Miguel Arcanjo e Gramadão. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

Aniversário da Cidade 
O aniversário da cidade é comemorado no dia 1º de abril. 

Gentílico 
sãomiguelense 


OUTRAS INFORMAÇÕES

Geografia

O município de São Miguel Arcanjo está localizado na região Sudoeste e na 19ª Região Administrativa do Estado de São Paulo e encontra-se a uma altitude de 659 metros do nível do mar.
Em linha reta, até a Capital são 143 km; Pela rodovia Castelo Branco são 200 km. 
Incluindo o Parque Estadual Carlos Botelho, sua extensão territorial chega a 1.081 km² e tem como principais rios o Rio do Turvo, Rio Taquaral, Ribeirão São Miguel, Guarupu, Rio Acima e Córrego do Pinhalzinho.

Cidades limites com São Miguel Arcanjo: 

Norte: Itapetininga - 30 km   http://www.saomiguelarcanjo.sp.gov.br/img/mapa.gif
Sul: 
Sete Barras - 85 km   http://www.saomiguelarcanjo.sp.gov.br/img/mapa.gif
Leste: 
Pilar do Sul - 23 km   http://www.saomiguelarcanjo.sp.gov.br/img/mapa.gif
Oeste:
 Capão Bonito - 45 km   http://www.saomiguelarcanjo.sp.gov.br/img/mapa.gif

 São Miguel Arcanjo em Números

População Estimada 2015 
32.769 habitantes 
Área 
930 Km² 
Bioma 
Mata Atlântica 
Densidade Demográfica (Habitantes/km2) 
33,91 
Fonte: IBGE / SEADE 
  
 Economia

Sua economia está voltada para o setor agrícola, com o predomínio do cultivo de uvas do tipo Itália e Rubi.
Uma variedade que cresce muito na cidade é a uva rústica de mesa, como a Niágara, (tratando - se de uma uva com menos custo para a produção),visto que na reforma dos parreirais os produtores vem optando pelo plantio da mesma,também ganhando espaço em novas áreas, principalmente na divisa com Capão Bonito (SP). A uva Niágara atualmente em São Miguel Arcanjo, é responsável por 40% da produção do Estado de São Paulo.
Também há outros, como o cultivo da batata, soja e feijão, etc.

Participação da Agropecuária no Total do Valor Adicionado (Em %) 
38,51
PIB (Em milhões de reais correntes)(Em %) 
463,55
PIB per Capita (Em reais correntes) 
14.741,74
Fonte: SEADE 

Turismo

Atrativos naturais
Parque Estadual Carlos Botelho
Parque do Zizo
Parque da Onça Parda
Murucututu (área preservada particular)
Lagoa do Guapé - área de lazer e prática de pesca.

Atrativos culturais
Carnaval de Rua
Festa da Uva Itália
Festa do Vinho
Festa do Padroeiro
Festival do Bolinho de Frango
Festival Lollo Terra de MPB
Romaria dos Romeiros para Iguape
Romaria dos Cavaleiros nos Bairros, destino: município de Iguape tem como rota iniciada em São Miguel Arcanjo, passando por Sete Barras, Registro, Pariquera Açu e Iguape.
Fonte: IBGE / SEADE 


ACERVO FOTOGRÁFICO

Bandeira do Município

Agroindústria familiar

Associativismo e comercialização coletiva

Buscando atualização tecnológica

Ecoturismo

Ecoturismo (2)

Igreja Matriz

Parque Estadual Carlos Botelho

Distrito do Gramadão - Posto de Saúde

Parreirais

Pousada Vila da Mata

Projeto Cinema Rural

Safra de Uva de Mesa

Vinícola Monte Alto

31ª Festa da Uva

Rainha e princesas -= Festa da Uva



Vídeo - Colheita de nespera

Vídeo - São Miguel Arcanjo - 
A capital da Uva Itália.



PIONEIROS PRESBITERIANOS


Há que se destacar que duas das famílias pioneiras do presbiterianismo em Alumínio são oriundas de São Miguel Arcanjo. São as famílias Machado e Ribeiro de Medeiros, as quais chegaram em Alumínio no início dos anos 50 para trabalhar na Cia. Brasileira de Alumínio e seus descendentes ainda permanecem em atividade na cidade ou nas comunas próximas.

A essas famílias – Machado, Ribeiro de Medeiros e Ramos, dedico este trabalho. Ao amigo sãomiguelense Miguel Fernandes Ribeiro e sua família que muito contribuiu para o desenvolvimento do presbiterianismo em Mairinque, deixo também meu preito de gratidão.



Famílias Ribeiro e Machado com outros membros
presbiterianos em Alumínio na década de 1950. 


Presbítero Miguel Fernandes Ribeiro e parte da família



UM ARTISTA NASCIDO EM SÃO MIGUEL BRILHA NO PARANÁ



Valdir Fidelis Ramos nasceu em São Miguel Arcanjo em 26-12- 1954. Depois de alguns anos veio com a família morar e trabalhar na região de Alumínio e Mairinque, cidades próximas a Sorocaba.
Com raízes evangélicas, pois seu pai foi presbítero na Igreja Presbiteriana, Valdir nem por isso deixa de compor e cantar o gênero que mais gosta: o sertanejo raiz.
Morando nas cidades já mencionadas, formou duplas e trios e participou e venceu festivais e gravou LP.
Atualmente morando na cidade de Maringá, norte do Paraná Valdir é um dos artistas do cast da TVC Net Canal 15, se apresentando no programa “Chora Viola” comandado por Braguito e Portinary.

No vídeo abaixo Valdir canta em dupla com o parceiro Marcelo Muniz, companheiro desde os tempos de Mairinque a canção Avenida Boiadeira, composição do inesquecível José Fortuna, considerado por muitos um dos maiores compositores da música sertaneja raiz de todos os tempos.



Vídeo: Valdir Fidelis e Marcelo Muniz cantam
 "Avenida Boiadeira", a imortal canção 
de José Fortuna.


CONCLUSÃO

         Este trabalho pode ser melhorado através de críticas construtivas e sugestões. É assim que tenho feito com todas as postagens publicadas em meu blog.

        Portanto, se você tiver qualquer contribuição a fazer, poderá entrar em contato comigo através do e-mail indicado no final desta publicação, ou por mensagem no Facebook.


SOBRE O AUTOR DA POSTAGEM


Wilson do Carmo Ribeiro é industriário aposentado, pedagogo e historiador diletante. 
É presbítero em exercício da Igreja Presbiteriana do Brasil, servindo atualmente na Igreja Presbiteriana Rocha Eterna de Sorocaba.
E-mail: prebwilson@hotmail.com