terça-feira, 27 de junho de 2017

CONHECENDO O MINISTRO EDSON FACHIN

APRESENTAÇÃO

Após a morte de forma trágica do Ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki, coube através de sorteio ao Ministro Luiz Edson Fachin assumir as funções de relator da operação Lava Jato na mais alta corte do país.
Sem dúvida, trata-se de incumbência das mais relevantes e que demanda muita responsabilidade da parte do excelentíssimo senhor ministro, e ele vem dando conta do recado com muita desenvoltura.
Nesta breve postagem, gostaria de apresentar aos leitores um resumo biográfico dessa eminente autoridade de nosso país. Vamos a ela:
“Luiz Edson Fachin é ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Foi sorteado para ser o relator das investigações da Operação Lava Jato no Supremo. 
Fachin nasceu em Rondinha, no interior do Rio Grande do Sul, em 8 de fevereiro de 1958, filho único de uma professora e de um agricultor. Formou-se em Direito pela Universidade do Paraná em 1980 e, no mesmo ano, abriu seu escritório de advocacia, a Fachin Advogados Associados, onde se especializou em casos de conflitos empresariais, sucessórios, ambientais, agrários e imobiliários.

Entre 1982 e 1987, foi procurador jurídico do Instituto de Terras, Cartografia e Florestas do estado do Paraná e em 1985 foi procurador-geral do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Também exerceu o cargo de procurador do estado do Paraná, de 1990 até 2006.

Fachin também fez parte da comissão do Ministério da Justiça que discutiu a reforma do Judiciário  e foi colaborador, no Senado Federal, do grupo que elaborou o novo Código Civil Brasileiro. Ele conquistou notoriedade no meio jurídico por suas teses envolvendo direitos civis e de família, suas especialidades.”



ILUSTRAÇÕES FOTOGRÁFICAS


Rondinha RS(cidade natal) 


Universidade Federal do Paraná 
 (onde fez o curso de Direito)


Ministro Teori Zavascki
(O antecessor)


Supremo Tribunal Federal
Fonte: Internet.


CONCLUSÃO

         Este trabalho pode ser melhorado através de críticas construtivas e sugestões. É assim que tenho feito com todas as postagens publicadas em meu blog.

        Portanto, se você tiver qualquer contribuição a fazer, poderá entrar em contato comigo através do e-mail indicado no final desta publicação.


SOBRE O AUTOR DA POSTAGEM


Wilson do Carmo Ribeiro é industriário aposentado, professor e historiador diletante. 
É presbítero emérito da Igreja Presbiteriana do Brasil.

E-mail: prebwilson@hotmail.com









domingo, 25 de junho de 2017

O QUE SIGNIFICA TER SIDO CRIADO À IMAGEM E SEMELHANÇA DE DEUS?

APRESENTAÇÃO

Propus-me a postar matéria no blog sobre esse assunto, o qual, convenhamos, não é muito fácil de ser entendido.
Fiz uma pesquisa na internet e selecionei matéria que achei concisa e suficientemente esclarecedora para que os leitores possam assimilar seu conteúdo.
Para esta apresentação, selecionei de outro trabalho um pequeno trecho. 

Ser criado à imagem e semelhança de Deus significa que somos parecidos com Deus. Cada pessoa reflete um pouco as caraterísticas de Deus. Os salvos também se tornam semelhantes a Cristo.
“Imagem” e “semelhança” significam a mesma coisa: parecença. Nós fomos criados parecidos com Deus (Gênesis 1:26-27). Isso não significa que Deus tem um corpo como o nosso. Deus é espírito. Nossos corpos mostram nossa parecença com as outras criaturas de Deus”.

https://www.respostas.com.br/o-que-significa-ser-criado-a-imagem-e-semelhanca-de-deus/

Vamos ao tema:


O QUE SIGNIFICA TER SIDO CRIADO À IMAGEM E SEMELHANÇA DE DEUS?

Pergunta: "O que significa dizer que o homem é feito à imagem e semelhança de Deus (Gênesis 1:26-27)?"

Resposta: 
No último dia da criação, disse Deus: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança” (Gênesis 1:26). Então, Ele terminou Seu trabalho com um “toque pessoal”. Deus formou o homem do pó e deu a ele vida, compartilhando de Seu próprio fôlego (Gênesis 2:7). Desta forma, o homem é único dentre toda a criação de Deus, tendo tanto uma parte material (corpo) como uma imaterial (alma/espírito).

Em termos bem simples, ter a “imagem” e “semelhança” de Deus significa que fomos feitos para nos parecermos com Deus. Adão não se pareceu com Deus no sentido de que Deus tivesse carne e sangue. As Escrituras dizem que “Deus é espírito” (João 4:24) e portanto existe sem um corpo. Entretanto, o corpo de Adão espelhou a vida de Deus, ao ponto de ter sido criado em perfeita saúde e não ser sujeito à morte.

A imagem de Deus se refere à parte imaterial do homem. Ela separa o homem do mundo animal, e o encaixa na “dominação” que Deus pretendeu (Gênesis 1:28), e o capacita a ter comunhão com seu Criador. É uma semelhança mental, moral e social.

Mentalmente, o homem foi criado como um agente racional e com poder de escolha: em outras palavras, o homem pode raciocinar e fazer escolhas. Isto é um reflexo do intelecto e liberdade de Deus. Todas as vezes que alguém inventa uma máquina, escreve um livro, pinta uma paisagem, se delicia com uma sinfonia, faz uma conta ou dá nome a um bichinho de estimação, esta pessoa está proclamando o fato de que somos feitos à imagem de Deus.

Moralmente, o homem foi criado em justiça e perfeita inocência, um reflexo da santidade de Deus. Deus viu tudo que tinha feito (incluindo a humanidade), e disse que tudo era “muito bom” (Gênesis 1:31). Nossa consciência, ou “bússola moral” é um vestígio daquele estado original. Todas as vezes que alguém escreve uma lei, volta atrás em relação ao mal, louva o bom comportamento ou se sente culpado, esse alguém está confirmando o fato de que somos feitos à própria imagem de Deus.

Socialmente, o homem foi criado para a comunhão. Isto reflete a natureza triúna de Deus e Seu amor. No Éden, o primeiro relacionamento do homem foi com Deus (Gênesis 3:8 indica comunhão com Deus), e Deus fez a primeira mulher porque “não é bom que o homem esteja só” (Gênesis 2:18). Todas as vezes que alguém escolhe uma esposa e se casa, faz um amigo, abraça uma criança ou vai à igreja, esta pessoa está demonstrando o fato de que somos feitos à semelhança de Deus.

Parte de sermos feitos à imagem de Deus significa que Adão tinha a capacidade de tomar decisões livres. Apesar de ter sido dada a ele uma natureza reta, Adão fez uma má escolha em se rebelar contra seu Criador. Fazendo isto, Adão manchou a imagem de Deus dentro de si, e passou adiante esta semelhança danificada a todos os seus filhos, incluindo a nós (Romanos 5:12). Hoje, ainda trazemos conosco a imagem de Deus (Tiago 3:9), mas também trazemos as cicatrizes do pecado. Mentalmente, moralmente, socialmente e fisicamente, mostramos os efeitos.

As boas novas são que, quando Deus redime uma pessoa, Ele começa a restaurar a imagem original de Deus, criando “o novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade” (Efésios 4:24; veja também Colossenses 3:10




CONCLUSÃO

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sexta-feira, 23 de junho de 2017

AGONIA E VERGONHA NA MORTE PELA CRUZ

APRESENTAÇÃO

Embora vejamos ou assistamos todos os anos por ocasião da Páscoa as encenações populares e nos filmes a cenas relativas a crucificação de Nosso Senhor Jesus Cristo, talvez não tenhamos uma exata compreensão do que realmente ocorria com os condenados a esse tipo de execução, a qual foi aplicada ao nosso divino Mestre.
Resolvi assim escolher uma exposição que fosse sucinta e ao mesmo tempo esclarecedora para compartilhar com os amigos e amigas no meu blog.
Optei por essa que ora transcrevo. Deus te abençoe.
Uma das mais terríveis formas de punição na Roma antiga, a crucificação combinava vergonha, tortura, agonia e morte. Era a mais humilhante das formas de execução.
Despojado de suas vestes, o condenado era açoitado impiedosamente pelos carrascos com um azorrague, espécie de chicote com cerca de oito tiras de couro cujas pontas eram reforçadas com objetos perfuro cortantes como pregos e pedaços de ossos, para aumentar o sofrimento da vitima.
Muitos não resistiam ao acoitamento e morriam antes da crucificação. Os que sobreviviam ao flagelo eram, muitas vezes, obrigados a carregar a sua cruz pelas ruas da cidade até o local da execução. Seminus, com a pele e a carne dilaceradas pelo castigo, eram expostos ao escárnio popular.
Pessoas cuspiam, atiravam coisas e insultavam os condenados. O peso da cruz era insuportável para eles, já fragilizados e extenuados pela longa sessão de tortura. Durante o percurso, as quedas eram freqüentes e as vítimas obrigadas a retomar a caminhada com a cruz sobre os ombros. Hoje, acredita-se que os condenados carregavam apenas a viga horizontal da cruz, a outra parte era fincada antes, no local da execução.
Finalmente, os braços do condenado eram atados à trave e seu corpo içado. Normalmente, os punhos eram atados à viga por cordas, mas em alguns casos, como o de Jesus, eram usados, além das amarras, cravos de ferro, que perfuravam a carne, destruindo nervos e ossos, multiplicando o sofrimento.
O cirurgião francês Pierre Barbet, do hospital Saint Joseph, de Paris, descreve a agonia da crucificação no livro A Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo. Segundo o cirurgião, com a carne e a pele dilaceradas pelas chibatadas com o azorrague, Jesus recebeu na cabeça espécie de coroa ou capacete feita com galhos entrelaçados de uma planta com espinhos, que perfuraram seu couro cabeludo, provocando fortes dores e sangramento abundante.
Em seguida, foi vestido com uma túnica. O tecido, em contato com as feridas abertas, gruda na carne. O braço horizontal da cruz é posto sobre seus ombros e ele é exposto à multidão feroz. Já sem forças, Jesus é rebocado com cordas pelos soldados, num percurso de cerca de 600 metros. Seus passos são arrastados, o peso da trave e a fadiga causam várias quedas, ferindo seus joelhos. Os soldados o agridem, o açoitam e o forçam a prosseguir.
Chegando ao Gólgota, os carrascos lhe arrancam violentamente a túnica – a carne grudada no tecido é dilacerada, gerando violentas dores.
Deitado de costas sobre a trave da cruz, Jesus tem os pulsos transpassados por longos cravos que se fixam na madeira e depois são rebatidos.
Outros especialistas defendem a hipótese de que, além dos cravos, os algozes tenham usado cordas para prender seus braços a cruz. Então foi içado rapidamente para o alto da estaca.
O nervo mediano lesionado pelos cravos se estica como uma corda de violino quando o corpo é suspenso. A cada solavanco, o nervo exposto em contato com o cravo provoca dores atrozes. As pontas dos espinhos rasgam o couro cabeludo e o crânio, cada vez que Jesus mexe a cabeça. Em seguida, seus pés são pregados a uma espécie de apoio fixado na estaca, para prolongar sua agonia.
A posição da cruz provoca o enrijecimento da musculatura dos braços, numa contração progressiva que se espalha pelos músculos do tórax, pescoço e abdômen. O processo, chamado de tetania, vai aos poucos tornando a respiração cada vez mais penosa até provocar a parada respiratória . O ar entra nos pulmões e não sai e, com isso, a vitima não consegue puxar o ar – lentamente vem a morte por asfixia.
Nos momentos finais de sua agonia, Jesus, num esforço sobre- humano, se apoiava nos pregos cravados em seus pés e erguia o corpo, aliviando a tração dos braços, para poder respirar e falar. Pede ao pai que perdoe seus algozes, e desabafa: “Eli, Eli, lama azavtani”(Pai, Pai, porque me abandonastes?).
Num último e derradeiro esforço, grita: “Pai em tuas mãos entrego meu espírito! Tudo está consumado!”. E morre, cumprindo com seu sacrifício a lei ditada por Moisés. O Cordeiro de Deus livra, com seu sangue derramado os pecados do mundo.
Fonte: http://www.tribunabm.com.br/vergonha-e-agonia-na-morte-pela-cruz/ (com algumas adequações de formatação).


CONCLUSÃO

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quinta-feira, 22 de junho de 2017

POR QUE OS HOMENS NÃO GOSTAM DE IR AO MÉDICO?

APRESENTAÇÃO

- “Nunca tive problema com a próstata – disse-me um amigo alguns anos mais velho que eu. Ele está beirando os 80 anos e eu estou próximo dos 76.
- Mas o senhor tem feito exames para saber se não tem mesmo nenhum problema?
- Não. Nunca senti nada, por isso nunca procurei o médico para tratar disso.
Em seguida, sabendo que já fiz procedimento há aproximadamente dez anos e terei de fazer novamente por causa de um problema chamado hiperplasia benigna prostática que nada mais é que o crescimento da próstata impedindo a liberação do liquido urinário, ele quis saber detalhes sobre como as coisas acontecem.
Posso dizer que duas coisas assustam muito os homens quando se trata exames de prevenção: o primeiro é o medo (isso mesmo, medo) de se tornar menos másculo por submeter-se a um exame de toque na próstata. O segundo é o pavor de fazer uma cirurgia prostática e ficar impotente.
No geral, o homem (salvo exceções)  tem muito mais dificuldade de fazer tratamentos de prevenção da saúde do que a mulher.
Mas deixemos que um artigo que selecionei na internet fale mais por si mesmo:

Por que os homens não gostam de ir ao médico? Exames de prevenção podem salvar a vida deles.

Não é só papo furado como muitos dizem, mas as mulheres (no geral, claro) realmente são muito mais atentas e comprometidas com a saúde. E não falo isso porque sou mulher não, viu! São os médicos e as pesquisas. Levantamento realizado da SBU (Sociedade Brasileira de Urologia) mostrou que 51% dos homens com mais de 45 anos nunca tinha ido ao médico recentemente, justamente na idade em que as doenças começam a aparecer.  Algumas das razões para isso foi, além da falta de tempo, dizerem que são saudáveis e não precisam ou medo de descobrirem doenças e ter que se tratar.
O curioso é que, historicamente, os homens têm mais problemas que as mulheres. Obesidade, hipertensão, diabetes, problemas cardiovasculares são mais comuns em homens — apesar de o público feminino estar se equiparando nos números devido a passam por mudanças de hábitos de vida, conforme me explicou o urologista e diretor de comunicação da SBU, Carlos Sacomani.
— Realmente, o homem procura bem menos os médicos. As mulheres começam a procurar desde a adolescência, com o ginecologista. O homem não tem muito isso. Do ponto de vista antropológico, o homem procurar o médico é sinal de fraqueza. Ele é criado (até hoje) com aquela coisa de ser infalível, ser uma pessoa poderosa. E, então, para que médico? Apesar que isso vêm mudando, graças até as campanhas.
São as mulheres que levam os homens!
Além de se preocuparem com a própria saúde, são as mulheres quem levam os homens ao médico, sabiam disso? Estudo recente do Centro de Referência em Saúde do Homem de São Paulo mostrou que 70% das pessoas do sexo masculino que procuram um consultório médico tiveram a influência da mulher ou de filhos, apesar de as campanhas ajudarem a conscientização dos homens.
— Por experiência pessoal, a mulher é ponto importante para estimular o homem ir ao médico. É ela que pergunta se ele foi, como estão os exames, como faz para se cuidar. Mesmo que ele tenha vindo sozinho, ele fala porque a filha ou a mulher questionaram por que ele não estava indo ao médico.
Quais as doenças mais comuns?
A partir dos 50 anos, o câncer de próstata passa ser a doença mais prevalente, só perde para o câncer de pele. Se o homem tiver irmão ou tio ou primo com câncer de próstata, o recomendável procurar o médico até antes, aos 45 anos.
Além do câncer, a partir dessa idade, o homem também pode sofre com o aumento benigno da próstata, que provoca dificuldade para unir, acordar muito para ir ao banheiro. Outros problemas que deve ficar atento ao “envelhecimento masculino”, popularmente conhecido como andropausa.
— Diferente da mulher, os problemas hormonais do homem não têm uma repercussão clínica evidente. Começa a ter disfunção erétil, sente mais cansado, não tem mais vigor físico, tem mais sono.
Além disso, o homem tem pressão alta, diabetes e obesidade. "Hoje, cada vez mais, nos preocupamos, pois, estudos mostram que obesidade está relacionado a câncer de próstata; colesterol alto e obesidade também podem aumentar risco de disfunção erétil”, explica Sacomani.
— Todas doenças comuns influem tanto em câncer como a função sexual. É comum os homens a partir dos 70 anos ter distúrbios urinários, em razão do envelhecimento da bexiga. São coisas que vão acontecendo e a grande maioria têm tratamento.
Então, a recomendação é pacientes acima dos 45 anos devem procurar o especialista para ser aconselhado sobre qual exame deve realizar e as vantagens e desvantagens de cada um.
— O que não dá para acontecer é hipertenso ter um AVC porque ficou hipertenso e não sabia que era hipertenso. Ter infarto porque é obeso com colesterol aumentado, diabético descontrolado. Tudo isso é reversível, não tem sentido deixar tudo isso de lado se pode ser tratado.
Então, incentive seu pai, amigo, irmão, marido, namorado a irem ao médico, pois você pode salvar a vida dele.


CONCLUSÃO

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Veja outro trabalho nosso na área da saúde do homem clicando aqui: 

quarta-feira, 21 de junho de 2017

ESTEVÃO - UM HOMEM QUE VIVEU DE FORMA PLENA

APRESENTAÇÃO

Estêvão foi o primeiro diácono da igreja primitiva e também o primeiro mártir do Cristianismo. Foi um homem que viveu de forma plena. Era cheio do Espírito Santo, cheio de sabedoria, cheio de fé, cheio de graça e cheio de poder. Estêvão viveu de forma superlativa e morreu de forma exemplar. Sua vida inspira ainda hoje milhões de pessoas. Seu legado atravessa os séculos. Sua voz ainda ecoa em nossos ouvidos e suas obras ainda nos deixam perplexos.
Copiei esta apresentação feita pelo Reverendo Hernandes Dias Lopes, conhecido pastor presbiteriano, o qual mantém programa dominical numa emissora de televisão e é muito apreciado por grande número de irmãos telespectadores.
É dele o artigo sobre Estevão, o primeiro mártir do cristianismo, que a seguir transcrevo:
“Seu discurso diante do sinédrio é o sermão com o maior número de citações bíblicas de toda a Escritura. Embora tenha sido eleito para a diaconia das mesas, exerceu também a diaconia da palavra. Conhecia a palavra, vivia a palavra e pregava com poder a palavra. Sua serenidade diante da perseguição era notória. Sua coragem para enfrentar a morte era insuspeita. Enquanto seus inimigos rilhavam os dentes contra ele, seu rosto transfigurava como o rosto de um anjo. Mesmo sendo apedrejado pelo seus algozes, orou por eles, à semelhança de Jesus. Em vez de evocar sobre eles a maldição, pediu a Jesus para não colocar na conta deles seus próprios pecados. Perdão e não vingança era o lema de sua vida.
Três marcas indeléveis distinguem esse protomártir do Cristianismo.
Em primeiro lugar, sua vida era irrepreensível (At 6.3). “Mas, irmãos, escolhei dentre vós sete homens de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria, aos quais encarregaremos deste serviço”. Estêvão era homem de boa reputação. Seu caráter era irrepreensível e sua conduta ilibada. Era homem impoluto e sem jaça. Sua vida referendava seu ministério. Sua conduta era a base do seu trabalho. Seu exemplo, o fundamento de sua liderança espiritual. Estêvão viveu o que pregou. Não havia nenhum abismo entre suas palavras e suas obras. Era íntegro e pleno.
Em segundo lugar, suas palavras eram irresistíveis (At 6.10). “E não podiam resistir à sabedoria e ao Espírito, pelo qual ele falava”. Por ser um homem cheio do Espírito, de sabedoria, de fé, de graça e de poder, Estêvão era boca de Deus. Cada palavra que saia de sua boca tinha o peso de uma tonelada. Seus inimigos podiam até discordar dele, mas jamais refutá-lo. Estêvão tinha conhecimento e também sabedoria. Tinha luz na mente e fogo no coração. Suas palavras eram ao mesmo tempo ternas e doces e também fortes e cortantes. Ao mesmo que trazia cura para os quebrantados, feria os de coração endurecido; ao mesmo tempo que confortava os aflitos; perturbava os insolentes.
Em terceiro lugar, suas obras eram irrefutáveis (At 6.8). “Estêvão, cheio de graça e poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo”. Estêvão pregava aos ouvidos e também aos olhos. Falava e fazia, ensinava e demonstrava. Suas obras irrefutáveis testificavam de suas palavras irresistíveis. Por ser um homem que vivia cheio do Espírito, de fé, de sabedoria, de graça e de poder, Deus operava por meio dele grandes milagres. Os milagres não são o evangelho, mas abrem portas para testemunhá-lo. Muitos estudiosos da Bíblia afirmam que a vida irrepreensível de Estêvão e o seu poderoso testemunho na hora da morte impactou decisivamente o coração de Saulo de Tarso, que mais tarde, convertido a Cristo, transformou-se no maior bandeirante da fé.
 Que Deus nos dê homens do mesmo calibre de Estêvão, homens que ousem viver de forma plena num mundo cheio de vazio.”



SOBRE O AUTOR DO ARTIGO


O Rev. Hernandes e família

Hernandes Dias Lopes, natural de Nova Venécia-ES. Casado com Udemilta Pimentel Lopes, pai de Thiago e Mariana. (veja foto abaixo)
Fez o seu curso de Bacharel em Teologia no Seminário Presbiteriano do Sul em Campinas-SP no período de 1978 a 1981 e o seu Doutorado em Ministério no Reformed Theological Seminary, em Jackson, Mississippi, nos Estados Unidos no período de 2000 a 2001.
Foi pastor da Primeira Igreja Presbiteriana de Bragança Paulista no período de 1982 a 1984 e desde 1985 é o pastor titular da Primeira Igreja Presbiteriana de Vitória-IPB. Também é membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil, diretor executivo da Luz para o Caminho e pastor colaborador da Igreja Presbiteriana de Pinheiros em SP.
É conferencista e escritor, com mais de 100 obras disponíveis neste site.


CONCLUSÃO

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segunda-feira, 19 de junho de 2017

COMO ACABAR COM A CORRUPÇÃO NO BRASIL?

APRESENTAÇÃO

Uma grande percentagem do tempo que os noticiários dedicam aos corruptos e à corrupção em nosso país é extremamente significativa.
Nos últimos tempos parece até que os noticiários ficam um tanto desinteressantes se não tivermos notícias que nos colocam a par de autoridades nos mais diversos escalões do aparelho estatal que não tenham sido corrompidos e, levados Justiça, passam a negar os delitos cometidos e dos quais estão sendo acusados.
Depois do processo que ficou conhecido como “Mensalão” e que levou à prisão ex deputados, ex ministros e outras figuras do mundo político e empresarial do país, o povo brasileiro  passou a ficar mais informado de como as coisas acontecem no Poder Judiciário, em especial no Supremo Tribunal Federal.
Mas recentemente, com o advento da Operação Lava-Jato as maracutaias ficaram ainda mais visíveis ao grande público em nosso rico e assaltado país.
Há um interesse muito grande de muita gente do povo no sentido de encontrar um jeito de resolver esse problema dos corruptos que agem como verdadeiras ratazanas em nosso país e há manifestações sobejas nas redes sociais, como hoje mesmo vi no Facebook.
Resolvi estão fazer uma pesquisa e apresentar o trabalho resultante aos meus amigos e amigas. Espero assim ter colaborado um pouquinho com todos os que visualizarem meu blog. Eis o trabalho, o qual foi transcrito e identificado, com autor e fonte:

O Brasil parece afundar nesse atoleiro, mas, acredite, é possível sair da lama. Medidas importantes podem ajudar a colocar o país na estrada da lisura política
(Reportagem de André Santoro)
1. Moral da história
Há 3 tipos de corrupção: a institucional (cujo remédio você vai ver nestas páginas), a cultural (tratada com políticas de educação) e a moral. Contra esta, não há solução. Se você não vê problema em pequenos gestos ilícitos, como molhar a mão de um guarda, não é o Estado que vai convencê-lo do contrário.
2. Comitê de recepção
2 “deuses” comandam o mundo da corrupção. A burocracia (dificulta o acesso aos serviços públicos e abre brechas para os “jeitinhos”) e a impunidade (os corruptos raramente são punidos – o que gera mais corrupção).
3. Preparando o terreno
Exatamente porque há um fator moral – e portanto pessoal – que possibilita a corrupção, é impossível extingui-la da política. Mas dá para diminuir o problema. 3 fatores formam a base de sustentação de uma política honesta: educação (leva tempo, mas garante resultados duradouros), participação popular e Estado atuante.
4. Água suja
A corrupção começa antes de o candidato se eleger. Campanhas realizadas com dinheiro sonegado – o tal caixa 2 – alimentam a sujeira. O candidato recebe uma grana preta de um empresário e, depois de eleito, paga em favores. É o famoso rabo preso.
5. Vazamento
Várias medidas podem inibir o uso de caixa 2. Limitar os gastos dos candidatos e usar financiamento público de campanhas, por exemplo. O problema é que elas não resolvem o problema: o dinheiro sujo sempre encontra um jeito de aparecer.
6. Incentivo extra
Incentivo a doações legais podem ser a solução. O governo poderia oferecer benefícios fiscais aos doadores ou dar uma porcentagem extra de dinheiro público aos candidatos que conseguem doações legais.
7. Justiça única
No Brasil, crimes eleitorais são julgados por tribunais especiais (que julgam apenas questões eleitorais). A distinção leva à corrupção. Como resolver? Usar o Código Penal para todos – candidatos ou não.
8. Escapando da Justiça
Políticos corruptos têm seus nomes encaminhados à Justiça Eleitoral. Em tese, seriam inelegíveis a partir desse momento. Mas os recursos conseguem arrastar o processo por vários anos. Quando são condenados, já passaram por vários mandatos e enriqueceram com nosso dinheiro.
9. Infidelidade partidária
As eleições para o Legislativo são proporcionais (o número de cadeiras que um partido ocupa depende do número total de votos na sigla). No Brasil, o cálculo usa o método D`Hondt, que privilegia o número absoluto de votos que a legenda recebeu e incentiva que candidatos nanicos se filiem a legendas maiores só para pegar carona. O resultado é um Congresso com representantes sem comprometimento com as propostas políticas dos partidos, levando ao troca-troca sem fim de siglas.
10. Equação mais justa
O método usado na Noruega (chamado de Sainte-Langue) considera também o númerode votos individuais dos políticos. Assim, dificulta a eleição de candidatos com votações pouco expressivas.
11. Cadeia neles
Funcionários públicos pegos com a boca na botija – ou, para usar uma metáfora mais atual, com dinheiro na cueca – são investigados como qualquer outro cidadão, o que significa processos lentos e punições que nunca chegam. Uma das soluções seria instituir o rito sumário (que diminui a possibilidade de recursos) para processos de desvio de dinheiro público.
12. Toma lá, dá cá
O poder público é obrigado a abrir licitações para compra de materiais e contratação de serviços. O problema é que elas se tornaram foco de corrupção: empresários são favorecidos nos processos de licitação, em troca de propina. O resultado é o superfaturamento: nós acabamos pagando muito por produtos ou serviços que custam bem menos.
13. Todos na rede
Quando a sociedade toda pode acompanhar as compras do poder público, o risco de fraude é menor. Um jeito de garantir essa transparência é instituir licitações eletrônicas, em que qualquer empresa pode concorrer via internet . Tudo às claras.
14. A justiça tarda…
… e falha. Político preso é artigo raríssimo no Brasil. A imunidade parlamentar e as diversas possibilidades de recursos permitem que mesmo os corruptos escapem das punições.
15. A regra é clara
A lei brasileira já é impecável no que se refere às CPIs. A Constituição diz que o Congresso pode instaurar uma Comissão Parlamentar de Inquérito desde que um terço dos parlamentares assine o requerimento.
16. CPIzza
Os regimentos internos da Câmara e do Senado determinam que todos os partidos – inclusive os da base de apoio do governo – indiquem integrantes para a CPI. Os governistas muitas vezes atrasam as indicações, de propósito. Ou seja, a CPI, que deve ser um instrumento da minoria, acaba dependente da vontade da situação. Além disso, acordos internos costumam sepultar as investigações.
17. Pressão popular
Mesmo com todas as entrelinhas das normas internas do Legislativo, a CPI costuma sair diante da pressão da sociedade. A mídia tem função decisiva nesse processo.
18. Quem manda?
O Ministério Público investiga suspeitas de corrupção política. Quando termina um inquérito, submete suas conclusões à Polícia Federal e às polícias estaduais para que os culpados sejam presos. Mas quem manda nas polícias são o presidente (no caso da PF) e os governadores (nos estados).
19. Troca de chefia
Para evitar que as polícias descumpram as decisões do Ministério Público, a solução é radical: transferir o comando delas para o MP, invertendo a ordem das hierarquias.
20. Lama neles
Hoje, estima-se que a corrupção custe cerca de 72 bilhões de reais ao Brasil. É mais do que gastamos com educação e quase o mesmo montante destinado à área da saúde.
21. Um país melhor
Lisura política é sinônimo de desenvolvimento social. A redução de 10% no nível de corrupção poderia aumentar em 50% a renda per capita do brasileiro, num período de 25 anos.
Fontes: Bruno Speck, cientista político da Unicamp; Claudio Abramo, diretor-executivo da ONG Transparência Internacional; Jens Andvig, economista do Instituto Norueguês para Assuntos Internacionais; Johann Lambsdorff, economista da Universidade de Oassau (Alemanha); Sérgio Abranches, cientista político e professor visitante da UFRJ.

Transcrito com adequações na formatação de: http://super.abril.com.br/comportamento/como-acabar-com-a-corrupcao/


SOBRE O AUTOR DO ARTIGO



André Santoro é jornalista
e professor na Universidade Mackenzie


CONCLUSÃO

         Este trabalho pode ser melhorado através de críticas construtivas e sugestões. É assim que tenho feito com todas as postagens publicadas em meu blog.

        Portanto, se você tiver qualquer contribuição a fazer, poderá entrar em contato comigo através do e-mail indicado no final desta publicação.


SOBRE O AUTOR DA POSTAGEM


Wilson do Carmo Ribeiro é industriário aposentado, professor e historiador diletante. 
É presbítero emérito da Igreja Presbiteriana do Brasil.

E-mail: prebwilson@hotmail.com