segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Saiba quais são as principais causas e como curar o Zumbido no Ouvido

APRESENTAÇÃO

         Desde a minha infância tenho zumbido no ouvido esquerdo. Foi numa festa junina lá no bairro rural onde nasci e vivi até os dez anos que adquiri esse problema.
         Enquanto rolava a festança dentro da casa, eu estava junto de outras pessoas agachado ao lado de uma fogueira. Afinal era mês de junho e estava frio.
         De repente um adulto acendeu o estopim de um rojão mas ao invés das bomba explodir lá no alto, ela explodiu dentro do canudo, pertinho de onde eu estava. Senti na hora um zumbido muito forte, e apesar dele diminuir de intensidade, nunca mais me deixou.
         Já procurei tratamento mas não consegui me curar. Alguns medicamentos conseguiram atenuar um pouquinho, como o Ginko Biloba, que não pude mais usar por causas de problemas cardíacos.
         Como muita gente convive com esse problema, achei por bem pesquisar na internet e fazer uma postagem sobre o assunto. Aí está ela:

O zumbido no ouvido, também conhecido por tinnitus, normalmente não é grave e surge em caso de resfriado ou após exposição prolongada a barulhos muito intensos, desaparecendo sem tratamento específico ao final de algumas horas.
Este problema, que se caracteriza pela sensação de ouvir qualquer tipo de som mesmo estando em ambiente silencioso pode afetar apenas um ou os dois ao mesmo tempo e, na maioria dos casos, o zumbido no ouvido tem cura.
O zumbido também pode ser causado por infeções ou tumores auditivos e, por isso, caso este sintoma não passe ao final de 2 dias ou apareça mais de 1 vez por mês é importante ir ao otorrinolaringologista para fazer o diagnóstico e realizar tratamento adequado, caso seja necessário.

Causas de zumbido no ouvido


O zumbido no ouvido normalmente é causada pela exposição prolongada ao barulho ou quando se tem uma otite, que é a infecção no ouvido. No entanto, o zumbido também pode surgir em situações, como:
·         Perda auditiva causada pelo envelhecimento que é mais comum a partir do 60 anos;
·         Otosclerose, que ocorre quando há endurecimento dos ossos do ouvido;
·         Tumor no cérebro e que afeta o nervo auditivo ou tumor no ouvido;
·         Excesso de cera no ouvido;
·         Problemas de circulação;
·         Distúrbios psiquiátricos, como ansiedade e depressão;
·         Acúmulo de colesterol nos vasos sanguíneos;
·         Pressão alta.
Além destas causas, o zumbido no ouvido também pode surgir em casos mais raros, como Doença de Ménière, mau funcionamento da articulação da mandíbula ou após traumatismos na cabeça e do pescoço, que pode afetar os nervos responsáveis pela audição.

 

Remédios que causam zumbido no ouvido


O zumbido no ouvido pode surgir como efeito colateral de alguns medicamentos, como:
·         Aspirina em doses muito elevadas;
·         ​Antibióticos como polimixina B, eritromicina, neomicina e vancomicina;
·         Remédios para combater o câncer como mecloretamina e vincristina;
·         Diuréticos como bumetanida, ácido etacrínico ou furosemida.
·         Antidepressivos como Fluoxetina ou Sertralina.
Geralmente, quanto maior a dose destes medicamentos, maior é o zumbido e, na maioria dos casos, o ruído desaparece ao deixar de usar estes remédios.

 

Sintomas de zumbido no ouvido


Os principais sintomas do zumbido no ouvido incluem:
·         Som de um apito;
·         Barulho semelhante ao de uma cachoeira ou a uma cigarra;
·         Chiado constante;
·         Sensação de ouvido tapado.
Esse som só é percebido pelo indivíduo e não pode ser medido, podendo ser contínuo ou com intervalos e tende a piorar em caso de ansiedade ou estresse. Além disso, o zumbido pode surgir associado a tontura e falta de equilíbrio.
O diagnóstico do zumbido no ouvido é feito através da observação interna dos ouvidos pelo otorrinolaringologista. Além disso, pode ser necessário realizar exames de imagem como tomografia computadorizada ou ressonância magnética, sendo que este problema é mais frequente em idosos, pacientes com problemas na circulação ou fumantes.

Tratamento para zumbido no ouvido


Para tratar o zumbido no ouvido é necessário conhecer a causa do zumbido, podendo incluir a remoção de cera pelo médico, a toma de remédios como antibióticos para tratar a infeção, o uso de aparelho auditivo ou realizar uma cirurgia ao ouvido, por exemplo. Também pode ser necessário realizar acupuntura ou musicoterapia para ajudar a diminuir a sensação de zumbido.
Além disso, no caso de se sentir zumbido no ouvido depois do show devido à altura exagerada do sistema de som do local, deve-se ficar num ambiente silencioso pois, ajuda o corpo a se habituar e, em pouco tempo, ele tende a desaparecer. Saiba mais detalhes sobre como tratar o zumbido em O zumbido no ouvido, também conhecido por tinnitus, normalmente não é grave e surge em caso de resfriado ou após exposição prolongada a barulhos muito intensos, desaparecendo sem tratamento específico ao final de algumas horas.
Este problema, que se caracteriza pela sensação de ouvir qualquer tipo de som mesmo estando em ambiente silencioso pode afetar apenas um ou os dois ao mesmo tempo e, na maioria dos casos, o zumbido no ouvido tem cura.
O zumbido também pode ser causado por infeções ou tumores auditivos e, por isso, caso este sintoma não passe ao final de 2 dias ou apareça mais de 1 vez por mês é importante ir ao otorrinolaringologista para fazer o diagnóstico e realizar tratamento adequado, caso seja necessário.




CONCLUSÃO

         Este trabalho pode ser melhorado através de críticas construtivas e sugestões. É assim que tenho feito com todas as postagens publicadas em meu blog.

        Portanto, se você tiver qualquer contribuição a fazer, poderá entrar em contato comigo através do e-mail indicado no final desta publicação.


SOBRE O EDITOR



Wilson do Carmo Ribeiro é industriário aposentado, professor e historiador diletante. 
É presbítero emérito da Igreja Presbiteriana do Brasil.
E-mail: prebwilson@hotmail.com

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

RINITE ALÉRGICA - O QUE É?

APRESENTAÇÃO

         Todos os anos durante o inverno há uma enorme quantidade de pessoas que apresentam os problemas de rinite alérgica, cujas manifestações são muito desagradáveis principalmente por deixar as pessoas acometidas por um sensação muito grande de moleza no corpo e outras coisas desagradáveis que minam o ânimo.

Mas vamos deixar para quem entende do assunto nos explicar direitinho o que é a rinite alérgica e o tratamento para livrar-se do incômodo.
Para tanto, recorremos mais uma vez ao Dr. Dráusio Varella, que, baseado num trabalho de um especialista, nos coloca a par do tema abordado.
Vamos a ele:

RINITE ALÉRGICA

“1) O que é rinite alérgica?
O nariz é um dos componentes das vias respiratórias. Na verdade,  é o primeiro local por onde o ar passa até alcançar os pulmões. Dentre outras atribuições, ele é responsável pela limpeza, umidificação e aquecimento do ar inspirado.
Para exercer essa função corretamente, o nariz possui um complexo mecanismo de defesa. Por isso, ao entrar em contato com alguma substância tóxica, desencadeia uma resposta para impedir que essa substância alcance os pulmões. O surgimento da obstrução nasal provoca o bloqueio da passagem do agente agressor e, através dos espirros e coriza, a remoção dessa substância. Essa reação é normal e todas as pessoas, ao entrarem em contato com algumas substâncias tóxicas, apresentam tais sintomas. Por isso, quando fica gripada, a pessoa apresenta obstrução nasal, espirros e coriza, pois seu organismo está tentando protegê-la, impedindo que os vírus alcancem seus pulmões através do ar.
Alergia, na realidade, não significa falta de defesa do organismo. Ao contrário, indica uma defesa exagerada contra agentes que não são potencialmente agressivos ao ser humano. Ou seja, uma pessoa alérgica é hiperreativa a determinadas substâncias que numa pessoa normal não despertam nenhuma resposta.
O sistema imunológico das pessoas alérgicas, por características genéticas, interpreta que determinada substância é tóxica, e que precisa proteger o organismo contra sua entrada. Por essa razão, algumas pessoas convivem normalmente com fatores que causam a alergia, como a poeira de casa, sem ter sintomas, ao passo que outras pessoas, ao entrarem em contato com essa mesma poeira, podem ter rinite e asma.
O paciente alérgico não nasce hiperreativo (com alergia), mas sim com a capacidade de sensibilizar-se a determinado fator. Tornar-se sensível significa passar a ter uma resposta de defesa a uma substância que antes era tolerada. Isso significa que podemos conviver com determinada substância por muitos anos, e vir a desenvolver sintomas apenas tardiamente.
Essa característica é herdada dos pais. Quando um homem e uma mulher alérgicos tem um filho, a probabilidade dessa criança ser alérgica é de cerca de 50%. No entanto, mesmo que nenhum dos pais apresente alergia, a criança ainda assim pode ter  manifestações alérgicas, como rinite, conjuntivite, asma e alguns tipos de alergia de pele. A forma mais comum, porém, é a rinite. Cerca de 10% a 25% das pessoas sofrem de rinite alérgica.
2) Quais os sintomas da rinite alérgica?
Os sintomas que os pacientes portadores de rinite alérgica apresentam são obstrução nasal (entupimento), coriza, espirros (algumas vezes o paciente espirra mais 20 vezes seguidas) e coceira no nariz. Essa coceira pode ser na garganta ou nos olhos.
Todos os doentes apresentam tais sintomas minutos após o contato com o alérgeno, e cerca de metade deles terão novamente sintomas cerca de 4 a 6 horas depois.
3) Quais as causas da rinite alérgica?
Poeira, pólen e alguns alimentos são substâncias que podem causar alergia. Aqui no Brasil a poeira domiciliar é o fator de risco mais importante. Ela é constituída por descamação da pele humana e de animais, por restos de pelos de cães e gatos, restos de barata e outros insetos, fungos, bactérias e por ácaros, organismos microscópicos da família dos aracnídeos.
Existem vários tipos de ácaros. Entre todos, o que mais frequentemente está relacionado com a alergia é o Dermatophagoides ssp., nome que significa “aquele que se alimenta de pele”, visto que uma de suas fontes de alimentos é a descamação da pele.
No colchão de nossas camas e nos móveis estofados de nossas casas, podem acumular-se muitos fragmentos de descamação de pele. Exatamente por essa razão, nesses locais, é grande a quantidade de ácaros, aracnídeos que vivem nas camadas profundas dos tecidos, abraçados as fibras. Ácaros não são capazes de viver sobre uma superfície lisa, por exemplo, em paredes.
Em São Paulo e outras regiões do Brasil, onde não há clara definição das quatro estações do ano, a forma de rinite alérgica que predomina é causada por ácaros, e as pessoas alérgicas, em geral, apresentam sintomas durante o ano inteiro. Já em outras regiões (como no sul do País), na primavera, quando ocorre a polinização das flores, é comum surgir um tipo de rinite alérgica chamada, nos países do hemisfério norte, de febre do feno.
Apesar do nome, os pacientes não apresentam febre e tampouco o feno é responsável pelos sintomas. Na verdade, são os fungos que proliferam nos maços de feno as substâncias que desencadeiam os sintomas.
4) Como tratar rinite alérgica?
O tratamento dos pacientes portadores de rinite alérgica é composto por três pontos fundamentais:
a) Higiene ambiental;
b) Tratamento medicamentoso;
c) Vacinas antialérgicas.
a) Higiene ambiental
A forma mais simples de tratar alergia é evitar o contato com a substância que desencadeia os sintomas. Por exemplo, se o paciente apresenta obstrução nasal, coriza e espirros quando ingere determinado alimento, o mais fácil a fazer é deixar de comê-lo.
O problema é que não é tão fácil evitar o contato com o ácaro, a principal causa de rinite alérgica. No entanto, algumas medidas simples podem ser adotadas para diminuir a proliferação desses insetos.
A casa e principalmente o quarto onde o doente dorme devem ser limpos com bastante frequência. Infelizmente, vassoura e espanador de pó apenas espalham o pó pelo ambiente. Os aspiradores são capazes de reter alguma sujeira, porém normalmente seu filtro não é desenvolvido para limpar o ar por completo. Infelizmente, muitas vezes, o que ele faz é uma pulverização da poeira no ambiente. Aspiradores com filtros especiais e de alta eficiência existem, mas têm custo elevado.
O ideal é que não existam carpetes, cortinas, tapetes, bichos de pelúcia, almofadas, móveis e outros e utensílios que possam acumular poeira nos ambientes em que os portadores de rinite vivem. Nesse caso, o uso de pano úmido na limpeza é uma forma bastante eficaz para remover a poeira.
Deve-se também evitar o uso e contato com travesseiros e almofadas de penas. A utilização de capas protegendo os colchões e travesseiros, assim como de substâncias para eliminar os ácaros do ambiente apresentam eficácia quando aplicados corretamente.
Outro ponto importante a considerar é a existência de boa ventilação na casa e no quarto. Em ambientes ensolarados, é mais difícil o bolor (fungo) se desenvolver.
Outra medida fundamental é evitar o contato com substâncias capazes de irritar o nariz. Perfumes, produtos de limpeza, produtos para deixar os ambientes com odor agradável, fumaça de cigarro, tintas, inseticidas e poluição, são alguns exemplos de substâncias capazes de irritar o nariz, e desencadear sintomas. Outros fatores inespecíficos como as mudanças bruscas de temperatura, frio e umidade do ar são igualmente prejudiciais aos doentes com rinite alérgica.
b) Tratamento medicamentoso
A critério médico, se essas medidas não forem suficientes para controlar os sintomas do paciente, poderemos recorer à indicação de medicamentos.
Existem dois grandes grupos de drogas que podem ser usadas. Um tipo funciona preventivamente e outro apenas alivia os sintomas.Do ponto de vista farmacológico, dispomos de descongestionantes, anti-histamínicos, estabilizadores de membranas, e corticosteroides.
Cada uma dessas drogas atua de forma diferente, e nenhuma é isenta de efeitos colaterais que, algumas vezes, podem ser graves. Por isso, o ideal, é não realizar automedicação e procurar seu médico.
c) Vacinas antialérgicas
Quando o tratamento feito nestas condições (higiene ambiental e medicamentos) falha, pode-se associar o uso de vacinas antialérgicas. Esse tratamento é longo, porém, quando feito corretamente, diminuí a sensibilidade do doente àquela substância ao qual era alérgico. Muitas vezes, chegamos ao ponto em que não há mais necessidade do uso de medicamentos.
Alérgenos
A rinite alérgica pode causar outros problemas, como otites (inflamação dos ouvidos), sinusites (inflamação de cavidades existentes na face) e roncos (pelo entupimento do nariz) que interferem na qualidade de sono do paciente. No entanto, ele só vai apresentar esses sintomas, quando estiver em contato com as substâncias aos quais é alérgico. Essas substâncias recebem o nome de alérgenos. Quanto maior o contato, mais intensos tendem a ser os sintomas.Normalmente o paciente com rinite alérgica só apresenta os sintomas quando entra em contato com o alérgeno.
Em geral, eles são proporcionais à quantidade de alérgeno a que foram expostos. Na época do inverno, costumam sofrer mais, pois acabam usando s cobertores e roupas que ficaram guardados por muito tempo e podem estar cheios de ácaros e fungos.
Além disso, esses doentes são mais susceptíveis a resfriados. Na verdade, o resfriado é uma inflamação do nariz, que compromete os mecanismos de proteção nasal, o que facilita a entrada dos alérgenos.
SOBRE O AUTOR DO TEXTO
O Dr. João Ferreira de Mello Júnior  é graduado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (1985) e doutorado em Otorrinolaringologia pela Universidade de São Paulo (1998). A maior titulação é Professor Livre-Docente pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (2005).
Atualmente é médico assistente do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Chefe do Grupo de Alergia em Otorrinolaringologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Coordenador da Liga de Obstrução nasal (desde 2000)
Editor da Revista Brasileira de Otorrinolaringologia entre 2005 e 2010, revisor das Revista Brasileira de Alergia e Imunopatologia, @rquivos da Fundação de Otorrinolaringologia e Revista Brasileira de Otorrinolaringologia. Tem experiência na área de Medicina, com ênfase em Alergologia e Imunologia Clínica e Otorrinolaringologia, atuando principalmente em rinologia.

Fonte:Informações coletadas do Lattes em 09/05/2017


FOTOS RELACIONADAS À RINITE ALÉRGICA


















CONCLUSÃO

         Este trabalho pode ser melhorado através de críticas construtivas e sugestões. É assim que tenho feito com todas as postagens publicadas em meu blog.

        Portanto, se você tiver qualquer contribuição a fazer, poderá entrar em contato comigo através do e-mail indicado no final desta publicação.


SOBRE O EDITOR



Wilson do Carmo Ribeiro é industriário aposentado, professor e historiador diletante. 
É presbítero emérito da Igreja Presbiteriana do Brasil.
E-mail: prebwilson@hotmail.com

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

JOSÉ TISÊO: O HOMEM, O AMIGO E POLÍTICO BEM SUCEDIDO

APRESENTAÇÃO
     
   
Tive o privilégio de conhecer José Aparecida Tisêo na década de 1960, quando ele trabalhava na Cia. Brasileira de Alumínio num departamento chamado Fábrica de Alumina, que é onde o minério de bauxita sofre suas primeiras transformações. Éramos bastante jovens.
Depois de alguns anos de trabalho ele deixou a atividade na fábrica para se tornar comerciante de gêneros alimentícios, à época conhecido como armazém às margens da Rodovia Raposo Tavares, onde floreciam nos núcelos habitacionais, como Vila Pedágio, Jardim Progresso, Vila Brasileira e outros.
         Em 1976 nos aproximamos devido a vivência na atividade política do Município de Mairinque e fomos candidatos a Vereador. Ele foi eleito com expressiva votação como será detalhado mais adiante. Eu, funcionário da CBA e professor no Supletivo Municipal fiquei como segundo suplente no mesmo partido, tendo assumido por curto espaço de tempo a vereança ao lado dele.
         Após eleger-me vereador para a legislatura de 1988 a 1992, deixei a militância política, porém o amigo Tisêo, com sua extrema simplicidade e simpatia e capacidade administrativa, continou, conforme os leitores observarão pelo seu resumo biográfico.
         Não poderia deixar de acrescentar que meu falecido irmão Benedito Ribeiro (1947-1995) foi companheiro nas pescarias que Tisêo fazia, levando em seu caminhão inúmeros amigos e os equipamentos de pesca e conservação de peixes em rios do Matro Grosso.
         Vamos ao resumo biográfico que nos foi gentilmente enviado por seu neto Murilo Tisêo, que seguindo as pegadas do avô é Presidente do Diretório Jovem do PSD Alumínio-SP e Secretário-geral do partido em Alumínio, SP.


RESUMO BIOGRÁFICO

“José Aparecida Tisêo é o primogênito numa família de irmãos\; Filomena, Paulo, Alberto, Francisco, Ângelo, Benedito, Nicola, Catarina, Maria e Luiz.
Nascido em 17 de Fevereiro do ano de 1942 no município de Angatuba, estado de São Paulo, Tisêo é filho de João Tisêo, italiano e dona Luzia Cardoso.
O Pai, João Tisêo, comerciante Italiano, veio com seus pais ao Brasil, procedente da  cidade de PignataroInteramna, Itália, para morar em Angatuba, na época da colonização, após o término da Primeira Guerra Mundial.
José Tisêo viveu sua infância no Bairro Bom Retiro, hoje Distrito de Angatuba, onde foi morar com seus avós para a conclusão do atual Ensino Fundamental.
Casou-se com Alice de Oliveira Tisêo e posteriormente veio para a o bairro de Alumínio, Distrito de Alumínio, Município de São Roque, a fim de trabalhar na Companhia Brasileira de Alumínio.
É pai de seis filhos: Angela, Valdir, Valter, Wanderley, Adriane e Wladimir. Foi comerciante após sua saída da CBA, e como morador no atual município de Alumínio, iniciou sua carreira política como vereador da cidade de Mairinque no período de 1976 a 1982  sendo o vereador mais votado naquele município, com 519 votos.
Foi vice-prefeito da cidade de Mairinque de 1998 a 1992, sendo administrador regional com sede própria no então distrito de Alumínio.
Em 1991, participou do processo de emancipação político- administrativa do Distrito de Alumínio, e com a eleição municipal de 1992, foi eleito o primeiro prefeito desta cidade.
Tornou a se candidatar a prefeito no ano de 2000, vindo a ser eleito novamente, com o mandato de 2001 até 2004 e sendo reeleito para o mandato no período de 2005 até 2008, e eleito mais uma vez em 2012, cumprindo seu mandato na gestão de 2013 até 2016.
(Algumas adequações feitas pelo autor da postagem)


ALGUMAS FOTOS ILUSTRATIVAS PERTINENTES


Angatuba, SP - terra natal



Uma foto do tempo em que Tisêo chegou a Alumínio
(fiéis deixando a igreja após a Missa.)


CBA - Primeiro emprego em Alumínio


Alumínio nos anos 70 (Vila Industrial)


Alumínio atual - Paço Municipal



Câmara Municipal


Tisêo e os demais vereadores à Câmara
Municipal de Mairinque (1976 a 1982)


Vice-Prefeito de Mairinque (1988/1992
Antonio Alexandre Gemente foi o prefeito)


Tisêo - 1º Prefeito do Município
de Alumínio - 1993/1996


Ancelmo Carlos Ramos dos Santos
(Vice de Tisêo) em 3 mandatos.


Ângela M. Tisêo Cleto
Vice na última legislatura)


Vereadores à Câmara Municipal de Alumínio
na 1ª Legislatura - 1993 - 1996
Diná I. Oliveira Silva, Geraldo Atleta de O. Campos,
Jaime Henrique Duarte, João Batista da Silva,
Paulo Simões, Osmir Faustino da Silva, Luiz Gonzaga Tisêo, 
Raimundo Azevedo Ferreira e Vitor Lippi


Luiz Gonzaga Tisêo
(O irmão Vereador em Mairinque
e Alumínio)


Murilo, o neto engajado na Política


Comissão Pró Emancipação de Alumínio


Fotomontagem com outros Vice-Prefeitos 
de Mairinque


Fotomontagem com vereadores de Alumínio
à C.M. Mairinque antes da emancipação de Alumínio


Sendo entrevistado por órgão da imprensa
regional (Jornal Cruzeiro do Sul)


Recepcionando o Governador Alckmin


Com as crianças na Creche Municipal


Na posse dos Vereadores em 01-01-2017


Tisêo na sua última administração
(2014/2017)



Prefeito Tisêo, Vice-prefeita Ângela e
Governador Geraldo Alckmin.



Inauguração do Centro Comunitário
do Bairro Itararé



Prefeitos da Região no DER, entre eles
Tisêo e Severino, 1º Prefeito de 
Alumínio r Araçariguama



Região da cidade de Alumínio onde 
se localiza a Prefeitura



Trevo de entrada da cidade de Alumínio



Vila Industrial, vendo-se parte do Estádio da
AAA e da CBA



Tisêo e a  Vice Ângela no último mandato
 (2013-2016)



Vídeo institucional da campanha 
de Tisêo em 2016



CONCLUSÃO

         Este trabalho pode ser melhorado através de críticas construtivas e sugestões. É assim que tenho feito com todas as postagens publicadas em meu blog.

        Portanto, se você tiver qualquer contribuição a fazer, poderá entrar em contato comigo através do e-mail indicado no final desta publicação.


SOBRE O EDITOR DA POSTAGEM


Wilson do Carmo Ribeiro é industriário aposentado, professor e historiador diletante. 
É presbítero emérito da Igreja Presbiteriana do Brasil. É detentor do título de Cidadão Aluminense, concedido pela Câmara Municipal do Município em 2014.
E-mail: prebwilson@hotmail.com