quarta-feira, 10 de maio de 2017

DEZ RAZÕES PARA CRER NA FÉ CRISTÃ

APRESENTAÇÃO


Nós, os crentes em Nosso Senhor Jesus Cristo, conhecedores da Bíblia Sagrada a revelação de Deus aos que receberam pela fé o unigênito filho de Deus como único e suficiente salvador, pode-se dizer que creem na fé cristã. Mas o que é fé? E a fé cristã?
É a própria bíblia que apresenta a mais clássica das definições sobre o que é a fé: Se não, vejamos:
“Ora, a  é a certeza das coisas que se esperam a convicção dos fatos que não se vêem. Pois, pela fé, os antigos obtiveram bom testemunho. Pela fé, entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem” (Hb 11:1-3) 

"A bíblia utiliza o termo Fé para definir a crença na existência em Deus, aceitação de que alguém havia sido de fato enviado por Deus (muitos eram falsos cristãos e era preciso ter discernimento), confiança de que a oração estava sendo ouvida por Deus, alívio de  sentirem-se perdoados de seus pecados após se converterem, e ainda a crença de que os cristãos são herdeiros pela fé de  Abraão.
A Fé pode ser entendida como uma resposta humana ao estímulo “Deus”. (http://www.infoescola.com/cristianismo/fe-crista/)


Selecionei, entre vários estudos disponíveis na internet, este que ora publico para compartilhar com vocês a respeito de tão relevante tema. 

1. A inevitabilidade da fé

Todos nós acreditamos em algo. Ninguém pode suportar as pressões e os problemas da vida sem ter fé em algo, que ao final seja impossível de se comprovar. Os ateus não podem provar que não há Deus. Os panteístas não podem provar que tudo é Deus. Os pragmáticos não podem provar que tudo o que importará no futuro é o que funciona agora. Nem os agnósticos podem provar que é impossível saber se é, ou não, assim. A fé é inevitável, mesmo que decidamos crer somente em nós mesmos. É necessário decidir qual evidência consideraremos pertinente, como a interpretaremos, e em quem ou em quê estaremos dispostos a crer (Lucas 16:16).

2. As limitações da ciência

O método científico é limitado por um processo definido por aquilo que pode ser mensurado e repetido. Por definição, não aplica-se às questões fundamentais sobre a origem, significado ou moralidade. Para obter esse tipo de resposta, a ciência depende dos valores e das crenças pessoais daqueles que as aplicam. Portanto, a ciência tem muito potencial tanto para o bem como para o mal, e pode ser utilizada para criar vacinas ou venenos, usinas de energia nuclear ou armas nucleares. Pode ser utilizada para limpar ou poluir o meio ambiente. Pode também ser utilizada para argumentar a favor ou contra Deus. A ciência, por si só, não oferece orientação moral nem valores para nortear as nossas vidas. Tudo o que a ciência pode fazer é nos demonstrar como funcionam as leis naturais, sem nada explicar referente às suas origens. 

3. Os problemas da evolução

Alguns já admitiram que a teoria da evolução da vida excluiria a necessidade de Deus. Este ponto de vista ignora alguns problemas. Mesmo se considerarmos que algum dia, os cientistas encontrarão suficientes “elos perdidos” para confirmar que a vida apareceu e se desenvolveu, gradativamente, durante longos períodos de tempo, as leis da probabilidade ainda assim, mostrariam a necessidade de um Criador. Como resultado disso, muitos cientistas que creem na evolução também creem que o universo em toda sua imensidão e complexidade não “surgiu por acaso”. Muitos se sentem obrigados a reconhecer a possibilidade ou mesmo a probabilidade da existência de um projetista inteligente que proveu os ingredientes da vida e fez mover as leis que a desenvolveram. 

4. Os hábitos do coração

A humanidade foi descrita como incuravelmente religiosa. Em momentos desprevenidos, de problemas ou surpresas, em oração ou em profanação, as referências à deidade persistem. Permanecem sem respostas aqueles que considerariam esse tipo de pensamentos como maus hábitos ou vícios sociais. Negar a existência de Deus não dissipa os mistérios da vida. As tentativas de excluir Deus da linguagem da vida civil não eliminam o anseio constante por algo mais que esta vida possa oferecer (Eclesiastes 3:11). Há algo sobre a verdade, a beleza e o amor que causa sofrimento em nosso coração. Em meio à nossa ira contra um Deus que permite a injustiça e o sofrimento, partimos de uma consciência moral para argumentar que a vida não é como deveria ser (Romanos 2:14,15). Mesmo involuntariamente, somos atraídos para algo maior e não menor do que nós.

5. Os antecedentes de Gênesis.

Em uma primeira leitura, as palavras introdutórias da Bíblia presumem a existência de Deus. Porém, o livro de Gênesis foi escrito num momento específico da história. Moisés escreveu: “No princípio, Deus”, depois do êxodo de Israel do Egito. Ele escreveu após os acontecimentos milagrosos testemunhados por milhões de judeus e egípcios. Desde o êxodo até a vinda do Messias, o Deus da Bíblia fundamenta Sua causa em acontecimentos testemunhados em momentos e lugares reais. Qualquer um que duvidasse destas afirmações poderia visitar lugares e povos reais para verificar as evidências pessoalmente.

6. A nação de Israel

Israel é frequentemente usado como um argumento contra Deus. Muitos acham difícil crer em um Deus que tem preferências por um “povo escolhido”. Outros acham ainda mais difícil crer em um Deus que não protegeria a Sua “nação escolhida” dos vagões fechados, das câmaras de gás e dos fornos de Auschwitz e Dachau. Porém, o futuro de Israel foi pré-determinado desde o princípio da história do Antigo Testamento. Junto a outros profetas, Moisés profetizou, não só que Israel possuiria a terra, senão também que sofreria, incomparavelmente, e seria disperso por toda a terra, seu eventual arrependimento, e finalmente, sobre a sua restauração nos últimos tempos (Deuteronômio 28-34; Isaías 2:1-5; Ezequiel 37-38).

7. As afirmações de Cristo

Muitos que duvidam da existência de Deus tranquilizam-se com o pensamento de que “se Deus quisesse que acreditássemos nele, nos apareceria em pessoa”. Segundo a Bíblia, isso é exatamente o que Deus tem feito. Ao escrever no século 7 a.C. o profeta Isaías afirmou que Deus daria um sinal ao Seu povo. Uma virgem daria à luz um filho que seria chamado “Deus conosco” (Isaías 7:14; Mateus 1:23). Isaías disse que esse filho seria chamado “Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (Isaías 9:6). O profeta também disse que esse menino morreria pelo pecado do Seu povo antes que Sua vida fosse prolongada e honrada por Deus (Isaías 53). Segundo o Novo Testamento, Jesus afirmou que Ele era esse Messias. Sob a supervisão de um governador romano chamado Pôncio Pilatos, Jesus foi crucificado porque afirmava ser o rei de Israel e por apresentar-se como igual a Deus (João 5:18).

8. A evidência dos milagres

Os relatórios dos primeiros seguidores de Jesus concordam que Ele fez mais do que assegurar que era o tão esperado Messias. Estas testemunhas disseram que Ele conquistou a sua confiança ao curar paralíticos, andar sobre as águas e, voluntariamente, morrer com muita dor e imerecidamente, antes de ressuscitar dentre os mortos (1 Coríntios 15:1-8). O mais constrangedor era a afirmação de muitas testemunhas que tinham visto e falado com Cristo ao encontrarem o Seu túmulo vazio, antes de vê-lo ascender em forma visível até as nuvens. Estas testemunhas não tinham absolutamente nada a ganhar neste mundo ao afirmarem tais coisas. Não tinham esperanças de obter poder, nem riquezas materiais. Muitos se converteram em mártires, afirmando até o fim que o tão esperado Messias de Israel vivera entre eles, que convertera-se em sacrifício pelo pecado, e levantara-se dos mortos para assegurar-lhes de Sua capacidade em levá-los até Deus.

9. Os detalhes da natureza

Alguns que creem em Deus não levam a sério a Sua existência. Raciocinam que um Deus suficientemente grandioso para criar o universo seria grande demais para se preocupar conosco. Todavia, Jesus confirmou o que o plano e os detalhes do mundo natural sugerem. Mostrou que Deus é suficientemente grandioso para se preocupar com os mínimos detalhes de nossas vidas. Falou de alguém que não só conhece cada uma de nossas ações, mas também as nossas motivações e os pensamentos de nosso coração. Jesus ensinou que Deus sabe quantos cabelos temos em nossa cabeça, conhece nossas preocupações e até a condição de um passarinho que cai na terra (Salmo 139; Mateus 6).

10. A voz da experiência


A Bíblia afirma que Deus permite as circunstâncias de nossa vida para que possamos buscá-lo (Atos 17:26). Para aqueles que o buscam, as Escrituras também dizem que Ele está perto o suficiente para ser encontrado (v.27). Segundo o apóstolo Paulo, Deus é um espírito no qual “vivemos, e nos movemos, e existimos” (v.28). Porém, a Bíblia afirma claramente que devemos buscar a Deus em Seus termos e não em nossos. Ele promete que o encontraremos, não promete a qualquer um, mas àqueles que reconhecem sua própria necessidade e que estejam dispostos a confiar nele e não em si mesmos.



CONCLUSÃO


 Este trabalho pode ser melhorado através de críticas construtivas e sugestões. É assim que tenho feito com todas as postagens publicadas em meu blog.

 Portanto, se você tiver qualquer contribuição a fazer, poderá entrar em contato comigo através do e-mail indicado no final desta publicação.


SOBRE O AUTOR DA POSTAGEM


Wilson do Carmo Ribeiro é industriário aposentado, professor e historiador diletante. 
É presbítero em exercício da Igreja Presbiteriana do Brasil, servindo atualmente na Igreja Presbiteriana Rocha Eterna de Sorocaba.
E-mail: prebwilson@hotmail.com

Nenhum comentário:

Postar um comentário