quinta-feira, 7 de maio de 2015

OURINHOS - HISTÓRIA ILUSTRADA DO MUNICÍPIO



APRESENTAÇÃO


Morávamos num bairro rural no Município de Santa Cruz do Rio Pardo. Em 1953 meu pai e o inseparável mano Antonio resolveram trabalhar numa cerâmica na Vila Odilon na cidade de Ourinhos. Embora o estabelecimento fosse mais voltado à fabricação de telhas, nós fomos para lá para fazer tijolos.
Da casa em que morávamos víamos o trem passar sobre a ponte do Paranapanema em Marcos dos Reis, divisa com o Paraná. Foi bom enquanto durou. Voltamos para Santa Cruz, na mesma olaria e na mesma casa.
Mas o interessante é que, de todas as cidades da região, a que mais visitávamos até bem pouco tempo era Ourinhos. O motivo é que lá estava a maioria de meus tios e primos, tanto do lado paterno quanto materno. Muitos primos e primas ainda moram em Ourinhos, como a família Damasceno os descendentes de minha tia Antonia Rosa Borges e do  meu tio Laurindo Antonio Ribeiro.


HISTÓRIA DO MUNICÍPIO

“Em fins do século XIX as monoculturas de café e algodão atingiram os sertões junto ao Rio Paranapanema. Nessa época teve início a imigração Italiana que rapidamente povoou a região. Isso levou Jacinto Ferreira de Sá a adquirir de Escolástica Michert da Fonseca, grande propriedade de terras, tendo loteado a parte central e doado terras para construção de um grupo escolar, sede de administração e um templo metodista.
Em 1906 teve início o povoamento com pequeno número de casas. Dois anos depois, o progresso foi acentuado quando a Estrada de Ferro Sorocabana inaugurou uma parada, depois transformada em estação. Nessa época, a parada servia de baldeação aos passageiros com destino ao patrimônio vizinho de Ourinhos (atual Jacarezinho-PR). Dessa forma ao embarcarem em outros centros para o povoado Paulista, diziam que iam para " Ourinhos", muito embora fosse parada intermediária. Por haver apresentado maior progresso que o patrimônio Paranaense, o nome Ourinhos foi dado ao povoado Paulista.
O Distrito de Paz de Ourinhos (criado em 1908), desmembrou-se de Salto Grande, quando foi elevado à categoria de Município, 1918.
FORMAÇÃO ADMINISTRATIVA
Distrito criado com a denominação de Ourinhos, por Lei Estadual nº 1484, de 13 de dezembro de 1915, no Município de Salto Grande.
Elevado à categoria de município com a denominação de Ourinhos, por Lei 1618, de 13 de dezembro de 1918, desmembrado de Salto Grande. Constituído do Distrito Sede. Sua instalação verificou-se no dia 20 de março de 1919.
Em divisão referente ao ano de 1933, o Município de Ourinhos figura com o Distrito Sede.
Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, bem como no quadro anexo ao Decreto-lei Estadual nº 9073, de 31-III-1938, o Município de Ourinhos pertence ao termo judiciário de Salto Grande, da comarca de Salto Grande e figura com o Distrito Sede.
No quadro fixado, pelo Decreto Estadual nº 9775, de 30-XI-1938, para 1939-43, o Município de Ourinhos é composto de 1 único Distrito, Ourinhos, comarca de Ourinhos.
Em virtude do Decreto-lei Estadual nº 14334, de 30-XI-1944, que fixou o quadro territorial para vigorar em 1945-1948, o Município de Ourinhos ficou composto do Distrito Sede e constitui o único termo judiciário da comarca de Ourinhos.
Permanece composto apenas de 1 Distrito, Ourinhos, comarca de Ourinhos, nos quadros territoriais fixados pelas Leis Estaduais nos 233, de 24-XII-1948 e 2456, de 30-XII-1953 para vigorar, respectivamente, nos períodos 1949-1953 e 1954-1958.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do Distrito Sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 15-VII-1999.
GENTÍLICO: OURINHENSE”

Fonte:  http://www.citybrazil.com.br/sp/ourinhos/historia-da-cidade

 

INFORMAÇÕES SOBRE O MUNICÍPIO



 Região Administrativa de Marília

Região de Governo de Ourinhos
Aniversário: 13 de dezembro
Santo Padroeiro: Senhor Bom Jesus  Prefeito: Toshio Misato - PSDB Presidente da Câmara ..  Edvaldo Lucio Abel – PSDB
Gentílico: Ourinhense

 


Território e População
Ano
Município

Área
2011
296,20

População
2011
103.930

Densidade Demográfica (Habitantes/km2)
2011
350,88

Taxa Geométrica de Crescimento Anual da População - 2000/2010 (Em % a.a.)
2010
0,95

Grau de Urbanização (Em %)
2010
97,42

Índice de Envelhecimento (Em %)
2011
62,38

População com Menos de 15 Anos (Em %)
2011
21,21

População com 60 Anos e Mais (Em %)
2011


 Brasão do Município 

Bandeira do Município
Fonte: 
http://www.ourinhos.sp.gov.br/conteudo/mostrar/id/758/titulo/Dados+Gerais

ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL


Poder Executivo:

Belkis Gonçalves Fernandes
Prefeita



 Dr. Gilberto Severino
Vice-prefeito

Poder Legislativo:

(Câmara Municipal)


Alexandre Araújo Duage



Alexandre Florêncio Dias



Antonio Carlos Mazetti



Aparecido Luiz 



Edvaldo Lúcio Abel


Flavio Luiz Ambrosini


Inácio José Barbosa Filho


José Roberto Tasca


Lucas Pocay Alves da Silva


Salim Mattar


Silvoney Rodrigues


Fonte: https://www.google.com.br/search?q=fotos+dos+vereadores+de+Ourinhos+sp&ie=utf-8&oe=utf-8&gws_rd=cr&ei=509JVZ6SH-2HsQTmvoHwCw#q=fotos+do+vereador+Silvoney+Rodrigues+

 

ALGUMAS PERSONALIDADES DA CIDADE

 

Antonio Abujanra  

 

 
"Antônio Abujamra estudou filosofia e jornalismo na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), onde iniciou sua carreira como ator, na segunda metade dos anos 1950, na peça Assim é se lhe parece, de Pirandello, no Teatro Universitário de Porto Alegre.
Recebe uma bolsa de estudos em 1959 e viaja para a Europa, onde faz estágio em Villeurbanne, na França, com o diretor Roger Planchon, e acompanha as montagens “Henrique IV”, de William Shakespeare, e “Almas Mortas”, de Nikolai Gogol. Segue com o diretor francês Jean Villar, participando da montagem “A Resistível Ascensão de Arturo Ui”, de Bertolt Brecht.
A estréia profissional foi em 1961, ano em que dirigiu "Raízes", de Arnold Wesker, com Cacilda Becker. No mesmo ano, dirigiu a peça "José de Parto à Sepultura", de Augusto Boal, no Teatro Oficina.
Ao querer fazer um teatro político e levá-lo para a periferia paulistana, tendo como base as técnicas de Bertolt Brecht, Abujamra funda em 1963, junto com Antonio Ghigonetto e Emílio Di Biasi, o "Grupo Decisão". Sua primeira montagem é “Sorocaba, Senhor”, adaptação de “Fuenteovejuna”, de Lope de Vega. Estreia no mesmo ano “Terror e Miséria no III Reich” e “Os Fuzis da Sra. Carrar”, ambos textos de Brecht. Alcança o primeiro sucesso profissional com a peça “O Inoportuno”, de Harold Pinter, em 1964.
Como diretor, foi um dos principais da antiga TV Tupi e, como ator, teve atuação destacada.
No início da década de 1980, engaja-se na recuperação do Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), com destaque para as obras “Os Órfãos de Jânio”, de Millôr Fernandes, e “Hamletto”, de Giovanni Testori, sendo esta última dirigida por ele no TBC e em Nova York, para o Theatre for the New City.
Em 1998, esteve em Monte Carlo, principado de Mônaco, ao lado de celebridades como Claudia Cardinale, Annie Girardot e Yehudi Menuhin, no júri do Festival Mundial de Televisão, como único latino-americano convidado.
Era pai do também ator e músico André Abujamra. As atrizes Clarisse Abujamra e Iara Jamra são suas sobrinhas.
Antônio Abujamra foi quem levou o ator Othon Bastos para a televisão, depois do grande sucesso do ator ao interpretar Corisco no filme Deus e o diabo na terra do sol de Glauber Rocha.
Comandou o programa Provocações, da TV Cultura, no ar desde 6 de agosto de 2000, onde adotou um estilo audacioso de fazer entrevistas . O programa era exibido às terças-feiras à noite, com reapresentação na madrugada de quarta para quinta-feira. O último programa foi exibido no dia 21 de abril, tendo o humorista Eduardo Sterblitch como convidado .
Morte
Abujamra morreu aos 82 anos, em consequência de um infarto, ocorrido enquanto ele dormia, no dia 28 de abril de 2015, na cidade de São Paulo. O corpo foi velado no Teatro Sérgio Cardoso e cremado no dia seguinte, 29 de abril, no Crematório de Vila Alpina, na zona leste de São Paulo. Deixou dois filhos (Alexandre e o músico André Abujamra). Era tio do cineasta Samir Abujamra e das atrizes Clarisse Abujamra e Iara Jamra.
Por ironia do destino, no programa Provocações, Abujamra sempre perguntava ao entrevistado como gostaria de morrer, ante as repetidas respostas "em casa, dormindo", o apresentador costumava debochar do convidado."

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B4nio_Abujamra


 

Mara Carvallho


  
Biografia 

Mara Carvalho nasceu em Ourinhos, interior de São Paulo, em 13 de julho de 1961. Em 1988, quando cursava a faculdade de cinema, estreia como atriz, por indicação de Antonio Fagundes para o diretor Ulysses Cruz para a montagem do espetáculo "Fragmentos de um Discurso Amoroso", de Roland Barthes. Em seguida, participa de várias peças dirigidas por Ulysses Cruz, como "Pantaleão e as Visitadoras", de Mario Vargas Llosa, e 'Macbeth", de William Shakespeare, além de "Parsifal", baseada na obra de Richard Wagner, com direção de Jorge Takla.
Em 1991, estreia na televisão, na novela "O Dono do Mundo". Na sequência, faz mais cinco novelas na Rede Globo, tranferindo-se depois para a Rede Record. Em 1993, estreia como autora, com o texto "Vida Privada", que teve direção de Ulysses Cruz. Nessa mesma época, ficou em cartaz em duas peças: "A História de Todos Nós", em que contracena com Oscar Magrini, e "Últimas Luas", de Furio Bordon, com direção de Jorge Takla, ao lado do ex- marido, Antonio Fagundes.
Depois de atuar, em 2003, na montagem de "O Inspetor Geral", de Nicolai Gogol, com direção de Gerson Steves, apresenta seu novo texto, "Elas São do Baralho", em que também atua como atriz, sob a direção de Bete Coelho. Em 2006, outro texto seu chega à cena, "Gente Que Faz", codirigido por André Grecco, em que contracena com seu filho, Bruno Fagundes. No ano seguinte, estreia a peça "De Corpo Presente", onde além de ser autora e dirigir, também participa do elenco.
 (transcrito de: http://www.spescoladeteatro.org.br/enciclopedia/index.php/Mara_Carvalho

 
  Henrique Oliveira



"O escultor e pintor, nascido em Ourinhos (SP), sempre gostou de desenhar.Na adolescência, cogitou até se tornar caricaturista. Hoje, no ateliê onde trabalha, em São Paulo, se divide entre obras de madeira e quadros abstratos. Em setembro, quando completa 38 anos, realiza sua primeira individual europeia, com uma exposição na galeria Georges-Philippe & Nathalie Vallois,em Paris.
por Nina Rahe
transcrito de:  
http://bravonline.abril.com.br/materia/retrato-do-artista-henrique-oliveira#image=168-1afila-retrato-1

 Publicitário Marcelo Coutinho




"Publicitário da região se destaca em Cannes
COMUNICAÇÃO — Marcelo Coutinho, nascido em Ourinhos e morador em Santa Cruz até os 18 anos, assina filme publicitário contra a fome, feito para Unicef"
(transcrito de: http://www2.uol.com.br/debate/1265/cadd/cadd.htm



 


Pedro Carlos Roval 

Biografia

"Radicado em São Paulo a partir do final dos anos 1950, Rovai cursou um seminário de cinema e em seguida, com uma câmara 16 mm amadora, realizou seus primeiros exercícios cinematográficos: Formas e Far West.
Foi assistente de direção de Luís Sérgio Person em São Paulo S/A (1965) e de Rubem Biáfora em O Quarto (1968). No intervalo, criou a produtora Sincrocine, com a intenção de produzir comerciais, documentários e cinejornais. Realizou os curtas Campos do Jordão e Djanira em Parati, este último vencedor do Prêmio Governador do Estado de São Paulo.
Em 1970 mudou-se para o Rio de Janeiro, onde se tornou, em poucos anos, um dos mais bem-sucedidos produtores brasileiros, revelando as possibilidades comerciais da comédia erótica carioca (Ainda Agarro Essa Vizinha, A Viúva Virgem, etc.), mas também trazendo para o gênero inusitadas reflexões metalingüísticas (Luz, Cama, Ação!) e ainda financiando filmes de outros gêneros (O Ibrahim do Subúrbio, Crueldade Mortal, etc.).
Com o declínio do cinema erótico na segunda metade dos anos 1980, passou a produzir para o teatro, levando ao palco os espetáculos A Gaiola das Loucas e Piaf.
Na virada do século, voltou ao cinema, produzindo um bem-sucedido filme infantil (Tainá, uma Aventura na Amazônia) e inclusive retornando à direção.

Transcrito de:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Pedro_Carlos_Rovai




IMAGENS DA CIDADE



2ª Agência da Ford (1950)


Estação ferroviária (1940)


Fábrica de Refrescos do Sr. Ítalo Ferrari
(Anos 40)



Igreja Matriz (anos 40)



Rede de Viação Paraná-Santa Catarina
(1950)



Serraria e Fábrica de Veículos (1939)


 Ponto de Charretes (táxis)



Vista aérea



Aeroclube



Catedral diocesana



Fábrica de Colchões Castor



Centro Cultural Tom Jobim



Ginásio Municipal de Esportes



Lago da FAPI



Divisa com o Paraná



Templo Metodista
Clube Atlético Ourinhense


 Estádio do CA Ourinhense



Basquete feminino de Ourinhos

Fonte: https://www.google.com.br/webhp?sourceid=chrome-instant&ion=1&espv=2&ie=UTF-8#q=imagens%20da%20cidade%20de%20ourinhos%2C%20sp



SOBRE O AUTOR DA POSTAGEM



Wilson do Carmo Ribeiro é natural de Campos Novos Paulista, SP onde nasceu aos 16-07-1941, é Industriário aposentado no Grupo Votorantim, pedagogo e historiador diletante. 
Foi Vereador no Município de Mairinque, onde trabalhou também em emprego comissionado na Prefeitura Municipal. Durante quinze anos foi correspondente em Alumínio para jornal da região. Foi professor no primeiro e segundo graus durante 15 anos.
Atualmente dedica seu tempo a historificar cidades, igrejas presbiterianas (é presbítero nessa denominação evangélica desde 1975) e vida de pastores.
Em novembro de 2014 foi agraciado com o título de Cidadão Aluminense pela Câmara Municipal da cidade de Alumínio, SP. 

Toda crítica construtiva e sugestões para a melhoria deste trabalho podem ser enviadas pelo e-mail: prebwilson@hotmail.com






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