quinta-feira, 19 de junho de 2014

MINHA CARREIRA NA COMPANHIA BRASILEIRA DE ALUMÍNIO




APRESENTAÇÃO

 

Nasci em 16 de julho de 1941 em um pequeno sítio da família no bairro chamado Cabeceira Bonita, localizado na divisa dos Municípios de São Pedro Turvo e Campos Novos Paulista na região de Ourinhos.
Frequentei a escolinha que existia no bairro nos dois primeiros anos do antigo curso primário. Para continuá-lo fiquei na casa de uma tia de minha mãe em São Pedro durante seis meses e um ano e meio na casa dos familiares dela em Santa Cruz do Rio Pardo.
Em 1951 minha família se mudou para esse município, trocando a vida de roceiros para a de oleiros e eu entrei para a lida em 1952 assim que tirei meu diploma. Moramos anda em Bernardino de Campos e em Ipaussu, de onde a família veio para Alumínio em dezembro de 1958.
Ajudamos na montagem de uma olaria para o Sr. Paulo Dias e fizemos tijolos no transcorrer de 1959. Moramos em uma das muitas casas da vila que ele possuía e que veio a ter seu nome oficializado na cidade de Alumínio.

O INÍCIO DE UMA NOVA FASE NA VIDA

Fui admitido para trabalhar na Cia. Brasileira de Alumínio em 02- 01-1960. O Chefe da Administração Sr. Paulo Dias perguntou-me se eu preferia trabalhar na Portaria ou na Laminação.
- Na Laminação, respondi. Na verdade eu havia entendido “na Iluminação”. Fui levado por um guarda da Portaria até lá e apresentado ao Sr. Domingos Armando e ele então me indicou as tarefas a realizar.
Após dois meses como Ajudante, devido a demissão de um dos operadores da Ponte Rolante, fui consultado pela chefia se queria aprender a operar aquele equipamento.
- Sim, respondi sem vacilar.
- Então suba e fique lá observando como se faz e daqui há três dias você vai ficar sozinho.
E assim aconteceu. Eu me sentia realizado – aquela ponte tinha três tipos de movimentos: para frente e para trás, lateral  e vertical, onde o gancho levantava, transportava e descia os materiais, na maioria das vezes as espulas com rolos de alumínio laminado.
Dois anos se passaram. Trabalhava em três horários e folgava aos domingos. Não tirava adiantamento (vale) e no final do mês entregava o pagamento quase na totalidade à minha mãe para ajudar no sustento da família (tinha quatro irmãos, todos mais novos).
Certo dia recebi um aviso que o Sr. Paulo Dias desejava falar-me. Ele havia ficado sabendo que eu havia feito um curso de contabilidade por correspondência e outro de datilografia, este com a senhorita Ivone Molinari.
Fui ao escritório e ele perguntou-me se eu gostaria de trabalhar na Seção Pessoal. Respondi que sim ele mandou que me aplicassem o teste de Auxiliar de Escritório. Passei e em 02-01-1962 fui apresentado por ele ao Sr. Philemon de Medeiros como novo funcionário daquela seção.
Como estava frequentando a Igreja Presbiteriana desde meados do ano anterior, fiquei bastante à vontade, pois alem do Sr. Philemon que era o chefe, ali trabalhavam também os senhores David Alves Machado, o irmão dele Waldemar e o primo deles Waldomiro Ribeiro, todos eles membros da referida igreja.
Minhas tarefas: Controlar a frequência dos empregados, colocá-los em férias; fazer transferências; abrir guia de acidente; fazer ao final do expediente a relação dos documentos do malote que seguia para o Escritório Central e outras coisas mais, Quando chegava a semana de confeccionar a folha de pagamento quase todos trabalhavam uma semana nesse expediente. Uma turma das 7 às 16 e outra das 16 às 24 horas.

FALECIMENTO DO SR. PAULO DIAS

O Sr. Paulo Dias faleceu em novembro de 1977. Após ter trabalhado trinta e cinco anos na CBA ele se aposentou. Conforme combinado com a diretoria,  ele retornaria ao seu posto após trinta dias e assim ocorreu.
Acontece que uma dor de cabeça surgiu e foi aumentando de intensidade. Diagnosticado problema difícil foi para a Beneficência Portuguesa mas em curto espaço de tempo veio a sucumbir.
Homem com pouco estudo formal, compensava isso com uma inteligência e tino comercial  incomparáveis, tendo prosperado ao construir muitas casas de aluguel na vila que veio a receber seu nome.
Começou sua carreira na CBA como Contínuo, levando água para os trabalhadores que trabalhavam na construção. Naquela época quase tudo era feito com trabalho braçal e tração animal.
Foi promovido a Apontador, depois a Escriturário, Chefe da Seção Pessoal e por fim Chefe do Escritório, que depois viria a ser chamado Administração.

TREINAMENTO E PROMOÇÕES

Em outubro de 1964 fui designado para fazer um treinamento na Burroughs do Brasil na capital paulista a fim de modernizar a folha de pagamento. O Sr. Jonas dos Santos também fez o treinamento, objetivando modernizar a parte da Contabilidade.
Com essa medida, trabalhando em três horários, o tempo da confecção da folha de pagamento caiu para três dias. Os colegas Wilson Pereira Camargo e Benedito Scavariello foram os outros dois funcionários a trabalhar na nova máquina. Em seguida, outros, como o Sr. Waldomiro também passaram a operar o equipamento.
Eu estava noivo da jovem Claudineide Marra que morava com os pais na Vila Assis em Sorocaba e num determinado dia no inicio de 1965 fiz um memorando solicitando uma casa para morar  na Vila Industrial após o casamento. A resposta dele no documento foi: “Falar-me.”
Fui falar com o Dr. Figueirôa, que foi direto ao ponto:
- Jovem: Vou autorizar uma casa para você. Mas quero falar com sua noiva também para explicar a vocês juntos como é essa casinha que está disponível. Traga a moça e volte a falar comigo.
Ela veio a Alumínio e fomos falar com o diretor da fábrica. Ele atendeu uma porção de gente que se aglomerava diariamente na casa dele como de costume e deixou-nos por último.
- Prazer, senhorita. Falei para o seu noivo trazê-la até aqui porque a casa que tenho para vocês é bem simples: tem sala quarto e cozinha. Faço questão de explicar  porque alguns logo vem pedir para mudar de casa  e  se vocês fizerem isso, não terei como atender.
- Está muito bom doutor. Falamos quase em uníssono.
Em 15-05-1965 nos casamos e fomos residir na referida casinha que era parede-e-meia com a família do Sr. Jasiel Ferreira Filho, à Rua Álvaro de Menezes, muito próximo à arquibancada do estádio da AAA.
De 1972 até o início de 1974 fui designado para coordenar as casas da Vila Industrial, quando então passei a ter contatos diretos com o Diretor Industrial da fábrica, Dr. Figueirôa. Ele me orientava a ir até a casa dele de manhã para descermos juntos no veículo e ele vinha despachando os memorandos que eu os apresentava.
Como mencionei de início, tinha apenas o antigo curso primário. Em 1964 comecei a fazer o curso de madureza ginasial – quinta a oitava série na ACM em Sorocaba. De 1968 a 1970 fiz o segundo grau no Liceu Pedro II e o superior – Pedagogia, concluído em 1973 na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Sorocaba.
Alguns colegas que estudaram no mesmo período na faculdade, não necessariamente no mesmo curso: Geralda Mora Barbosa Leandro, Ademir Paulino de Almeida, Anizio Marcolino, Paulo Guimarães Fauvel, Ilson Roberto Martins, Jurandir da Silva Filho e Miriam Viotto.
Assim que peguei meu diploma, apresentei-o ao Dr. Figueirôa numa reunião que estávamos fazendo para reforma e destinação de algumas casas. Ele ficou muito contente, parabenizou-me e a partir daquele momento passou a despachar nos memorandos que envolviam meu nome o termo “Professor”, o que até então ele só fazia para o Chefe da Contabilidade, Prof. Wilson Martins.
Disse-lhe que gostaria de fazer um acordo com a CBA para receber meu tempo e no período de um mês tentaria encontrar um trabalho na área da Educação ou em empresas em São Paulo, seguindo os passos de meus quatro irmãos mais novos. Não encontrei nada mais seguro que a CBA e retornei.
Como havia “estourado” o prazo combinado de 30 dias para retornar, outra pessoa havia sido designada para coordenar as casas da Vila Industrial – Sr. Antenor José de Oliveira, o qual ficou por pouco tempo na função, sendo sucedido pelo Sr. Adauto Rodrigues de Oliveira, que exerceu o cargo até sua aposentadoria.
Ocorre que nesse ínterim, a chefia do  Setor de Cronometragem ficara vaga e o Sr. Philemon sugeriu-me que fizesse uma carta ao Dr. Figueirôa, candidatando-me a ocupar aquela chefia na minha readmissão.
Ele autorizou, eu fiz cursos relativos à área e iniciei uma fase na carreira que iria se prolongar por onze anos. Eu estava subordinado diretamente ao Dr. Figueirôa e nesse tempo aprendi muita coisa com ele.
O Setor Cronometragem passou a se chamar Métodos e Processos e uma série de atividades novas foram sendo delegadas pelo diretor. Quando ele tinha uma tarefa nova ele me chamava ao seu escritório no quarto andar do prédio da administração e explicava o que desejava. Eu procurava satisfazer o que ele havia solicitado e, às vezes após uma ou mais revisões no projeto, o mesmo era implantado na fábrica.
Não vou descrever aqui o que foi feito nos onze anos que estive à frente daquela unidade da fábrica. Vou resumir, porém alguns itens:
- Uniformização dos impressos utilizados na fábrica;
- Elaboração de uma planilha com os tempos de entrega dos materiais levados pelos caminhões da CBA para São Paulo e cidades adjacentes. (as cronometragens tinham sido feitas nos tempos do chefe anterior).
- Implantação da manutenção preventiva da frota de veículos começando pelas empilhadeiras das Salas dos Fornos;
- Implantação do Correio Interno. Ao invés de 72 contínuos passamos a trabalhar com 25. Os demais foram transferidos para as áreas de Mecânica, Elétrica ou Administração;
- Elaboração de um fluxograma da fábrica, com desenhos do maquinário desde a chegada do minério (bauxita) até a Expedição;
- Cronometragens dos tempos de exposição dos trabalhadores de cada área da produção aos agentes causadores de insalubridade ou periculosidade. Esse trabalho foi feito conjuntamente com a Divisão de Segurança do Trabalho (equipe do Engenheiro Antonio Carlos Rodrigues Raposo).
- Elaboração dos itinerários dos ônibus terceirizados, estabelecendo os pontos de embarque dos trabalhadores em Sorocaba, Votorantim, Mairinque e São Roque;
- Descrição das funções em cada cargo existente nos departamentos da fábrica e estabelecimento de critérios para admissões e promoções (tempo de experiência, escolaridade, etc.)
- Recenseamento socioeconômico anual de todos os empregados da fábrica.
- Assessoramento nas filmagens institucionais da fábrica, sendo que na ultima vez (1981) acompanhei  as produções feitas de helicóptero nas sete hidrelétricas no Vale do Ribeira.
- Cronometragens da produção onde precisasse na fábrica, sendo que os departamentos que mais requisitavam nossos serviços eram a Laminação de Chapas e a Fábrica de Alumina.

OPERÁRIO PADRÃO E UM ANO DEPOIS...

Em 1984 fui eleito “Operário Padrão” da Cia. Brasileira de Alumínio numa promoção do SESI e do Jornal “O Globo”. Concorri na fase regional com representantes das indústrias de Sorocaba e adjacências e fui eleito Operário Padrão Regional.
A próxima etapa foi em São Paulo onde concorri com representantes das demais regiões do Estado. Recebi medalhas, uma premiação em dinheiro, além da estadia de uma semana em ótimo hotel na companhia de minha esposa. A coordenação desse processo na fábrica foi feita pelo Sr. Ivan Aparecido Granito, membro da equipe de RH.
Necessário se faz esclarecer que, além do desenvolvimento na carreira profissional, eram levadas em conta as dificuldades superadas para se chegar até ali. Origem da pessoa, luta para poder estudar, e outros fatores como a participação nos diversos setores da vida comunitária.
No meu caso pesou bastante o fato de ter estudado depois de casado e com os filhos crescendo, a esposa também estudando. Considerou-se muito ainda o fato de eu ter participado em 1965 da organização eclesiástica da Igreja Presbiteriana de Alumínio e em 1968 da Cooperativa de Economia e Credito Mutuo dos Empregados da CBA.
Foi levado em conta inda o fato de ter concluído o curso superior e estar lecionando em escolas de Alumínio, Mairinque e de São Roque, além de atuar de forma muito efetiva durante muitos anos como correspondente em Alumínio para o jornal Diário de Sorocaba e colaborar com outros órgãos da mídia escrita.

O FIM DE UMA ERA

No dia 13 de junho de 1985 eu havia entrado em serviço às oito horas e pouco depois recebi a mais inesperada ligação telefônica da minha vida profissional. Era o Sr. Philemon de Medeiros, Chefe do Escritório informando-me que o Dr. Figueirôa havia falecido naquela manhã, ou mais precisamente, que morrera enquanto dormia.
Em seguida ele instruiu-me sobre o que eu deveria fazer a partir daquele momento: Ir ao gabinete do falecido no 4º andar do edifício da Administração e de lá comunicar o fatídico acontecimento a todas as quarenta e duas chefias da fábrica. Em seguida ligar para os jornais e emissoras de rádio da região.
Não sei o por quê, mas minha primeira ligação foi para o Engenheiro Dirceu Guimarães, o qual demorou a acreditar no que estava ouvindo. Quando cheguei ao último nome da lista, as informações já haviam corrido e se cruzado pelos meandros da grande usina.
O velório foi na Igreja Matriz de São Francisco de Paulo, a qual ficou literalmente tomada pelos empregados, amigos e admiradores do grande homem que foi Antonio de Castro Figueirôa.
No dia seguinte seu corpo foi levado ao Cemitério da Saudade. Estava encerrada uma era na administração da Cia. Brasileira de Alumínio.
Se existia e existem ainda hoje aqueles que viam no Dr. Figueirôa uma figura por demais austera, é inegável sua influência na formação do homem integral. Para ele, o tempo que usava no atendimento os estudantes ou familiares deles não era algo perdido, mas investimento nas vidas daqueles rapazes que se formaram, se profissionalizaram, constituíram suas famílias, construíram o patrimônio próprio e hoje reconhecem, como faço eu, a importância daquele homem nas nossas vidas.
O Engenheiro José Netto do Prado, que estava dirigindo outra empresa do Grupo Votorantim (Níquel Tocantins) retornou a Alumínio e assumiu a Diretoria Industrial da CBA. Eu fui fazer parte da Gerência Administrativa, chefiada pelo Sr. Philemon. Logo depois foi inaugurado o prédio novo da Administração, incluindo  o terminal rodoviário.
A seção de Métodos e Processos se mudou para o prédio antigo e se instalou onde havia funcionado a Seção Pessoal. O Sr. Sebastião Aparecido dos Santos, com o qual trabalhei muitos anos e foi sempre um eficiente colaborador, assumiu a chefia daquela seção.
Eu revezava com o Sr. Philemon nas folgas aos sábados e procurava escoar a documentação que chegava à escrivaninha dele. Nessa época dediquei-me a fazer o organograma geral da fábrica e depois de submetê-lo ao Engenheiro José Netto e fazer as modificações necessárias, o mesmo foi oficializado.
Logo depois a CBA começou a tratar da implantação do restaurante industrial. Fui orientado a ir verificar a qualidade dos serviços das empresas que se candidataram a tocar o novo serviço na CBA. Fiz meus relatórios e depois que a Servebem começou a operar, fui designado para ser o elo de coordenação entre a empresa e a CBA.
Em agosto de 1990 o senhor Philemon se aposentou e o Sr. Wilson Martins, Chefe da Contabilidade assumiu a Gerência Administrativa. Em março de 1991, muito triste com a perda de meu irmão Nilson, que passou mal no trabalho por volta das quinze horas dentro da fábrica e às vinte horas já estava sem vida na Beneficência Hospitalar em Mairinque apesar de todo o esforço do Dr. Rui Minoru Chino e da equipe da BH, eu decidi pedir minha aposentadoria.
Assim como fiz tantos elogios à pessoa do Dr. Figueirôa, não poderia deixar de fazê-lo também ao Engenheiro José Netto: Antes de se tornar Diretor da fábrica, tínhamos relações de amizade, inclusive quando ele foi vereador e presidiu a Câmara Municipal de Mairinque.
Ele e a esposa engenheira e professora Maria Hortência me deram aulas de matemática na casa deles. Ele deu-me de presente a assinatura do projeto da casa que construí no Jardim Cruzeiro em Mairinque. Foi ele quem assinou minha última promoção na CBA, ou seja a de Assistente Administrativo.
Que Deus o abençoe juntamente com toda sua família. 

CONCLUSÃO

Faz bastante tempo que sentia vontade de escrever sobre este assunto. Agora, passados mais de vinte e três anos desde que deixei a CBA por aposentadoria, julguei que não deveria protelar mais.
Muitos companheiros de trabalho já se foram desta vida. Eu por muito pouco não fui no ano passado. A CBA  começa a tomar rumos diferentes na forma de administrar sua fábrica.  O Dr. Antonio Ermírio está muito doente.
Fica, pois, registrada minha participação, muito menor do que a de muitos outros colaboradores da grande empresa, mais para agradecer a todos do que para narrar uma simples história.
Peço desculpas aos  ex companheiros (as) não mencionados em minha narrativa pois foram tantos nos trinta e um anos que militei na fábrica. Mas que todos se sintam homenageados.



ACERVO FOTOGRÁFICO

- TRABALHO



 
 CBA nos anos 60/70


Dr. Antonio de Castro Figueirôa
Diretor Industrial da CBA
1955-1985

Foto na primeira Carteira de Trabalho

  
 Dr. Eno Lippi
Aprovou minha admissão
e foi médico da família


Celso Corrêa de Moura
Fez minha ficha na CBA - 1960


Sr. Paulo Doas - Patrão na Olaria e 
Chefe no Escritório da CBA


Sr. Domingos Armando - Chefe 
na Laminação de Papel
1960-1961

 
Sr. Philemon -Chefe na Seção
Pessoal e depois na Gerência
Administrativa 


 Antonio Adolfo Pereira (Miúdo)
Colega de trabalho na Laminação
1960-1961


Geraldo Xavier de Lima
Colega de trabalho na Laminação
1960-1961


José Carlos de Almeida
Colega de trabalho na Laminação
1960-1961I


Colegas de trabalho na /seção Pessoal
 Década de 1960


 David Alves Machado
Encarregado na Seção Pessoal


Delma Silva - colega na Seção Pessoal


Antonio Benedito Furquim
 Colega na Seção Pessoal


Waldomiro Ribeiro
Colega na Seção Pessoal


Wilson Pereira Camargo
Colega na Seção Pessoal


Luiz Verdum Sian
Colega de Seção Pessoal


 
Chefia da Seção Métodos e 
Processos -1974-1985


Sebastião Aparecido dos Sanhtos - Seba
Companheiro e sucessor na seção
Métodos e Processos


Sergio Lopes Duarte - Companheiro
na Seção Métodos e Processos


 Sebastião Luiz Lourenço
Colega no Métodos e Processos


Marcia Campana
Colega no Métodos e Processos


Motoristas e porteiros - colegas de trabalho
1978 - 1985


Vista parcial da Vila Industrial
Coordenação em 1972-1973

 

 Vista aérea da CBA nos anos 80


 Engº Renato C. Brito Moura
Chefe da Fundição e que viria a ser Diretor da CBA
Na sua seção instalava-se o QG de filmagens
institucionais da CBA


Engº Dirceu Guimarães
Chefe das Salas dos Fornos 64 e 86 kA


Engº José Netto do Prado
Assumiu a Diretoria Industrial
da CBA em junho de 1985

 
 
Colegas da Administração no final dos anos 80 
(aposentadoria do Sr. Celso Corrêa de Moura)


 Lucia Gutierrez - Secretária da 
Gerência Administrativa
Final dos anos 80


 Rosali Souza Nascimento
Colega de Gerência Administrativa


Restaurante Industrial da CBA
Participação no processo e elo com a CBA


Edson Euzébio de Araújo
Colega nos tempos de
Restaurante Industrial


Sr. Wilson Martins
Meu último Chefe


O edifício de Administração da CBA
Tempos depois foi remodelado com
as paredes em vidro



  Rua Moraes do Rego - nosso "caminho da roça"
por muito tempo


Tal como eu, os colegas aposentados gostam 
de relembrar os tempos de CBA



 Dr. Antonio Ermírio de Moraes em três fases de sua vida
A ele minha homenagem e preito de gratidão pelos 31 anos
que trabalhei na empresa que ele administrou de forma tão competente.


HISTÓRIA FAMILIAR



 
 Estação Ferroviária de Alumínio
Nossa mudança chegou aí em dezembro de 1958


  Nossa casa na Vila Paulo Dias - 1958


 
Sr. Ângelo Pistili e sua família
Nossos primeiros vizinhos



 Casa que o sr. Paulo Dias construiu no local
da olaria dele onde fizemos tijolos em 1959



 
 Casamento com Claudineide em 
15-05-1965 em Sorocaba, SP.


 
 Hospital Maria Regina - Aí nasceu nosso
primeiro filho - 1966


Padaria do Neco - Um dos estabelecimentos
comerciais que nos serviam (foto Benedito Dias)



 
 Local onde funcionou o Açougue Cerione
Nosso fornecedor


 
 vone Molinari - Com sua escola de
datilografia preparou-me para trabalhar
no Escritório - 1961 

 
 
 Participação na Construção do Edifício de Educação
Cristã da Igreja Presbiteriana - 1968


 
 Formatura em Pedagogia - 1972


 
 Geralda M. Barbosa Leandro
Colega de Faculdade


 
Formatura da esposa d. Claudineide - Professora
de Língua e Literatura Portuguesa - 1982


 
 Eleito Operário Padrão - 1984


 
  Professor no Supletivo Municipal - 1975-1985


 Correspondente do Diário de Sorocaba - 1967-1985


Ercy Souza Oliveira e Sônia Siedler Paz
Colegas de magistério


 Dr. Vitor Lippi
Companheiro de trabalho e Vereança

 
 Jaime Henrique Duarte
Companheiro de trabalho e vereança


 
João Antonio Mischek
Companheiro de trabalho
e de Cooperativa de Crédito


 Jasiel e Rute Ferreira:
Companheiro de trabalho, 
de Igreja e vizinhos


Meu irmão Nilson - Corretor
de Ferramentas, Faleceu em
14-01-1991


  Casa de praia antiga da da AAA em Itanhaém
Onde passamos momentos muito agradáveis



 
Nossa família - 2010


SOBRE O AUTOR DA POSTAGEM


Wilson do Carmo Ribeiro, 72 anos é industriário aposentado e pedagogo. Casado com a professora Claudineide Marra Ribeiro, dedica seu tempo a escrever  para seu blog e a ensinar na Igreja Presbiteriana Rocha Eterna de Sorocaba (Bairro Barcelona), onde exerce o ofício de Presbítero.
E-mail: prebwilson@hotmail.com






Sobre a Cia. Brasileira de Alumínio escreveu:

- CBA–57 Anos:
http://wilson-ribeiro.blogspot.com.br/2012/11/companhia-brasileira-de-aluminio-57-anos.html

- Dr. Antonio Ermírio de Moraes – Empresário Idealista:
http://wilson-ribeiro.blogspot.com.br/2014/03/antonio-ermirio-de-moraes-empresario.html























Um comentário:

  1. Li e achei um relato muito interessante. Todas as promoções, os colegas, as funções et. E por fim, a gratidão pela vida na empresa e da empresa. Parabéns... Além de um relato para a história, um relato de alguém que é abençoado por Deus por todas as experiências que viveu em seu emprego. Que possamos tb fazer isso no futuro... Um abraço!

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