segunda-feira, 21 de maio de 2012

PEQUENA HISTÓRIA DO MUNICÍPIO DE MAIRINQUE

APRESENTAÇÃO


 Tendo escrito a respeito da cidade de  Alumínio e publicado no meu blog: http://wilson-ribeiro.blogspot.com.br/2011/10/cidade-de-aluminio-fatos-e-fotos-de-sua.html

com o passar do tempo comecei a receber consultas através das redes sociais a respeito de alguns fatos sobre Mairinque. Tenho respondido na medida do possível, porém algumas informações não estão disponíveis quer seja nos escritos um pouco mais antigos nem na Internet.


Em vista disso achei por bem reunir as informações que tenho guardadas ao longo de alguns anos, juntando a própria vivência que tive em terras de Alumínio e |Mairinque de 1958 a 1997, disponibilizando-as ao público através do Blog do Ribeiro (link já citado). Acrescenta-se que, com a facilidade existente hoje, essa narrativa, bem como a fotos que fizerem parte dela poderão ser revisadas, ampliadas, enfim, melhoradas através da participação dos próprios leitores/internautas.


 Devo dizer que, aos setenta anos de idade, aposentado há vinte e um e residindo em Sorocaba, não tenho qualquer interesse político ou financeiro nas coisas que faço. O que realizo é por puro prazer e fico feliz com o retorno que recebo daqueles que leem meus escritos. Aliás, escrever é o que comecei a fazer em 1967 como colaborador de jornais da região, noticiando fatos de Alumínio e de Mairinque, bem como da comunidade eclesiástica a que pertenço, a Igreja Presbiteriana do Brasil.


O COMEÇO DE TUDO   
        
Minha família fazia tijolos no interior do estado de São Paulo: Santa Cruz do Rio Pardo, Bernardino de Campos e por último Ipaussu (naquela época grafava-se Ipauçu). Num determinado dia chegou um rapaz de nome Agnaldo, que fora apadrinhado por meus pais em seu casamento e, enquanto fazíamos os tijolos ele contava que estava morando num lugar chamado Alumínio e que trabalhava numa grande fábrica. Falou das vantagens que tinha em relação a nós e demais oleiros: registro em Carteira, folga semanal, férias anuais, atendimento médico e outras coisas mais. No dia seguinte meu pai e seu inseparável irmão Antonio pegaram o trem e vieram em busca de serviço em Alumínio.

Poucos dias depois estávamos de mudança e nossa aspiração não se concretizou de imediato, pois ainda fizemos tijolos durante o ano de 1959 para o Sr. Paulo Dias. Aliás, meu pai, eu e os empregados do referido senhor, o qual era Chefe de Escritório da CBA, construímos a olaria, exceção do forno que foi feito por pedreiros. Dessa forma boa parte da Vila Paulo foi construída com os tijolos que fizemos naquele ano e por último nosso patrão construiu sua própria casa no centro da vila.


Meu pai, Sr. Durvalino Antonio Ribeiro começou a trabalhar na CBA no final de 1959. Eu e meus irmãos, a partir de 1960. Toda a minha carreira se desenvolveu dentro daquela indústria, onde comecei como Ajudante e terminei como Assistente Administrativo. Como formação, tinha apenas o antigo primário. Voltei à escola, fiz madureza ginasial, segundo grau e Pedagogia na antiga FAFI, hoje UNISO. Fui instrutor no SENAI e professor no Supletivo Municipal de Mairinque e no Sistema Educacional Barão em São Roque.  Fui suplente de Vereador em 1976 e eleito em outubro de 1988 assumi uma cadeira no legislativo mairinquense, exercendo o mandato de 1989 a 1992. De 1993 a 1996 trabalhei em emprego comissionado na Prefeitura Municipal, encerrando minhas atividades no município. Procurando ficar mais próximo dos filhos que haviam se casado, decidimos pela mudança para Araçoiaba da Serra onde ficamos quatorze anos 



Em Mairinque, à Rua Dr. Jones Bill Munhoz 525, local de nossa residência teve início o trabalho presbiteriano na cidade em sua segunda etapa e hoje já são duas igrejas dessa denominação na comunidade: uma na Vila Nova Mairinque a outra no centro da cidade. Maiores detalhes ver link:
http://wilson-ribeiro.blogspot.com.br/2011/03/o-presbiterianismo-em-mairinque.html

(O Presbiterianismo em Mairinque)


MAIRINQUE QUE CONHECI

Em 1959 tive de ir a Mairinque para buscar meu Certificado de Dispensa de Incorporação do Serviço Militar e foi aí que conheci a cidade, até então, distrito de São Roque. Alumínio era apenas um bairro.
O ônibus ia até o ponto próximo ao pontilhão mais antigo, que era estreito e não dava condições de passagem para veículos como ônibus e caminhões. As pessoas subiam a pé ao centro da cidade. Os bairros periféricos com exceção do Marmeleiro não existiam e foram surgindo com o passar do tempo: Vila Nova Mairinque, Barreto, Granada e, na década de setenta, o Jardim Cruzeiro, Residencial Parque e outros tantos mais.
         
Lembro-me que meus pais faziam compras de gêneros alimentícios no Armazém da família Lippi e tempos depois da família Moraes (senhores Elvídio e seu irmão). Ainda funcionava aquele sistema de pagar a conta do mês anterior e fazer uma nova. Geralmente ganhava-se como brinde uma lata grande de doces tipo quatro em um.

 Em Alumínio existiam os armazéns do Sr. José Cerioni e do Sr. Paulo Dias. A CBA mantinha também um armazém na qual os empregados compravam gêneros e o desconto era feito em folha de pagamento. Tinha ainda a farmácia do Sr. José Módena, a Quitanda do Tico Botti, o Bar do Sr. Pedro (posteriormente Bar da AAA) e a Barbearia do Massa.

Não me atrevo a detalhar mais sobre comércio em Mairinque porque ia muito pouco até lá. Depois de 1961 passei a ir um pouco mais à cidade. O destino era a Igreja Metodista, onde fiquei conhecendo pessoas pelas quais tenho profundos laços de amizade até hoje, entre elas o senhores Luiz Carlos Sodré, Dr. Air Sudário da Silva, professora Loide Bordinhon, professora Miltes Rolim, família do Sr. Mauro Pereira e família Matos: Ivone, Izolda e Irene.
         
OS PRIMÓRDIOS

O que vai transcrito aqui é de domínio público: “Em meados do século 17, no local onde se ergueu a cidade de São Roque e posteriormente a cidade de Mairinque, Pero Vaz de Barros e Padre Guilherme Pompeu, possuíam grande extensão de terras habitadas por índios. A pouca distancia de São Roque havia um sítio denominado “Sítio das Marmeleiras”. Na gleba denominada Alumínio, ergueu-se uma fábrica de cimento. Em volta da pequena e rude estação de trem erguida por Matheus Maylasky, em 1875, é que se formou o núcleo do que viria ser a cidade de Mairinque, que naquela época era habitada por operários da estrada de ferro e agricultores. Juntamente com a estação, Matheus Maylasky construiu uma pequena oficina de reparos de trens, coberta de zinco, e que só funcionava em casos de emergência.
     O Conselheiro Francisco de Paula Mayrink, quando já presidia a Companhia Sorocabana, vistoriando toda a rota da estrada de ferro pressentiu que aquele seria o lugar ideal para funcionar como centro de ligação entre o mar, o “hinterland” (interior do país) e o oeste do Estado de São Paulo. Tudo isso bem perto da capital paulista, de Santos e de Itu.
     Já existiam ali, uma parada de trens, um pátio e uma oficina, tudo muito rudimentar. A topografia do lugar e a posição geográfica da estação exigiam melhorias. Dessa forma, o Cons. Francisco de P. Mayrink tomou providências e alargou o pátio. Os operários - muitos deles residentes em São Roque-, os agricultores, e os índios dispersados pela região, moravam em locais simples, sem higiene e conforto. 
     O Conselheiro construiu então uma vila no povoado, iniciando a construção de 100 pequenas casas iguais, inaugurando o conjunto em 27 DE OUTUBRO DE 1890. 
     A vila possuía também: duas biroscas (estabelecimentos comerciais modestos), botica (farmácia) e uma pequena escola (a primeira em toda a região). Criada ali para atender aos filhos dos trabalhadores da estrada de ferro.
     Era uma vila bem arrumada, erguida numa clareira da mata situada em uma velha fazenda de nome Canguera, palavra que em língua Tupi, significa “ossada”, razão pela qual se achava que ali existisse algum cemitério indígena. A fazenda Canguera teve vários donos, e entre eles, Manuel da Costa Nunes, o “Manduzinho”, antigo capataz, que escravizava índios e funcionava como uma espécie de “Xerife” do local. Um dos últimos donos da fazenda foi Antônio da Silva Eugênio Bey, que viveu ali até 1880, ano em que o Conselheiro atingiu a direção suprema da Sorocabana. O local da primeira vila acabou ficando conhecido como “Manduzinho”, o apelido de seu proprietário. Mas como as cem primeiras casas rapidamente tornaram-se insuficientes para o abrigo de tantos interessados em para cá vir, Francisco de Paula Mayrink projetou outros núcleos habitacionais. Comprou mais 264 alqueires de terra e tratou de ampliar a vila. Na área da ferrovia, o Conselheiro realizou a ligação de Canguera para o mar e a incorporação da estrada de ferro Ituana. Como a vila fundada em 1890 era de caráter residencial, a placa da estação continuou estampando o nome de “Canguera”. Em fins de 1891 substituíram-na por “Manduzinho”, mas em 1892 já vigorava o nome de “Mayrink” em clara homenagem ao Conselheiro. Todavia, em 1897 foi reposto o nome de “Manduzinho”, porém no ano de 1900, volta em caráter definitivo o nome do Conselheiro para a vila. Dizem inclusive que houve no ato da volta da placa do fundador da vila, grandes festejos.” (transcrito com pequenas adequações de: http://www.mairinque.sp.gov.br/acidade/

UM ACONTECIMENTO DIGNO DE NOTA


Em 27-10-1984 circulou no Município de Mairinque uma revista com o título “Mairinque 94 Anos – Edição Comemorativa”, com distribuição gratuita à população. Foi editada por MOMENTO, Publicidade e Promoções, com trabalho da seguinte equipe: Capa: Toco Dias; Diagramação, Past-up e Apoio Visual: Reinaldo Nunes, Toco Dias e Ricky E. Takeyma; Fotolito: Graphis Programação Visual: Redação: Regiane A. Barros.
         

 Essa publicação trouxe informações muito interessantes sobre Mairinque e, com a devida vênia (citando a fonte) desejamos repassar alguns trechos da publicação. O primeiro deles diz respeito ao desconhecimento da população relativamente ao fundador da cidade, o Conselheiro Francisco de Paula Mairink, bem como a data exata da fundação.
         
 Para não incorrermos na possibilidade de mutilar o texto, vamos transcrevê-lo da referida revista: “Em março de 1957 operou-se em Mairinque uma grande revolução político-social, quando através de um ferroviário sorocabano aposentado apareceu o neto do Conselheiro Mairink. Antes de sua aparição, isto é, desde a fundação de Mairinque até março de 1957, todos ignoravam ali o passado da terra. Ninguém havia visto uma fotografia sequer do seu patrono, e a data certa da fundação passou a ser objeto de dúvidas. E foi a partir do contato realizado pelo ferroviário – Antonio Francisco Gaspar, com o neto do Conselheiro Francisco de Paula Mairink Lessa, é que Mairinque passou a conhecer sua data e a figura de seu fundador.” 

O DESENVOLVIMENTO DO MUNICÍPIO

Em 07-12-1958 foi realizado o plebiscito no qual o povo mairinquense foi consultado para decidir sobre a elevação do distrito à condição de Município. No dia 31-12-1958 pela Lei nº 5.121 Mairinque desmembrou-se de São Roque e foi elevado à categoria de Município. Em outubro de 1959 foram realizadas as eleições municipais no novo município.

MAIRINQUE E SUAS ADMINISTRAÇÕES

As informações que disponibilizamos a seguir, com algumas adaptações, são do Jornal O Democrata, edição do dia 27 de outubro de 1990, quando Mairinque comemorou seu primeiro centenário. Aquela edição desse prestigioso órgão da imprensa regional, do qual tive a honra de ser um colaborador nas décadas de 1980 e 1990, aborda as administrações dos Prefeitos Arganauto Ortolani, João Chesini, Antonio Alexandre Gemente e José Luiz Bellini. Esses cidadãos exerceram por mais de uma vez a chefia do Executivo mairinquense e o que colocaremos aqui é aquilo que o referido jornal publicou.

ADMINISTRAÇÃO ARGANAUTO ORTOLANI

Arganauto Ortolani foi Vereador à Câmara Municipal de São Roque de 1952 a 1959. Com a instalação do Município de Mairinque, elegeu-se como o primeiro Prefeito da novel comunidade, tendo como Vice o Sr. José Francisco dos Santos (Zé Enfermeiro). Foi Vereador à Câmara Municipal de Mairinque nas legislaturas de 1964 a 1969 e 1977 a 1981. Exerceu o cargo de Prefeito Municipal num segundo mandato de 1969 a 1972. Em 27-10-1973 tendo como Vice o Sr. Paulo Dias. Recebeu da Câmara Municipal o título de Cidadão Mairinquense. 

Arganauto Ortolani nasceu em Capivari, SP aos 13-02-1923 e passou a residir em Mairinque em 1945. Veio trabalhar na Estrada de Ferro Sorocabana, como funcionário do Serviço Florestal (as locomotivas movidas a vapor se utilizavam de lenha, que era produzida no Horto Florestal existente na cidade). 
  
 Idealista, Arganauto logo começou, junto de outros companheiros, a trabalhar no sentido de se conseguir a emancipação político-administrativa do então Distrito de Mairinque, que pertencia a São Roque. Como vimos, o objetivo foi conseguido em 1958, sendo realizadas as eleições em 1959 e em 1960 Arganauto se tornou o primeiro prefeito do novo município. Sua esposa, sempre engajada nos movimentos sociais da localidade se chama Desa Lippi Ortolani.
A primeira batalha enfrentada pelo novo prefeito esteve relacionada as dificuldades próprias para fazer funcionar a nova prefeitura: imóveis para o executivo e Câmara Municipal, maquinário, contratação de pessoal, etc. Os primeiros carnês de IPTU, todos feitos por alguns funcionários e pelo próprio prefeito, com os recursos manuais existentes naquela época.
Como não poderia deixar de ser, Arganauto fez uma lista das obras prioritárias para o município e trabalhou nelas: rede de água e esgoto (até então sob responsabilidade da EFS); melhoria e ampliação da rede escolar ( 3 classes em Alumínio, 2 no Bairro Marmeleiro, criação do Colégio Professora Altina Júlia de Oliveira, instalação da Obra Social Municipal (17-05-1960), instalação do Posto de Saúde (1962), construção do Cemitério Municipal de Alumínio em terreno doado pela CBA, conservação das estradas municipais (construção da fábrica de tubos), construção de pontes em vários bairros.
Em 1962 o governo estadual autorizou o loteamento da Vila Sorocabana, possibilitando a expansão urbana e também a solução para o problema da água e esgoto. Cuidou-se da eletrificação rural e da melhoria das estradas.

Arganauto Ortolani e José Francisco dos Santos
1º Prefeito e Vice de Mairinque



 Vereadores à Câmara Municipal de Mairinque
1ª Legislatura - 1960-1963:
Abel Souto, Antonio César Netto, Ataliba da Silva,
João Chesine, João Lucas Ferreira, Ataliba da Silva,
Luiz Zaparolli, Orlando Silva, Raul Cavalheiro, 
Severino Simões Almeida, Waldemar Pereira, Alcides Bianco, 
Milton Lopes, Moriki Taka, Olivardo Ventura de Campos,
Benedito Romualdo Queiróz e Edu Porto Mendes.
(os seis últimos citados foram suplentes que assumiram.)


ADMINISTRAÇÃO JOÃO CHESINE

   João Chesine nasceu aos 16-05-1919 em Franca, SP, mas passou sua infância e juventude em Presidente Prudente, onde iniciou sua carreira na Estrada de Ferro Sorocabana. Foi transferido para Mairinque em 1940 onde assumiu o cargo de Chefe do Escritório do Serviço Florestal. Em 1958 presidiu a Comissão de Moradores de Mairinque, que com grande entusiasmo, persistência, convicção e idealismo legou aos mairinquenses sua emancipação política. Num curo espaço de tempo entre a constituição da Comissão (23-01-58) ao Plebiscito (17-12-58) e a aprovação da Lei 5.121 (31-12-58) pela Assembléia Legislativa, tudo se concretizou.
 João Chesini foi por duas vezes Sub Prefeito do Distrito de Mairinque, então pertencente ao Município de São Roque. De 1956 a 1959 foi Vice-Prefeito de São Roque na administração de Livio Tagliassachi. Foi Vereador à Câmara Municipal de Mairinque de 1960 a 1963 e Prefeito Municipal de Mairinque nas legislaturas de 1963 a 1968 ( Vice Abel Souto) e 1972 a 1976 (Vice Benedito de Souza Filho, o Dito Mineiro). Em 27-10-1973 foi agraciado com o título de Cidadão Mairinquense pela Câmara Municipal de Mairinque. Casado com a professora Thereza Caramante Chesini.
 As principais realizações de Chesini em sua primeira gestão à frente do Executivo mairinquense foram: a) – recuperação da represa do Carvalhal, com completa reforma da Estação de Tratamento de Água, solucionando na época o gritante problema da falta do precioso líquido pelas estiagens  prolongadas; b) – extensão da rede de esgoto, medida esta que associada ao tratamento de água proporcionaram sensível melhoria nas condições de vida e de saúde da população; c) – em 1965 fez doação à Beneficência Hospitalar de Mairinque do terreno para a construção do Hospital Geral, bem como o ousado projeto arquitetônico da obra. A intenção de Chesini era a construção de um hospital que servisse à região. O projeto foi posteriormente adaptado às condições financeiras da época; d) - com recursos financeiros exclusivos do município construiu o prédio do Centro de Saúde   de Alumínio, único recurso público para atendimento daquela população naquele ano; e) – construção do Paço Municipal que abrigou na época outros serviços como o Correio, Câmara Municipal, Junta de Alistamento Militar, etc. f) – realização de obras de infra-estrutura que possibilitaram delinear o aspecto progressista da sede e do bairro de Alumínio.
        
 Segunda Legislatura - 1964 a 1968
Prefeito João Chesine; Vice Abel Souto


 Vereadores na 2ª Legislatura: 
Arganauto Ortolani, Benedito Pereira da Silva (Dacio),
Florival Alexandre Aguiar (Divo), Dr. Geraldo Pinto Amaral, 
Julio Pereira Capitão, Prof. João Loureiro Miranda, João
Ramos da Cruz, Joaquim Munhoz, José Francisco dos Santos,
Orlando Silva,  Sadami Hirakawa, e Waldemar Pereira.
Joaquim Mun hoz e Sadami Hirakawa foram suplentes que
assumiram o mandato.Também assumiram o mandato 
Ângelo Paschoal e Leandrode Jesus 
(não existe foto no site da CMM) 

O SEGUNDO MANDATO DE ARGANAUTO

No período de 1969 a 1973, já no seu segundo mandato como prefeito,  Ortolani de continuidade a várias obras iniciadas por João Chesini: Novo impulso na pavimentação e na compra de equipamentos, destacando-se o asfaltamento na Vila Paulo Dias em Alumínio até a Rodovia Raposo Tavares. Nesse período foram alvo de especial atenção da administração municipal foram a Educação e o setor esportivo, surgindo o Ginásio Municipal de Esportes e vários centros comunitários.
Há de se destacar ainda as medidas visando a construção de casas populares, estabelecimento de nova zona urbana; organização administrativa com o advento do Estatuto  dos Funcionários Públicos Municipais. Houve ainda muito empenho para a compra do Horto Florestal, o que viria a ser conseguido na próxima administração de João Chesini.

 Arganauto Ortolani e Paulo Dias, Prefeito e Vice
na 3ª Legislatura - 1969 a 1972


   Vereadores na 3ª Legislatura:

Air Sudário da Silva, Arlindo Taraborelli, Florival 
Alexandre Aguiar, Dr. Geraldo Pinto Amaral, 
João Ramos da Cruaz, Prof. João Loureiro Miranda,
José Francisco dos Santos, José Rodrigues da
Paz Sobrinho, Waldemar Pereira, Júlio Pereira Capitão, 
Mário  Nishimori, Orlando Silva, Sadami Hirakawa e 
João Porfirio Sarmento. (Sadami, Dr. Geraldo  e João Sarmento
 foram suplentes que assumiram) 


 
A SEGUNDA GESTÃO DE CHESINE

 Em sua segunda gestão, Chesini concretizou a desapropriação amigável do Horto Florestal pertencente à FEPASA, com uma área de 200,68 alqueires  pelo valor de Cz$ 3.204.798,07. A adoção dessa medida proporcionou o rompimento do “cinturão de ferro” que limitava o desenvolvimento do município, ensejando principalmente:
1 – A ampliação do Distrito Industrial, medida necessária à execução da  Lei nº 387/69 de 30-06-69 que concedia vários incentivos à instalação de indústrias no município;
2 – A criação do loteamento Jardim Cruzeiro. O desdobramento imediato dessa feliz iniciativa trouxe saldo altamente positivo. Cerca de 900 lotes puderam então ser colocados à venda a preços irrisórios e prazo longo para pagamento.
 Firmou ainda convênio com a CECAP para a construção de 276 casas populares. Na área da Educação Mairinque foi a cidade pioneira do Estado a criar e manter o Curso Supletivo de 1º grau (5ª a 8ª série) com início em 31-03-1975. O projeto e a responsabilidade técnica do curso ficaram a cargo da Professora Thereza Caramante Chesini, que supervisionou a área pedagógica em caráter voluntário pelo período de seis anos.
Nesse mandato deu-se a construção da passagem inferior sob os trilhos da FEPASA (Pontilhão Novo); Construção da moderna Praça José Ermírio de Moraes na Vila Sorocabana; Ampliação do prédio do Centro de Saúde local para a instalação de gabinete odontológico bem como o da EEPG Manoel Martins Vilaça. Cuidou da pavimentação da maioria das ruas da sede e de Alumínio. 
 Outro grande desafio vencido foi a preparação de terrenos para as indústrias que proporcionaram 1.900 empregos, deduzindo-se pelo número médio de membros por família, que 4.500 pessoas tinha sua dependência econômica ligada a esse pequeno complexo industrial. Projetando esses dados aos dias atuais (1990) e considerando-se a proporção do crescimento populacional na década de 80 para o Município, pode-se afirmar com segurança que esse número ultrapassa a casa dos 10.000 habitantes nessa condição 

   João Chesine e Benedito de Souza Filho (Dito Mineiro)
Prefeito e Vice na 4ª Legislatgura (1973 a 1976)


Vereadores à Câmara Municipal de Mairinque na
4ª Legislatura: 
Dagoberto Manoel de Medeiros, Helio
Wanderlei Netto, Prof. João Loureiro Miranda, José
Bento dos Santos, José Francisco dos Santos, 
Prof. José Luiz Bellini, Engº José Netto do Prado, 
Prof. José Pinto Amaral, Orlando Silva, Sadami
 Hirakawa e Waldemar Pereira
                     

A PRIMEIRA ADMINISTRAÇÃO ANTONIO ALEXANDRE GEMENTE

    Antonio Alexandre Gemente é natural de Mairinque, onde nasceu aos 12-07-1945 e fez seus estudos nas escolas Prof. Manoel Martins Villaça, Professora Altina Júlia de Oliveira e Horácio Manley Lane, as duas primeiras na cidade natal e a última em São Roque.
   Bacharelou-se em Direito na Faculdade de Direito de Sorocaba e fez pós graduação em Direito Administrativo na Pontifícia Universidade Católica.
  Ingressou na Prefeitura Municipal de Mairinque em 16-03-1960 ocupando todos os cargos na carreira ascendente, tendo começado como Auxiliar, passando a Escriturário, Chefe de Setor e mais tarde se tornou Chefe de Gabinete do Prefeito João Chesini. Após concurso público de provas e títulos, foi nomeado Procurador Jurídico da Prefeitura de Mairinque. Em 15-11-1976, eleito Prefeito de Mairinque, exerceu o mandato de 01-02-77 a 01-02-83.
 Gemente administrou o município em ritmo de crescimento e de progresso, período em que se verificou sensível aumento populacional no município. Deu ênfase ao saneamento básico, com implantação de rede de água e esgoto em diversos bairros do município, redes de energia elétrica pública e domiciliar, construção de escolas, viadutos, abertura de estradas construção de calçadas padronizadas, pavimentação asfáltica, tendo sido adquirida uma usina de asfalto. Deu ênfase à arborização da cidade, construiu diversas praças e deu continuidade ao plano de desenvolvimento industrial iniciado em 1969 pelo então Prefeito Arganauto Ortolani. Deu continuidade ao plano residencial  implantado na administração do Prefeito João Chesini, renovou e ampliou a frota de máquinas e veículos da Prefeitura.
 Ainda em sua primeira gestão Gemente realizou obras de importância como a ampliação do recinto da FEPEMA, construção do Velório Municipal, criação do Grupamento de Bombeiros, instalação do Museu Municipal e reforma do Horto Florestal, reforma dos cemitérios de Alumínio e de Mairinque. Transladou para Mairinque os restos mortais do Conselheiro Francisco de Paula Mairink, que estão depositados no Mausoléu na Praça das Bandeiras. Construiu viadutos de interligação no Jardim Cruzeiro, Jardim Progresso e sobre os trilhos da FEPASA e Av. Lamartine Navarro. Fez a abertura da Estrada do Sertanejo.


      
Antonio Alexandre Gemente e Dr. Eno Lippi
Prefeito e Vice na 5ª Legislatura- 1977 a 1982

           Vereadores à Câmara Municipal na 5ª Legislatura 1977 a 1982:
Arantes Bellini, Arganauto Ortolani, Aristides Ferreira,
Dagoberto Manoel de Medeiros, Dr. João Ideval Cômodo, 
 Geraldo Xavier de Lima, José Aparecida Tisêo, José
Bento dos Santos, José Carlos César, José Francisco
 dos Santos, Mário Miranda Amaral, Osmir da Costa Mendes
e Prof. Wilson do Carmo Ribeiro. Osmir e Wilson foram suplentes
que assumiram o mandato.

         
A PRIMEIRA ADMINISTRAÇÃO DE JOSÉ LUIZ BELLINI


  José Luiz Bellini nasceu aos 13-02-1934 em Caldas, MG, tendo se mudado para Mairinque nos idos de 1945, trabalhando na lavoura e depois como servente e oficial de pedreiro. Com muito sacrifício fez madureza ginasial e posteriormente freqüentou a
Escola Técnica Fernando Prestes em Sorocaba na área de Desenho, o permitiu-lhe chegar ao posto de Sub Encarregado no setor de construção da Estrada de Ferro Sorocabana.
 Formou-se como Técnico em Contabilidade na Escola Técnica Barão de Piratininga em São Roque e depois no curso de Magistério na EE Prof. Horácio Manley Lane. Para consolidar sua formação na área pedagógica, cursou em Sorocaba Administração, Pedagogia e Administração Escolar.
Elegeu-se Prefeito Municipal de Mairinque em 15-11-1982, tendo como Vice João Martins, tomando posse em 01-01-1983. Em sua gestão ele cuidou da área central da cidade com aumento no número de salas de aula no “Villaça”, reforma no Parque Infantil, construção de um ambulatório no prédio da Prefeitura e ampliação do paço, instituindo-se o atendimento dentário gratuito.
Fez o recapeamento das ruas centrais da cidade; deu início à construção do prédio da Delegacia de Polícia de Mairinque; na Vila Sorocabana, ruas e avenidas foram recapeadas; fez uma reforma no Ginásio Municipal de Esportes e a canalização de córregos, evitando-se problemas de enchentes. Construiu o reservatório de água que abastece a Vila Nova Mairinque.
Na Vila Granada fez a reforma  do prédio escolar; fez obra de pavimentação em todo o bairro, exceto o Monjolinho; ampliou a iluminação pública bem como a rede de esgoto. Na Vila Barreto fez a construção de galerias de águas pluviais; asfaltamento em toda a vila; construção de prédio escolar e da quadra de esportes coberta. No Jardim Brasília fez pavimentação asfáltica e conclusão do prédio para o pré-primário. Na\ Vila Barreto construiu o ginásio de esportes, perfurou poço artesiano fez a regularização do loteamento, construiu pontes e campo de futebol e asfaltamento de 95% das ruas. No Bairro Marmeleiro fez a retificação do córrego, asfaltamento no bairro e construção de ponte; reformou o prédio da escola.
  No Jardim Três Lagoinhas reformou o prédio escolar; asfaltou a estrada Mairinque/Ibiúna e Bairro Setúbal. Instalou rede de esgoto e ampliou a rede de iluminação pública.  No Jardim Cruzeiro realizou as seguintes obras: Construção de creche, construção de estação de tratamento de água, pavimentação da Avenida Mitsuke e de todas as ruas da gleba B, construção da quadra de esportes e reforma na rede de água e esgoto.
 No Jardim Flora a Prefeitura fez a instalação da rede  de água, construção do Posto de Saúde e de uma escola de primeiro grau.
No âmbito geral a prefeitura implantou o transporte gratuito para estudantes, atendimento especializado na área de saúde, fornecimento de plantas para construção de casas populares, passes para os idosos, construção de creches e parques infantis.                 
No Distrito de Alumínio realizou estas obras: Na Vila Paulo Dias fez a retificação do córrego, construção de creche e reforma do prédio do Posto de Saúde. Na Vila Santa Luzia fez o asfaltamento de todas as ruas, construiu a avenida marginal, praça pública, velório municipal e ampliou o cemitério. Na Vila Paraíso Fez a retificação do córrego e pavimentação asfáltica. No Jardim Olidel fez a implantação e construção de sala para o curso pré-primário, construção de prédio escolar e quadra de esportes coberta. Asfaltou ruas do bairro. No bairro Itararé asfaltou as ruas do bairro, inclusive a que liga ao centro de Alumínio.
 Nos bairros mais afastados a administração Bellini fez regularização do loteamento na Porta do Sol bem como a implantação do sistema de captação de água e pavimentação. Em Dona Catarina construiu  o prédio do Posto de Saúde, fez a melhoria nas estradas, criou salas de quinta a oitava série do 1º grau e reformou o cemitério. No bairro Moreiras foram construídos o Posto de saúde e uma ponte. No bairro Cristal foi construído o prédio do Posto de Saúde e feito retificação de estrada. Em Mato Dentro foi feita uma reforma no prédio da escola e construída uma ponte. Na Capuava foi feita a ampliação do prédio da escolar, construção de escolas e da ponte do Sinindú.
 Destaca-se ainda na administração Bellini a criação do SAEM – Serviço de Água e Esgoto de Mairinque, com a construção nova estação de tratamento de água, triplicando a capacidade no reservatório do Carvalhal; reforma da praça na Vila Sorocabana e a obra considerada de maior importância, qual seja a construção da adutora do Fiscal, numa extensão de oito quilômetros. 
  
         José Luiz Bellini e João Martins (Zito), Prefeito e Vice
na 6ª Legislatura - 1983 a 1988

 Câmara Municipal na 6ª Legislatura:
Prof. Armando Lino Antunes, Carmo Tulio Martins 
Camargo, Dagoberto Manoel de Medeiros,
Geraldo Xavier de Lima, Jairo Antunes dos Santos, 
João Batista do Nascimento (Gringo), José
Carlos César, José Bento dos Santos,  
José Matinaga, Julio Pereira Capitão, Manoel
Nelson Ferreira Filho, Maurel Miller, Paulo
Assini Jr. (Pangué) e Zacarias Calixto Tobias.
Julio Capitão foi suplente que assumiu)


A SEGUNDA GESTÃO DE GEMENTE

Quando o jornal O Democrata publicou matéria especial sobre o centenário do Município de Mairinque Gemente estava no segundo ano de sua segunda gestão como Prefeito de Mairinque, eleito que foi em 15-11-1988, com posse em 01-01-1989, tendo como Vice-Prefeito José Aparecida Tisêo.
   Consta da referida matéria que Gemente “tem como meta o desenvolvimento nas áreas de Saúde, Educação, Saneamento Básico e Transporte Coletivo.” A matéria prossegue dando conta da implantação da Reforma Administrativa com o intuito de adequar o Município a sua nova realidade. Foi criada e instalada a Escola Municipal Profissionalizante, oferecendo ao jovem mairinquense  novos horizontes. Consta ainda o zelo da administração municipal no atendimento às creches, manutenção dos prédios escolares e merenda escolar.
  Alumínio recebeu a implantação do Pronto Socorro Ambulatorial, o qual atende 24 horas por dia. Registrou-se queda na mortalidade infantil e ambulâncias e postos de saúde dão atendimento à população nos bairros. O Esporte tem merecido atenção especial com a criação do Departamento de Esportes, Turismo e Lazer, destacando-se o Centro de Aprendizado Desportivo (CAD). A Assistência Social atende maneira ampla e satisfatória as famílias carentes e necessitadas: está em vias de implantação a Guarda Civil Municipal, visando a segurança de todos. 

              Antonio Alexandre Gemente e José Aparecida Tisêo
Prefeito e Vice na  7ª Legislatura - 1989-1992


 Câmara Municipal na 7ª Legislatura:- 1989-1992
Benedita Lourdes Totta da Silva, Benedito Corsi, Carmo Tulio
M. Camargo, Dagoberto Manoel de Medeiros, Domingos Ggabriel
Vernier,  Jaime Henrique Duarte, João Batista do Nascimento, 
José Matinaga, Luiz Carlos de Oliveira, Luiz Gonzaga Tisêo,
Manoel Nelson Ferreira Filho,  Paulo Assini Júnior,  Severino
Soares Ferreira, Francisco de Paula Alves da Silva, Vitor Lippi,
 Wilson do Carmo Ribeiro e a suplente que assumiu Maria
 Madalena de Aguiar

O SEGUNDO MANDATO DE BELLINI

 José Luiz Bellini exerceu um segundo mandato como Prefeito Municipal de Mairinque de 1993 a 1996, tendo como Vice o advogado Dr. João Ideval Cômodo que o sucedeu em 1997. Bellini assumiu a Prefeitura com grandes dificuldades financeiras visto que o Distrito de Alumínio conseguira sua emancipação político-administrativa e grande parte dos recursos tributários vinham de lá por causa da Cia. Brasileira de Alumínio, a maior fábrica de alumínio integrada do mundo.
  Os servidores que moravam e/ou trabalhavam em Alumínio foram transferidos para o novo município, o qual teve como seu primeiro Prefeito o comerciante José Aparecida Tisêo.
  Mesmo em meio às dificuldades Bellini conseguiu equilibrar as contas e deixou duas obras bastante significativas realizadas: A extensão da Estrada do Sertanejo até o bairro Cocoza onde estão instaladas indústrias de porte, removendo o fluxo de veículos pesados do centro da cidade e a construção da estrada vicinal do Bairro Moreiras, aproveitando o leito da Estrada de Ferro Ituana que fora desativada. Nessa gestão o transporte coletivo foi terceirizado. 

 José Luiz Bellini e João Ideval Cômodo, Prefeito e Vice
na 8ª legislatura - 1993 a 1996

Câmara Municipal - 8ª Legislatatura - 1993-1996
Anésio Alves da Silva, Benedita L. Totta da Silva,
Benedito Eduardo Corsi, Carmo Tulio M. Camargo, 
Domingos Gabriel Vernier, José Mariano Azzini,
José Matinaga, José Roberto Rizkallah, Manoel
Gomes da Conceição, Manoel Lourival Nobre,
Maria dos Santos Matos, Mário Alonso Lopes,
Paulo Assini Júnior, Severino Soares Ferreira,
Valdeci Marques Pereira, Vicente de Paula Alves
da Silva, e os suplentes que assumiram: João Batgista
do Nascimento, Vanderlei Souta, Sueli Isabel dos Santos,
Juarez Geraldo Reis e Dr. Paulo Vésar de Oliveira.


O MANDATO DE JOÃO IDEVAL CÔMODO

Dr. João Ideval Cômodo e Ildéia Maria de Souza,
Prefeito e Vice na 9ª Legislatura - (1997 - 2000)


 Câmara Municipal - 9ª Legislatura 1997 - 2000

 Antonio Gilberto de Lucca, Arnaldo de Jesus Oliveira,
Áurea Rolim de Paula, Darci Ferreira de Aguiar,
Juarez Geraldo Reis, Maria Madalena de Aguiar, 
Manoel Lourival Nobre, Milton Mitsuo Enokibara, 
Paulo Assini Jr., Paulo Roberto Masetto, Rafael Ernestino
de Aguiar, Ricardo Almeida Souza, Sandro Mauro do 
Nascimento, Sergio Antonio Gonçalves, Valdeci Marques
Pereira, André Gomes Carneiro, Florival Alexandre Aguiar e 
Roberto Aparecido. Godinho  Os dois últimos são
 suplentes que assumiram o mandato. 



O TERCEIRO MANDATO DE ANTONIO GEMENTE

Antonio Alexandre Gemente e Carmo Tulio Martins 
Camargo - Prefeito e Vice na 10ª Legislatura 
(2001 - 2004) 



  Câmara Municipal - 10ª Legislatura - 2001 - 2004

Almir Silva Dias, Arnaldo de Jesus Oliveira, Benedita
 Lourdes Totta da Silva, Cosme José da Silva, Ildéia 
Maria de Souza, José Carlos Pedrina Moreira, José 
Martins de Oliveira, José Teixeira de Macedo, Juarez 
Geraldo Reis, Manoel Lourival Nobre, Marcilio Duarte 
Lima, Oséas Francisco Pereira, Paulo Assini Júnior, Paulo
Sergio Batista, Reinaldo Tiburcio, Ricardo Almeida
Souza, Taufic Elias Fandi Jr., André Gomes Carneiro
 e Hermes Gonçalves Ruas. Os dois últimos foram 
suplentes que assumiram o mandato.


O PRIMEIRO MANDATO DE DENNYS VENERI

Dennys Veneri e Sergio Antonio Gonçalves,
Prefeito e Vice-Prefeito na 11ª Legislatura
(2005 -  2008


 Câmara Municipal de Mairinque - 11ª Legislatura 2005 - 2008

André Dias Carneiro, Arlindo Sales, Enedina  Gonçalves Rocha, 
José Edenilson Santana de Lima, Luiz Barbosa Filho, 
Manoel Lourival Nobre, Paulo Sergio Batista, 
Ricardo de Almeida Souza, Taufic Elias Fandi Junior
e Arnaldo de Jesus Oliveira. Este último foi suplente
que assumiu o mandato.


O SEGUNDO MANDATO DE DENNYS VENERI


   Dennys Veneri e José Edenilson Santana de Lima
Prefeito e Vice-Prefeito do Município de Mairinque
12ª Legislatura – 2009-2012




Vereadores à Câmara Municipal de Mairinque

12ª Legislatura – 2009-2012
Pela ordem: Alex Santos da Silva, André Gomes Carneiro, 
Arlindo Sales, Giovana Barbosa Souza, Ildéia Maria de Souza, 
Jorge Luiz Alves dos Santos, José Teixeira de Macedo,
 Ricardo Almeida Souza,  Francisco Marques de Souza, Giovani Hugler, 
Maria de Fátima Silva Parra e Moacir Godinho. Os quatro 
últimos são suplentes que assumiram o mandato.

FOTOS - ACONTECIMENTOS POLÍTICOS 


 Governador Carvalho Pinto em visita a Mairinque


Candidato a Presidente da República Jânio da Silva
 Quadros quando passou por Mairinque.
 

 Senador Franco Montoro na campanha ao
Governo do Estado visita Mairinque

 
O PODER JUDICIÁRIO

Através da Lei 971/81 O Sr. Prefeito Municipal autorizou a cessão de prédio para instalação da Vara Distrital de Mairinque, que  foi instalada em 10/12/1982, 6ª feira as 10 horas,  funcionando inicialmente à Av. Mitsuk, tendo como primeiro Juiz de Direito o Dr. Milton Pimazzoni.
A Comarca de Mairinque foi criada em 29/08/2000 através da Lei 877 – art. 10; VII e sua instalação se deu em 20/10/2004 sendo Juiz Diretor o Dr. Michel Feres, funcionando já no edifício sito à Rua Dr. Gaspar Ricardo Jr. 185 no centro da cidade.
      Antes da instalação da Vara Distrital de Mairinque este município estava jurisdicionado à Comarca de São Roque. 


A EDUCAÇÃO EM MAIRINQUE

A primeira escola pública para as crianças de Mairinque foi instalada no "Arraial dos Sapos", fundada pelo Conselheiro Mayrink em 27 de outubro de 1890. A casa era modesta, com um só cômodo ocupando uma área de 5x5 metros. O professor que lá lecionava formado pela Escola Normal de Itapetininga vinha todos os dias de São Roque, a cavalo ou de "aranha" (carruagem). Chamava-se Antônio Augusto da Silva. A chave simbólica dessa escolinha foi conservada por dona Guiomar Mayrink Lessa, residindo atualmente no Rio de Janeiro.
Mais tarde o engenheiro da Sorocabana Henrique Sheveng mandou construir um novo prédio para melhor instalar a primeira Escola Pública da localidade.
A outra escola antiga de Mairinque é aquela tradicionalmente conhecida como “Villaça”. Seu nome foi oficializado através do Decreto 17.518/47, passando a denominar-se Grupo Escolar Professor Manoel Martins Villaça. Seu patrono foi ilustre educador que nasceu em São Roque em 19-04-1858 e faleceu em 14-03-1924.
         Durante muitos anos os filhos de Mairinque necessitavam locomover-se a outros lugares para prosseguimento dos estudos até que foi criado o Ginásio Estadual de Mairinque conforme publicação do Diário Oficial em 19-03-1960 em decorrência da publicação da Lei Estadual 18-58.
Sua instalação ocorreu em 14-08-62 e a primeira diretora designada para sua direção foi a professora Hely Grillo Mussi. A escola começou a funcionar no início do ano letivo de 1963, no prédio do Grupo Escolar Prof. Manoel Martins Villaça. A partir de 20-09-1964 passou a denominar-se Ginásio Estadual Professora Altina Júlia de Oliveira.
      Em 1970 foi inaugurado o edifício da escola e a mesma passou a funcionar como Colégio. Vários educadores passaram pela direção dessa escola e uma coisa que marcou época elevando o nome do estabelecimento foi sua fanfarra. Sob a direção do instrutor Iracy Silveira participou e venceu diversas competições em várias cidades do Estado de São Paulo.
       Com o passar do tempo outros estabelecimentos foram sendo instalados para fazer frente à demanda educacional no Município: No Jardim Cruzeiro a EEPSG Professora Maria de Oliveira Lellis Ito, na Vila Barreto a EEPG Prof. José Pinto Amaral e daí por diante, sem falar em Alumínio que contava apenas com o Grupo Escolar Comendador Rodovalho e veio a ter a EEPSG Professora Isaura Kruger, EEPSG Honorina Rios de Carvalho Rios e outras mais.
Em 1975 foi criada a Escola Municipal de Ensino Supletivo com seções em Mairinque e Alumínio com a finalidade de dar oportunidade a adultos de estudar e concluir seus estudos até a oitava série. Em Mairinque  o Supletivo  funcionava na EE Prof. Manoel Martins Villaça e em Alumínio no Grupo Escolar Comendador Rodovalho.



ACERVO FOTOGRÁFICO

Grupo Escolar Prof. Manoel Martins Villaça


Grupo Escolar Comendador Rodovalho


EE Professora Altina Júlia de Oliveira


EE Professora Isaura Kruger


Desfile Cívico em Mairinque (1972)


1º Desfile cívico da Escola Estadual do Jardim Cruzeiro  
em 1983 (professora Claudineide Marra Ribeiro)


Famosa fanfarra do "Altina Júlia"


Formandos da 4ª série do Grupo Escolar de Mairinque
(foto de Ana Jorge)


Alunos da 3ª série do Grupo Escolar de Mairinque
(foto de Regiane Oliveira)


Alunos da EE Professora Maria de O. Lellis Ito
em visita ao Instituto Butantã, SP (1988)


Formando da 1ª turma do Colégio Altina (1963 ou 1964)


Desfile Cívico Parque Tereza Cristina


Professores da cidade de Mairinque


Formatura no Supletivo Municipal (de costas a professora
Eloisa Natale)


Prof. Abimael de Campos Vieira


Prof. Aníbal da Costa Dias


Profª Aparecida Medina


Profª Aparecida Lopes Câmara (Fia)


Profª Arlete Corrêa


Profª Augusta C. Martins do Carmo


Profª Déa do Nascimento Zaparolli


Profª Doroti L. Berro Antunes


Profª Durce Gonçalves Sanches



Prof. Elcio Boccato


Profª Inori Caramante


Prof. João Loureiro Miranda


Prof. José Luiz Bellini


Prof. José Pinto do Amaral


Profª Madalena Ferreira Aguiar


Profª Nancy Di Gregoris


Profª Neusa Marinho Pyaia


Prof. Oscar Angeline


Prof. Salvador Ortega Fernandes


Profª Clotildes Santana


Profª Tereza Caramante Chesini


Profª Therezinha S. Arruda Bello

Fontes: Revista Comemorativa 96 anos;
             Livro Caminhos Percorridos (João Roberto P. Figueiredo);
             Álbum do autor.

Obs. Estas são fotos que dispomos. Outras, se nos forem enviadas (ver e-mail no final da postagem) poderão ser acrescentadas.

MAIRINQUE E AS MANIFESTAÇÕES CULTURAIS

 Mairinque é uma localidade rica nas suas manifestações culturais e estas surgiram muito antes da emancipação política e mesmo de ter a urbe se tornado distrito.

A redação da Revista Comemorativa 94 Anos de Mairinque caprichou no texto relativo às manifestações culturais em Mairinque. Ele é rico em detalhes, de forma que vamos transcrevê-lo após fazermos algumas adequações.

            “As primeiras manifestações artísticas surgiram em 1918 com a  existência de dois grupos de teatro: "Cia Alfredo Ercolano Giusseppe Bertolini" e "Grupo de Jujuca Martins". Os dois grupos atuavam, e algumas vezes surgiam até certas rivalidades  artísticas entre eles. Após a desintegração dos mesmos foi fundado em 1930 o grupo "TALMA".
Por iniciativa do próprio Alfredo Bertolini, ator e diretor que na época trabalhou no teatro São Rafael em Sorocaba, ganhando título como melhor ator. Fizeram parte desse grupo: Terezinha Bertolini, Francisco Bertolini, Desa Lippi, Alfredo E. G. Bertolini, Arganauto Ortolani, Zilda Ciochetti, José Bertolini, Benedito Pereira da Silva, Alcebíades Chagas, Jacyra de Barros, Mercedes Mello. Benedito Pereira da Silva, Odete Shmidt.
 A iniciativa de se fazer teatro, surgiu da necessidade em aproveitar o tempo em alguma atividade na qual os jovens se sentissem úteis e gostassem de fazer, e paralelamente a vontade de levar à população um pouco mais de cultura. Sob a direção de Alfredo Ercolano Giusseppe Bertolini, grande incentivador de teatro, o grupo "TALMA" começou seus primeiros trabalhos e como primeira peça: "Tio Padre", comédia de autor estrangeiro, dividida em 3 atos. O grupo "TALMA" pertencia à "Sociedade Operaria Recreativa Milyrink", hoje SRM, e apesar do vínculo com o clube, o grupo era encarregado de executar todo o trabalho. Devido à falta de recursos, eles atuavam em todos os sentidos: ponto, contra-regra, montagem de cenário, os quais eram feitos com papel de sacos de cimento, abertos e posteriormente pintados.
 A renda dos espetáculos, eram  geralmente revertidas em beneficio das entidades encarregadas das festas de Mairinque e outras. Algumas vezes eram revertidas para os grupos de música de Mairinque. A maioria de suas peças exigiam  um vestuário requintado. Desta forma, alugavam o guarda-roupa de Companhias teatrais, como: "Casa Teatral e "Dulcina e Odilon", ambas de São Paulo. A reação do público sempre foi positiva, uma vez que as peças eram bem variadas. Nessa época, as apresentações eram na SRM, e como o clube não possuía cadeiras suficientes para todos, o próprio público as levava de suas casas, e depois marcavam seus lugares, utilizando xales, lençóis, fitas...
Peças realizadas
Antes, as apresentações não se resumiam apenas em uma peça. Geralmente a peça tinha curta duração, era realizada em apenas um ato, seguido dos chamados "ATOS VARIADOS" como: duplas caipiras - Rojão e Buscapé, Tarzinha e Tarzan, o samba bailado: P'ra Machucá o meu coração, danças: As Hawaianas, A dança do Chapelinho Vermelho, Dança Oriental, La Cucaracha, O Bailado Swing Gosto de Assobiar; o violinista Bertoeg Satans (dr. Eloi Santos, médico da antiga Sorocabana de Mairinque), números de declamação, o trio vocalista ' Os Trovadores Tropicais", etc. Foram muitas as peças realizadas: "Tio Padre", "O Marido da Deputada", "Moços e Velhos", "Gaiato de Lisboa " "Iº de Abril", "Cautela com as Mulheres", a revista musical "Nada como o meu Brasil", "Joaninha Buscapé", "Dar Corda para se Enforcar", "Casa de Doidos", "Que Trapalhada", "Erro Judiciário", "O Diabo atrás da Porta", "Cala a boca Etervina", "Os Dois Surdos", "Quincas Teixeira".
As apresentações não se limitavam só a Mairinque; os espetáculos eram levados em: Salto, Sorocaba, São Roque, Embu-Guassu etc. e todos com grande êxito. A direção geral dos espetáculos era encarregada por Alfredo Ercolano Bertolini, a cenografia por José Bertolini e Arganauto Ortolani. Vieram para cá também outras peças, interpretadas por grupos de fora, dramas e comédias, dentre elas: ' Malandrinha não precisa trabalhar", trazida pela Companhia Médice.
"TALMA", um grupo de amadores, que sempre levou o teatro a sério e com amor
Apesar das dificuldades, os integrantes dc "TALMA", sempre procuraram se empenhar, cuidadosos com o vestuário, esforçados nos ensaios, participando de festivais em escolas, vendendo ingressos pelas ruas e sempre procurando proporcionar o melhor em termos de arte para o publico. Atuaram durante 10 anos, desintegrando-se, deixando Mairinque num vazio artístico no que se refere à teatro. "... eu acho que teatro será sempre cultura, para os que assistem e para os que representam” (Desa Lippi) -   “se fosse mais jovem, lutaria com vocês" (Alcebíades Chagas) ". . . o teatro obriga as pessoas a se educarem, se instruírem. Mairinque merece" (Chiquinho Bertolini)
Após a atuação do grupo "TALMA"  Mairinque passou por um longo período, sem representação artística (teatro). Mas em 1960/70, nasce uma nova geração de atores vindos da Escola Altina Júlia de Oliveira, o grupo "DELTA I" - Divulgação Estudantil do Livre Teatro Amador do qual faziam parte: Pedro Fernando Paschoal, Enrico Ortolani, Miguel Peres, Marco Pereira Capitão, João Roberto Pinto Figueiredo, Evalda L. Zitto, Rosana Pereira, Júlio P. A. Neto, sob a direção de Joel Gomes. A primeira peça apresentada pelo DELTA I foi: "Os Deuses Riem" de A. J. Cronnin, depois "Toda Donzela tem um pai que é uma Fera" de Gil Vicente, e "A Morte do Imortal" de Lauro Cesar Muniz, todas apresentadas no Colégio Altina Júlia de Oliveira. Permaneceram em atividades durante um ano. 
Passados dez anos surgiu um novo grupo de teatro amador a fim de dar continuidade às atividades artísticas em Mairinque - o "GRUTA" - formado em junho de 1980. A iniciativa partiu de um grupo de jovens da cidade, realizando reuniões, e posteriormente fazendo os ensaios pela determinação de personagens. A primeira peça realizada foi "Eles Não Usam Black Tie" de Gianfrancesco Guarnieri, onde tomaram parte: Ana M. Baião, Eduardo José de Oliveira (Beléu), Ailton Pinheiro (lto), João Batista Chagas (João Bid), Mari Eliza Pinto (Lisa), Marco Pereira. Capitão (Marcoré), Nádia C. Barros, Osmir (Mirlão), Rogério Medeiros, Regiane A. Barros, sob a direção de Marco Aurélio Pereira Capitão. 
Apesar das dificuldades que todo grupo amor enfrenta - cenário, guarda roupa etc. o GRUTA continuou, e em julho de 1983, apresentou a comédia "Um Elefante no Caos" de Millôr Fernandes, desta vez com algumas alterações nos atores  devido à saída de uns e à entrada de outros, ficando assim distribuída: Marco Pereira  Capitão, José Antonio Capitão, Mari E. Pinto, Eduardo José de Oliveira, Regiane A. Barros, Nádia C. Barros, Arturo, Otávio e Sandra Picão. Hoje, apesar do número reduzido em sua equipe, o GRUTA continua ativado, e brevemente trará ao público de Mairinque a peça "Cala Boca já Morreu" de Alberto de Abreu.
O verdadeiro teatro não se comunica só com uma classe, nem com outra; o mesmo teatro se comunica com quase todas as classes.  Ele vai fundo numa área onde a vontade está sendo subjugada, onde tem luta de vontades, conflito de vontades oposições. Porque a arma do homem, desde Prometeu, é a vontade de Deus. Então, o teatro batalha para dar de novo ao homem essa vontade de ser Deus - é isso que está esmagado e é isso que tem que ser reativado.” Se isso for reativado, o mundo se levanta"   (José Celso Martinez Corrêa).

AS PRIMEIRAS MANIFESTAÇÕES MUSICAIS E OS GRUPOS HOJE

Onde  hoje está situado  o Armazém de Abastecimento havia um belo jardim com coreto. local em que uma excelente corporação musical da época executava programas de boas músicas, todos os domingos e feriados. Posteriormente surgiram duas bandas de grande importância no panorama cultural de Mairinque: A Corporação Musical União Mairinquense fundada em 14 de dezembro de 1940 tendo sua sede social  na Rua Santos Dumont e que depois se mudou para a Rua Júlio Prestes de Albuquerque em 1960.
O quadro social era composto da seguinte forma: Presidente: José Rodrigues da Paz Sobrinho; Vice-Presidente: Francisco Rodolfo Bertolini; 1º secretário: Ary Gomes de Oliveira; 2º secretário: João Roberto Pinto. Figueiredo; I º tesoureiro: Aristides Ferreira e Osmir da Costa Mendes como 2º tesoureiro; Iº diretor artístico: Hélio dos Santos; 2º diretor artístico: Emane Pedron; 1º Diretor Musical : Joaquim Lopes ; 2º Diretor Musical: José Vaz de Almeida; 3º Diretor Musical: Rosalino  Antônio Santos Netto; Conselho Fiscal: Victor Villioti, Arganauto Ortolani, Wilson de Moura; Conselho de Sindicância: Waldir Davanzo, Antônio Alves e Ernesto L. Ferro.
Os músicos que tiveram uma participação ativa na corporação musical e mais antigos: Hélio dos Santos, Pedro A. Ferreira, Joaquim L. Filho, Antônio Alves, Victor Villist, Ernesto L. Ferro, Walter Garcia, Adauto R. Sobrinho, Nelson Camargo, Joaquim L. Filho, Angelo Bruni, Paulo Assini. Seria muito gratificante para a população como para os próprios componentes da banda, que suas músicas fossem novamente levadas para as praças da cidade, e que fosse levado em consideração o  artigo 3º, registrado em ata: "A corporação tem por objetivo, elevar a cultura artística da população local, realizando retretas domingueiras de acordo com suas possibilidades, tomar parte em todas as manifestações de caráter apolítico".
A Banda "Padre Jose Yao": - Em 1963, com a iniciativa do Padre José Yao Hsi Tchang, junto com congregados da Paróquia de São José, nasce a idéia de agregar recursos para montar uma pequena banda de música. Para dirigir os trabalhos de aprendizado, aperfeiçoamento de músicos e regência, chamaram o jovem Antônio Alexandre Gemente, que na época, se destacava como músico clarinetista e já desenvolvia .um trabalho na formação de músicos. A luta foi árdua, poucos recursos financeiros e carência de elemento humano. Aos poucos, os integrantes da Banda foram se lapidando e em 22 de abril de 1965, defronte à Paróquia de São José de Mairinque, em meio a grande vibração, os mairinquenses ouviram os primeiros acordes dos vinte e um músicos da Corporação Musical São José de Mairinque.
Houve época em que se apresentavam sem uniformes, com instrumentos de má qualidade aperfeiçoados e montados em casa, os quais mal conseguiam produzir som, mas o êxito de suas apresentações contribuiu para que a Banda não ficasse somente com a execução de músicas fáceis e levaram-na a possuir um repertório dos mais variados, com músicas populares, marchas, dobrados e sinfonias de difícil execução, consagrando-se uma das melhores do Estado de São Paulo no gênero sinfônico. Executa atualmente, dentre outras do seu repertório, as músicas: "O Guarany" de Antonio Carlos Gomes, "Cavalaria Ligeira" de Franz Von Suppe, "Aida" de Verdi, "Sinfonia nº 40" de Mozart, "Festa in Campagne" do maestro Felippa, "Aleluia" de Hendel, etc. Procurou dentro do gênero artístico, sempre agradar o gosto popular pela música, transformando-se em Banda de musica, Banda Marcial e atualmente Sinfônica. 
Em 1978, em homenagem ao seu patrono e fundador, passou a se chamar Banda "Padre José Yao". Conta ainda em sua regência, com o maestro titular Antonio Alexandre Gemente e tem sessenta e oito músicos e uma escola de música, responsável pela formação de 100% dos músicos que a integram.”

OS GRUPOS MUSICAIS

 Grupo Catavento

Em 1944, nasce a orquestra "Cesar Ritmos", com Álvaro César (na época caixista), Pedro Natale, Oscar Conceição, Godoy sob a denominação de "Asas do Ritmo". Em 1957 toma parte da orquestra mais um integrante: Antônio Ferraz como baterista. Entre os anos 58/59, a equipe sentiu necessidade da entrada de um conjunto para a orquestra, onde Ferraz passou a liderar o grupo, com os músicos: Dito Toscano (acordeonista), Godoy (violonista), Duílio (contrabaixista) e Ferraz (bateria)., E paralelamente faziam  parte da orquestra: Helio dos Santos (1º sax), Angelo Bruno (2º tenor), José Benedito (3º alto), Rudnei Dagle (1º  trompete), José Marcolino (2º trompete), Dácio (trompete), Álvaro César (trombone de vara), Pedro Natale (bateria), Aroldo (2ª bateria), Ferraz (3ª bateria). 
Após algumas modificações na orquestra, inclusive no seu naipe de trompete, entrou para a equipe, Walter Lima fazendo. 1º trompete, e posteriormente com sua saída, substituído por Vitor Viliote, Tocavam muita MPB e todos os ritmos da época: calipso, rale-gale, tchá-tchá-tchá, rock, mam borock, rock-balada, rock-pauleira, mambo, boleromambo, fox, fox-trote, swuing; e dentro da linha popular faziam desde maxixe até o samba. Ainda em 1959, surgiu um músico de Alumínio, chamado José Rolim que tocava muito bem o cavaquinho, quase uma réplica de Waldir Azevedo em termos de instrumentação.
 Faziam bailes em Mairinque, São Roque, Sorocaba, animando também bailes de formatura, até que ocorreu a desintegração da orquestra. E em fins de 1959, nasce o grupo "Pensylvânia" liderada por Ferraz, onde estrearam em setembro no Baile da Primavera em Mairinque, fazendo grande sucesso, juntamente com outro conjunto, liderado por Valter Peri, de São Roque. Mairinque pela 1ª vez teve um baile animado por dois conjuntos. Trabalharam dois anos, e pararam. Depois de seis meses de parada musicalmente, Mairinque passa a ter na década de 60 um novo grupo: o "Ritmo Blue Boys", formado por: Ferraz (bateria), Antonio Gemente (sax-tenor), Pedro Carlos Pocciotti, Zezito (trompete), Walter Travassos, Bacaitavinha (contrabaixo), Ivone (piano); e como eram bem calcados no Ray Coniff, passaram a utilizar de um coral, com os seguintes vocais: Ivone Pompiani (crooner), Edson Bruni (2ª bateria), Chiquinho (bateria), Roberto Severino (ritmista), Benedito Lima (crooner), José Marcolino Oracy (trombone). Foram convidados por Antonio Rosa, o qual lançou os "Incríveis” a se apresentarem na TV, mas devido ao receio de alguns elementos do grupo, não aceitaram o convite.
 Apresentaram também em São João, sendo a primeira mini-orquestra a subir no palco da cidade. Simultaneamente atuava também no campo da música o conjunto "Serenata", diferente do "Ritmo Blue Boys", tocava músicas da saudade, e era formado por: Godoy (guitarra), Benedito Pereira (acordeon), Vitor Viliote (contrabaixo), Rudinei Zago (trompete) e Zezinho Padeiro (crooner). Nesse período (1960) houve uma parada do Ritmo Blue Boys, mas em 1961/62 um novo grupo liderado por Ferraz, surge: o "Som Fá 1000", formado por Ferraz (bateria), Américo (guitarra), Valdir Rolim (guitarra), Luiz Monfrinato (contrabaixo) e Roberto Monfrinato (sax tenor). Paralelamente nasce um grupo de garotos, vindo da Escola Villaça: "Os Astronautas", formado por Oswaldo (clarinete) Merinho (violão), Arnauri, Celso Arena (bateria), Gilmar Soliani e Luiz Cavagioni. E foram apresentados pela primeira vez em 1969, por Ferraz na Festa do Pêssego. 
O grupo dissolveu-se e até 1972, Mairinque ficou num vazio, sem conjuntos musicais. E foi aí que surgiu outra equipe basicamente fazendo Jazz: o "Ferraz Música e Som" com: Paulinho (guitarra), Paulão (contrabaixo), Ferraz (bateria), Oswaldo (sax-tenor), Eduardo Madureira (tubadora) e Waldir Camargo (trompete). Mais tarde foi incluído ao grupo, Jorge Luiz como trompetista, Wilson fazendo sax alto e Luizinho Lavandieri no contrabaixo, deixando o grupo completo, com alterações na equipe de cordas, até que em 1979 o nome do conjunto foi alterado pua "The Band Sound Ferraz". "... a música em família traz paz, harmonia, união..."

“... A esperança é a equilibrista, sabe que o show de um bom artista tem que continuar...”

Inicialmente, por volta de 73/74, um grupo de jovens, o "movimento Jovem de Mairinque” participava de encontros da igreja, senti necessidade de dar mais vida às missas, música, onde passaram a acompanhar as missas: Pedrinho, Willian (violão) e Kiko que o acompanhava. Com a saída de William permaneceu Kiko nos acompanhamentos, tocando violão. Independente dos eventos relacionados com a igreja pessoal reunia tocando MPB: Kiko, Kantor, Pedrinho Paschoal, e numa missa de Natal, no término, surgiu mais um integrante: Caloi. Após um maior entrosamento entre eles, passaram a fazer serenatas, sem compromisso sem se montar um conjunto. Mais tarde nasceu o "Só 4".
Faziam os ensaios no Conservatório Carlos Gomes desta vez com um compromisso musical e com mais elementos: Kantor, Samuca, Kiko, Cândida, Betinha, Mara, Rita, Sandra e Ludmar. Participaram de festivais, apresentando-se pel\a primeira vez, na inauguração da Lanchonete Zaparolli participando de todas as audições pro movidas pelo Conservatório Musical Carlos Gomes onde Júlio compunha as músicas do grupo juntamente com Kiko. Em 1980, apesar da saída de Samuca e Caloi, o grupo continuou com alguns elementos, de onde surgiu o "Catavento”.
Quando o grupo ainda levava o nome de “Só 4", estavam planejando um show para Mairinque, ocasião em que entrou para o grupo João Bid, encarregado de dirigir o show; A partir daí, surgiu a idéia de mudança do nome do grupo, e em algumas ocasiões passou a se denominar "Catavento". O primeiro show apresentado em 1981 traz texto de Júlio Pires, direção de João Bid e com uma equipe técnica, denominado "Meio Lá pro Sertão' com os elementos: Oswaldo (flauta); Ninho (bateria), Marcelo (acordeon) e os integrantes do "Catavento": Kiko, Kantor, Samuca e Caloi, apresentando esse show em várias cidades.
            Em 1982, com a idéia de se realizar um evento cultural - o ENARC -, o "Catavento" participou com o mesmo show onde foram convidados três músicos para acompanharem o grupo: Chicão, Rolha e Cadmo, dirigido também por João Bid com algumas alterações no texto, seguindo a disposição: Samuca, Kantor e Kiko (Catavento) e Rolha (contra-baixo), Chicão (violão e vocal), Cadmo (piano), Ninho (bateria).
Nessa época participaram de festivais, realizando vários shows em outras cidades, e sempre procurando aperfeiçoar o vocal, fazendo seus próprios arranjos, com a preocupação de evoluírem musicalmente. Ainda em 1982, o grupo montou o show "Esmeralda cumé que fica!", apresentando-se em vários lugares. A partir dai se dedicaram a apresentações, procurando aperfeiçoar o instrumental, o vocal e as composições num crescente amadurecimento, e participando em circuitos universitários, chegaram a mostrar o trabalho no MASP. Atualmente estão preparando um novo show intitulado "O Trem da Democracia", com roteiro baseado na ideologia política, fazendo um paralelo com o Trem e o sistema político vigente.

AS ESCOLAS DE MÚSICA 

O primeiro Conservatório musical de Mairinque surgiu em 1973, o "Conservatório Musical Carlos Gomes", sob a direção de Maria Cândida Bertolini, dedicando-se à música erudita. Maria começou a fazer cursos no CLAM - Centro de Livre Aprendizagem Musical em 1977, onde Trazia as técnicas que absorvia nesses cursos, para seus alunos aqui em Mairinque, a fim de que os mesmos se atualizassem. As primeiras apresentações dos alunos foram em dezembro de 1970 na SRM, (as quais passaram a se realizar sempre em julho e dezembro) dentre eles: Marquinhos Merguizo, Ângela Bonifácio, Heloísa Bonassi, Humberto Mola e Betinha. Atualmente o Conservatório Carlos Gomes continua com suas atividades, realizando programas de música, com a intenção de levar ao conhecimento do público, coisas novas, para que posteriormente formem suas opiniões próprias.

"...a música é fundamental na vida das pessoas" (M. Cândida)

Mairinque conta também com mais uma escola de música "Academia Musical Villa Lobos", montada em agosto de 1983, por iniciativa de Mariângela Natale (Mari) e Denise Muraro. Mari iniciou sua carreira musical com a professora Marly Toscarelli com 6 anos em 1965, continuando seus estudos com Maria Cândida durante 11 anos. Mais tarde passou a dar aulas no Conservatório Musical Carlos Gomes. Inicialmente o Conservatório Musical Villa Lobos, oferecia somente aulas de piano. Hoje abrange mais cursos e conta com os professores: Danilo Natale Simões de Almeida e Ivaney.

GILDA LIPPI FIGURA MARCANTE NAS ARTES DE MAIRINQUE

Importante passagem no campo das artes plásticas, foi a figura de Astrogilda Alvers Lippi, conhecida por todos como Gilda, nascida em Bauru.
Gilda, além da ocupação em trabalhos domésticos, também se dedicou à arte. Teve uma participação marcante, no salão de Artes de Mairinque, com pinturas e esculturas, e foi também uma das pioneiras da Obra Social Municipal. Faleceu em 20 de setembro de 1971, e hoje o :salão de artes de Mairinque leva seu nome: "Salão de Artes Astrogilda Alvers Lippi".




 Grupo Catavento

Em 1944, nasce a orquestra "Cesar Ritmos", com Álvaro César (na época caixista), Pedro Natale, Oscar Conceição, Godoy sob a denominação de "Asas do Ritmo". Em 1957 toma parte da orquestra mais um integrante: Antônio Ferraz como baterista. Entre os anos 58/59, a equipe sentiu necessidade da entrada de um conjunto para a orquestra, onde Ferraz passou a liderar o grupo, com os músicos: Dito Toscano (acordeonista), Godoy (violonista), Duílio (contrabaixista) e Ferraz (bateria)., E paralelamente faziam  parte da orquestra: Helio dos Santos (1º sax), Angelo Bruno (2º tenor), José Benedito (3º alto), Rudnei Dagle (1º  trompete), José Marcolino (2º trompete), Dácio (trompete), Álvaro César (trombone de vara), Pedro Natale (bateria), Aroldo (2ª bateria), Ferraz (3ª bateria). Após algumas modificações na orquestra, inclusive no seu naipe de trompete, entrou para a equipe, Walter Lima fazendo. 1º trompete, e posteriormente com sua saída, substituído por Vitor Viliote, Tocavam muita MPB e todos os ritmos da época: calipso, rale-gale, tchá-tchá-tchá, rock, mam borock, rock-balada, rock-pauleira, mambo, boleromambo, fox, fox-trote, swuing; e dentro da linha popular faziam desde maxixe até o samba. Ainda em 1959, surgiu um músico de Alumínio, chamado José Rolim que tocava muito bem o cavaquinho, quase uma réplica de Waldir Azevedo em termos de instrumentação. Faziam bailes em Mairinque, São Roque, Sorocaba, animando também bailes de formatura, até que ocorreu a desintegração da orquestra. E em fins de 1959, nasce o grupo "Pensylvânia" liderada por Ferraz, onde estrearam em setembro no Baile da Primavera em Mairinque, fazendo grande sucesso, juntamente com outro conjunto, liderado por Valter Peri, de São Roque. Mairinque pela 1ª vez teve um baile animado por dois conjuntos. Trabalharam dois anos, e pararam. Depois de seis meses de parada musicalmente, Mairinque passa a ter na década de 60 um novo grupo: o "Ritmo Blue Boys", formado por: Ferraz (bateria), Antonio Gemente (sax-tenor), Pedro Carlos Pocciotti, Zezito (trompete), Walter Travassos, Bacaitavinha (contrabaixo), Ivone (piano); e como eram bem calcados no Ray Coniff, passaram a utilizar de um coral, com os seguintes vocais: Ivone Pompiani (crooner), Edson Bruni (2ª bateria), Chiquinho (bateria), Roberto Severino (ritmista), Benedito Lima (crooner), José Marcolino Oracy (trombone). Foram convidados por Antonio Rosa, o qual lançou os "Incríveis” a se apresentarem na TV, mas devido ao receio de alguns elementos do grupo, não aceitaram o convite. Apresentaram também em São João, sendo a primeira mini-orquestra a subir no palco da cidade. Simultaneamente atuava também no campo da música o conjunto "Serenata", diferente do "Ritmo Blue Boys", tocava músicas da saudade, e era formado por: Godoy (guitarra), Benedito Pereira (acordeon), Vitor Viliote (contrabaixo), Rudinei Zago (trompete) e Zezinho Padeiro (crooner). Nesse período (1960) houve uma parada do Ritmo Blue Boys, mas em 1961/62 um novo grupo liderado por Ferraz, surge: o "Som Fá 1000", formado por Ferraz (bateria), Américo (guitarra), Valdir Rolim (guitarra), Luiz Monfrinato (contrabaixo) e Roberto Monfrinato (sax tenor). Paralelamente nasce um grupo de garotos, vindo da Escola Villaça: "Os Astronautas", formado por Oswaldo (clarinete) Merinho (violão), Arnauri, Celso Arena (bateria), Gilmar Soliani e Luiz Cavagioni. E foram apresentados pela primeira vez em 1969, por Ferraz na Festa do Pêssego. O grupo dissolveu-se e até 1972, Mairinque ficou num vazio, sem conjuntos musicais. E foi aí que surgiu outra equipe basicamente fazendo Jazz: o "Ferraz Música e Som" com: Paulinho (guitarra), Paulão (contrabaixo), Ferraz (bateria), Oswaldo (sax-tenor), Eduardo Madureira (tubadora) e Waldir Camargo (trompete). Mais tarde foi incluído ao grupo, Jorge Luiz como trompetista, Wilson fazendo sax alto e Luizinho Lavandieri no contrabaixo, deixando o grupo completo, com alterações na equipe de cordas, até que em 1979 o nome do conjunto foi alterado pua "The Band Sound Ferraz". "... a música em família traz paz, harmonia, união..."

“... A esperança é a equilibrista, sabe que o show de um bom artista tem que continuar...”

Inicialmente, por volta de 73/74, um grupo de jovens, o "movimento Jovem de Mairinque” participava de encontros da igreja, senti necessidade de dar mais vida às missas, música, onde passaram a acompanhar as missas: Pedrinho, Willian (violão) e Kiko que o acompanhava. Com a saída de William permaneceu Kiko nos acompanhamentos, tocando violão. Independente dos eventos relacionados com a igreja pessoal reunia tocando MPB: Kiko, Kantor, Pedrinho Paschoal, e numa missa de Natal, no término, surgiu mais um integrante: Caloi. Após um maior entrosamento entre eles, passaram a fazer serenatas, sem compromisso sem se montar um conjunto. Mais tarde nasceu o "Só 4".
Faziam os ensaios no Conservatório Carlos Gomes desta vez com um compromisso musical e com mais elementos: Kantor, Samuca, Kiko, Cândida, Betinha, Mara, Rita, Sandra e Ludmar. Participaram de festivais, apresentando-se pel\a primeira vez, na inauguração da Lanchonete Zaparolli participando de todas as audições pro movidas pelo Conservatório Musical Carlos Gomes onde Júlio compunha as músicas do grupo juntamente com Kiko. Em 1980, apesar da saída de Samuca e Caloi, o grupo continuou com alguns elementos, de onde surgiu o "Catavento”.
Quando o grupo ainda levava o nome de “Só 4", estavam planejando um show para Mairinque, ocasião em que entrou para o grupo João Bid, encarregado de dirigir o show; A partir daí, surgiu a idéia de mudança do nome do grupo, e em algumas ocasiões passou a se denominar "Catavento". O primeiro show apresentado em 1981 traz texto de Júlio Pires, direção de João Bid e com uma equipe técnica, denominado "Meio Lá pro Sertão' com os elementos: Oswaldo (flauta); Ninho (bateria), Marcelo (acordeon) e os integrantes do "Catavento": Kiko, Kantor, Samuca e Caloi, apresentando esse show em várias cidades.
            Em 1982, com a idéia de se realizar um evento cultural - o ENARC -, o "Catavento" participou com o mesmo show onde foram convidados três músicos para acompanharem o grupo: Chicão, Rolha e Cadmo, dirigido também por João Bid com algumas alterações no texto, seguindo a disposição: Samuca, Kantor e Kiko (Catavento) e Rolha (contra-baixo), Chicão (violão e vocal), Cadmo (piano), Ninho (bateria). Nessa época participaram de festivais, realizando vários shows em outras cidades, e sempre procurando aperfeiçoar o vocal, fazendo seus próprios arranjos, com a preocupação de evoluírem musicalmente. Ainda em 1982, o grupo montou o show "Esmeralda cumé que fica!", apresentando-se em vários lugares. A partir dai se dedicaram a apresentações, procurando aperfeiçoar o instrumental, o vocal e as composições num crescente amadurecimento, e participando em circuitos universitários, chegaram a mostrar o trabalho no MASP. Atualmente estão preparando um novo show intitulado "O Trem da Democracia", com roteiro baseado na ideologia política, fazendo um paralelo com o Trem e o sistema político vigente.
(Transcrito da Revista Comemorativa Mairinque – 25 Anos)


GILDA LIPPI FIGURA MARCANTE NAS ARTES DE MAIRINQUE

Importante passagem no campo das artes plásticas, foi a figura de Astrogilda Alvers Lippi, conhecida por todos como Gilda, nascida em Bauru.
Gilda, além da ocupação em trabalhos domésticos, também se dedicou à arte. Teve uma participação marcante, no salão de Artes de Mairinque, com pinturas e esculturas, e foi também uma das pioneiras da Obra Social Municipal. Faleceu em 20 de setembro de 1971, e hoje o :salão de artes de Mairinque leva seu nome: "Salão de Artes Astrogilda Alvers Lippi".


MAlRINQUE E SEUS MOVIMENTOS POLITICO-SÓCIO -CULTURAIS

Durante o período de 1978 a 1979, foi criada em Mairinque, o CEMEAS - Centro Mairinquense de Estudos e Ação Social. Faziam parte do grupo: Roberto Munhoz Calvente, José R. P. Figueiredo, Luiz, Célia, Oscar, Eduardo Mendes, Elaine Mendes, Eduardo Maldonado, Reinaldo Nunes, Ari Merguizo e outros. O grupo nasceu de uma reunião com os seguintes objetivos: - trabalhar pela segurança do Município; - Criação de um "plano diretor" para o município, ou seja, crescimento organizado da cidade. - Integração racial; - Levantamento de problemas relacionados à: Saúde, Educação, Cultura, etc.; - Evolução dos partidos políticos do Município; - Discussão sobre as atividades esportivas da cidade.
No Iº Encontro dessa entidade, tendo como tema: I Encontro Municipal pela Unidade Democrática, foram realizados debates com representantes da ARENA e do MDB, tendo na sua abertura a participação de Márcio Santile (MDB), e Cláudio Lembo (ARENA). Uma das suas realizações foi a primeira mini-olimpíada, onde participaram 150 atletas em 21 modalidades diferentes. Com a saída gradativa de seus integrantes, a entidade teve curta duração, desintegrando-se.
No ano de 1982, nasceu a idéia de um Encontro Artístico e Cultural, com a intenção de mostrar à comunidade apresentações com artistas locais, nas suas várias atividades, e na ausência de alguns, também recorrer à artistas de fora. A iniciativa partiu de Julio Pires e Reginaldo Bertolini (Kiko), então se formou uma Comissão, com apoio cultural do Clube Atlético Sorocabana de Mairinque.
Em 1983, aconteceu o 2º ENARC, desta vez organizado por Cláudio e Pelica com apoio cultural da SRM. Esse ano realizou-se o III ENARC, nascendo da reunião de um grupo de jovens de Mairinque na realização do evento, onde todos os presentes se manifestaram positivamente, com discussões sobre a importância desse evento para o Município. Uma das colocações foi a necessidade de se discutir o caráter da realização no que diz respeito a sua capacidade de atingir a população. Esse ano, o objetivo básico foi a popularização, do evento com a maior participação da população, aproximando assim a Arte-Cuitura, e Arte-Popular, através do envolvimento com todas as camadas da população: escolas, associações de bairros, etc. O evento durou nove dias de 07 a 15/7/84 com o apoio da Prefeitura Municipal de Mairinque, contando em suas várias atividades, com o comparecimento em massa do público. O resultado desse empenho ficou claro: Mairinque tem arte. E quando são dadas oportunidades para que ela se expresse livremente, e quando são eliminadas as barreiras entre cultura e povo, há uma participação ampla de todos. "A idéia de uma arte de massas de alta qualidade não implica a liquidação de todas as formas de arte em uma só. Pelo contrário, cria condições de dar um denominador comum às diversas artes em uma só". (Ferreira Gullar).

 O artista plástico transformou em memória
em praça pública o talento dos dois músicos 
mairinquenmses falecidos tão prematuramente
(Álbum de Gisele Bertolini)


 João Bid - Integrante da formação original do
Catavento continua na ativa, cantando a boa
música popular. (Álbum João Bid)

 (Álbum João Bid)


MAlRINQUE E SEUS MOVIMENTOS POLITICO-SÓCIO -CULTURAIS

Durante o período de 1978 a 1979, foi criada em Mairinque, o CEMEAS - Centro Mairinquense de Estudos e Ação Social. Faziam parte do grupo: Roberto Munhoz Calvente, José R. P. Figueiredo, Luiz, Célia, Oscar, Eduardo Mendes, Elaine Mendes, Eduardo Maldonado, Reinaldo Nunes, Ari Merguizo e outros. O grupo nasceu de uma reunião com os seguintes objetivos: - trabalhar pela segurança do Município; - Criação de um "plano diretor" para o município, ou seja, crescimento organizado da cidade. - Integração racial; - Levantamento de problemas relacionados à: Saúde, Educação, Cultura, etc.; - Evolução dos partidos políticos do Município; - Discussão sobre as atividades esportivas da cidade.
No Iº Encontro dessa entidade, tendo como tema: I Encontro Municipal pela Unidade Democrática, foram realizados debates com representantes da ARENA e do MDB, tendo na sua abertura a participação de Márcio Santile (MDB), e Cláudio Lembo (ARENA). Uma das suas realizações foi a primeira mini-olimpíada, onde participaram 150 atletas em 21 modalidades diferentes. Com a saída gradativa de seus integrantes, a entidade teve curta duração, desintegrando-se.
No ano de 1982, nasceu a idéia de um Encontro Artístico e Cultural, com a intenção de mostrar à comunidade apresentações com artistas locais, nas suas várias atividades, e na ausência de alguns, também recorrer à artistas de fora. A iniciativa partiu de Julio Pires e Reginaldo Bertolini (Kiko), então se formou uma Comissão, com apoio cultural do Clube Atlético Sorocabana de Mairinque.
Em 1983, aconteceu o 2º ENARC, desta vez organizado por Cláudio e Pelica com apoio cultural da SRM. Esse ano realizou-se o III ENARC, nascendo da reunião de um grupo de jovens de Mairinque na realização do evento, onde todos os presentes se manifestaram positivamente, com discussões sobre a importância desse evento para o Município. Uma das colocações foi a necessidade de se discutir o caráter da realização no que diz respeito a sua capacidade de atingir a população. Esse ano, o objetivo básico foi a popularização, do evento com a maior participação da população, aproximando assim a Arte-Cuitura, e Arte-Popular, através do envolvimento com todas as camadas da população: escolas, associações de bairros, etc. 
O evento durou nove dias de 07 a 15/7/84 com o apoio da Prefeitura Municipal de Mairinque, contando em suas várias atividades, com o comparecimento em massa do público. O resultado desse empenho ficou claro: Mairinque tem arte. E quando são dadas oportunidades para que ela se expresse livremente, e quando são eliminadas as barreiras entre cultura e povo, há uma participação ampla de todos. "A ideia de uma arte de massas de alta qualidade não implica a liquidação de todas as formas de arte em uma só. Pelo contrário, cria condições de dar um denominador comum às diversas artes em uma só". (Ferreira Gullar).

O MUSEU MUNICIPAL

Em 30 de agosto de 1979, através do decreto nº 1935, é criado o Museu Histórico, Artístico e Pedagógico do Município de Mairinque, na gestão do prefeito municipal Antonio Alexandre Gemente. E em 1982 o Museu passou a ser denominado: "Museu Conselheiro Francisco de Paula Mayrink". O museu, que há tempos atrás foi a moradia da família do fundador Mayrink, depois de desocupado, não tinha uso, ficando completamente abandonado. Então, surgiu a idéia de se criar um Museu, partindo do prefeito, na época Antonio A. Gemente e com o apoio de Cantídio Muraro Jr.; hoje diretor do Museu. Começaram as obras para a construção do Museu, as reformas gerais, mas com a intenção de manter o seu original.
 A necessidade de se fazer um Museu, se explica pelo fato de que o mesmo, mantém viva a história da cidade, através da preservação de objetos. E é tamanha a sua importância, que até 1958, com a primeira visita de Francisco de P. Mayrink Lessa, neto do fundador, não se tinha noções do passado, e conhecimento do próprio fundador da cidade, e se hoje o sabemos é porque existem registros a respeito do mesmo. 
O acervo encontrado no Museu, em parte foi doado pela população, além de objetos de uso pessoal e documentação do Conselheiro, doados pelo seu neto, e também com a colaboração de Ariosto Berna, professor do Rio de Janeiro, amigo da família Mayrink. Entre outros objetos de grande importância para a cidade, existe também uma pá (fundação), feita de jacarandá e prata, com guarnições desse metal nos quatro cantos, ornadas de flores-de-lis. No anverso apresenta a seguinte inscrição: "Inauguração da Vila Mayrink, 27 de outubro de 1890". E no reverso: "Companhia Vila Mayrink. Incorporadores: Manuel Teixeira da Silva Cotta; Alberto Kuhlmann. Diretoria: Comendador José Duarte Rodrigues, presidente;Abílio Soares, gerente: DI. João José de Araújo;secretário: Pedro Antonio Borges, tesoureiro:Alberto Kuhlmann, diretor técnico". Essa pá, também foi doada pelo sr. Francisco de P. Mayrink Lessa. 
Se encontra também no Museu além de objetos seus, um livreto de pensamentos da professora Altina Júlia de Oliveira, datado de 12 de outubro de 1905, onde ela deixou registrado poemas; os últimos com data de 1943. Poucos sabem que Marília foi parente do Conselheiro Francisco de Paula Mayrink. E existe no Museu, um livro de Marília, onde respondia as trovas que Tomaz Antonio Gonzaga escrevia para ela, o qual não foi publicado.
 Na entrada do Museu, existe um poste, que era utilizado para iluminação, no começo do século; esse poste foi o primeiro a ser fundido na oficina da Sorocabana em 1906. O Museu de Mairinque, segue a seguinte divisão: Primeira parte - Sala de geologia e antropologia - objetos indígenas (retratando o começo de Mairinque), Segunda parte - Sala da fundação da cidade e a Ferrovia (devido à ligação da Sorocabana com Mairinque), Terceira parte - Desenvolvimento da cidade e Sala do fundador contendo objetos, documentos, etc. de sua propriedade.” É preciso que a comunidade tenha consciência da importância de se ter numa cidade, um local onde se registre sua passagem histórica, e da necessidade de dar continuidade aos fatos." - museu não é só depósito de coisas velhas."

Fonte: Revista Comemorativa 94 Anos de Mairinque



SERTANEJO

Como em todos os municípios do interior paulista também em Mairinque o gênero sertanejo é muito apreciado. No decorrer dos tempos muitas duplas  têm surgido. Homenageamo-las na pessoa do Tião Campeiro, que na foto aparece com o parceiro João Batista (anos 80). Nos anos 90 Tião Campeiro deu aulas de viola a quem quisesse aprender esse que é o mais tradicional instrumento do gênero. 


Tião Campeiro e Zé Batista


ACERVO FOTOGRÁFICO



Banda Sinfônica Padre José Yao
(Regente Antonio A. Gemente)





Banda Feminina de Mairinque
(Maestro Pedro Lima)


Banda se apresentando no coreto da Praça da Matriz


Prédio do cinema (SRM)


Conservatório Musical Carlos Gomes



Corporação Musical União Mairinquense


Coreto de Mairinque


Grupo Musical Catavento



Coral da Juventude Católica - 1ª apresentação


Homenagem a Kiko e Chico, integrantes do Grupo
Catavento falecidos em acidente automobilístico


Alfredo E. Giuseppe Bertolini


Astrogilda Alvers Lippi


Juca de Oliveira


Lelio Lippi


João Bid

Fontes: - Revista Comemorativa 96 Anos;
             - Livro Caminhos Percorridos (João B. Pinto Figueiredo - Pelica) 


O ESPORTE EM MAIRINQUE

  
“Os Primeiros Clubes – O Esporte em Mairinque - Em 1920 os primeiros clubes esportivos foram o S. José e o Mairink Futebol Clube. Nessa época os recursos eram precários, onde os jogadores pagavam recibos e custeavam seus uniformes. Mas a vibração da torcida compensava todos esses esforços e em quase todos os jogos os jogadores eram recebidos com uma banda de música.
Na época faziam parte do time : Leão, Hélio Natale,  Fernandes, Chirú, Sr. Zé Angelini, etc. um fato curioso é que nos dias de treinos  dos atletas (que também eram operários da Sorocabana) a oficina dava seu apito meia hora antes  do habitual para que os mesmos pudessem treinar.  

SRM -
 Em 22 de novembro de 1903, fundou-se a "Sociedade Operária Musical e Recreativa Mayrink". Dela nasceu a Corporação Musical, que animava a população todos os domingos e feriados, com sua banda realizada no coreto da praça (hoje armazém de abastecimento). Após algumas alterações no decorrer dos anos, essa sociedade proporcionava aos sócios, sessões cinematográficas diárias com tela panorâmica. E em 09 de janeiro de 1937, a "Sociedade Operária Musical e Recreativa Mayrink, foi sucedida pela "Sociedade Recreativa Mairinque", que incorporou o patrimônio da primeira, constituído de móveis e imóveis, com sede atual (sede própria) à praça D. José Gaspar D’Afonseca, em Mairinque. A finalidade deste clube é de proporcionar a seus sócios diversões familiares, bailes, espetáculos cinematográficos, atividades culturais e recreações esportivas, contando atualmente com mais de 500 sócios. Em função do trabalho de seu atual Presidente, Dr. João Ideval Cômodo, foi reaberta a Biblioteca da SRM, à qual foi recomposta de livros novos, com entrada franca para o público em geral, principalmente para a classe estudantil, não sendo necessário estar vinculado ao clube para utilizar-se da biblioteca.
A atual Diretoria da Sociedade Recreativa Mairinque, cujo mandato expira-se em 31 de dezembro do corrente ano, está assim constituída: Presidente - Dr. João Ideval Cômodo;
Vice-Presidente - Dr. Paulo Assini Júnior; Secretário Geral - Sebastião Wiezbick; 1º Secretário - Osmir da Costa Mendes; 2º Secretário - Roberto Cômodo Mercado; Tesoureiro Geral - Dr. Juracy Lopes Câmara; 1º Tesoureiro. João Pires de Almeida; 2º Tesoureiro - Gilson Simões; Diretor Patrimonial - Joaquim Maria Silveira; Diretor Social - João André Pedrassi, Joaquim Carlos Silveira, Waldemir de Camargo e João Chesini Ir.; Conselho de Sindicância - José Toscano Filho, Benedito Xavier de Moraes e Nelson Braz Negrão.

CASM


Com a paralisação das atividades do Operário F. C., em 1937, ficou então a Vila de Mayrink sem representação esportiva. No dia 12 de março de 1940 foi realizada uma comissão composta pelos seguintes cidadãos: Elias Sódré, Sílvio Pedra Ramos, José Luiz Valim, Américo Pereira, José Gonçalves Silveira, João Benedito Espírito Santo, Francisco Merguizo, Francisco Rodolfo Bertolini, Pergentino Nascimento, Christóvão Mercado, Oswaldo Ghilardi e Álvaro Chagas, que tinham a incumbência de fazer um levantamento do esporte em Mairinque. Baseado nesse levantamento cujo resultado foi positivo ficou decidido então fundar o Clube Atlético Mayrink. Até que fosse formado um quadro social, os atletas colaboravam para com a manutenção do clube, pagando os recibos. Em 20 de março de 1940 foi eleita por nomeação a 1ª diretoria do Clube Atlético Mayrink, ficando assim constituída: Presidente: Silvio Pedra Ramos; Vice-Presidente: José Gonçalves Silveira; Iº Secretário: Álvaro Chagas; 2º Secretário: Francisco Rodolpho Bertolini; Iº Tesoureiro: Oswaldo Ghilardi; 2º Tesoureiro: Christóvão Mercado; Conselho Fiscal: Américo Pereira, José Luiz Valin e João Benedito E. Santos; Conselho de Sindicância: Elias Sodré, Pergentino Nascimento, Francisco Merguizo. Nessa mesma reunião ficou deliberado que as cores representativas do clube seriam: branco, azul e vermelho; e que o treinador seria o sr. Alan Rolin Barbosa. Em 17 de março de 1957, o Conselho Deliberativo sugeriu que fosse acrescido ao nome do clube uma designação alusiva a Estrada de Ferro Sorocabana e ficando portanto o nome de "Clube Atlético Sorocabana de Mayrink", ratificado em assembléia geral dos sócios em 25 de março de 1957. Na área esportiva, o CASM foi várias vezes campeão municipal, sendo que em 1956 foi campeão da 37ª região do Interior do Estado de S. Paulo. Conseguiu na época montar um grande esquadrão e que no ano de 1959 ingressou na 3ª divisão de Profissionais da Federação Paulista de Futebol, ficando até o ano de 1969. Atualmente o CASM é Bi-campeão Municipal e Intermunicipal. Hoje, o CASM, conta Com uma área de 33.535 m , onde foram construídos piscina, sauna, lanchonete e vestuário para piscina, campo de futebol, onde serão efetuados a construção do novo estádio, dentro das próprias dependências do Clube e no lugar do atual campo, o Ginásio de Esportes.

FOTOS ILUSTRATIVAS


Clube Atletico Mairinque - 16 partidas invicta. 
C.A.M - 4 x São Bento = 0
Alvarinho , Cesario, David, Ditinho, Roque, Burrica,
 Carlito, Machado, Luiz Sodre,
Gambeta, Tide, Chico, Ze Pompiani, 
Ze Pereira, Chato, Mario Rosa.
(Foto de Du Messias)


 
CASM em 1956 - (foto dede Doroti
Laurindo Berro Antunes)
  
Regional em São Roque, julho de 2000.
 Em pé Pangué, Pavão, Jairo, Edson, 
Aguinaldo, Miguel, Vande, não sei.
 Agachados: Benatinho, Mané, não sei, Angelo e Roque.
Este time de Mairinque foi campeão dos regionais 
deste ano. (foto e descrição de Ana Jorge)
Comemoração do título de campeão dos jogos regionais de 2000 (bocha), 
no Conselheiro em Mairinque. Em pé no canto Lélis, Edson, José Tiseu, 
Merinho, Satã, Paulinho, Ângelo, Mané e Pavão. Agachados: Roque e Eli.
(foto e descrição de Ana Jorge)
  
Equipe de Basquete de Mairinque (foto de Ana Maria Merguizo)
Marcos Capato, Nei Pompiani, Uvadil, Luiz Carlos (Leitão), Beleu, Paulo Theofilo, 
Gilmar Soliani, Pica e abaixados Zé Roberto Merguizo, Jorge Germano, 
Marquinho Merguizo, e o Prof. Newton.
(Álbum Joubert Anderson Martins)



























Fotos de Claudio Ceretta





















Álbum de Rita C. Merguizo



Ana Jorge e seu pai Sr. Roque levantando a taça de
campeão de Bocha nos Jogos Regionais disputados
em São Roque no ano 2000


A.A. Ferroviária de Mairinque: Em pé: Oscar Angelini, 
Zé Merguizo, Archimedes, Nardo Bordoada, Monteiro, Ribota,
Agachados: Percio, Vardinho, ..., Jurinha,, Pani e Bonino.
(Foto publicada por Rubia Panin Ruiz e descrição
de Francisco Angelini Neto) 


Antonio Carlos Pecorari, o Tatu, jogador de futebol nascido em 
Mairinquee m 1962 atuou pelo SPFC nos anos de 1979 a 1981. Foi para
O Estados Unidos, jogando Futsal pelo Tampa Bay de 1982 
a 1984 e pelo Dallas Sidevicks de 1985 a 1992


Expressinho do SPFC que venceu na decisão
do título da Copa Conmebol em 1994. 
O zagueiro central era o mairinquense Nelson, 
atualmente trabalhando no Centro de Formação 
de Jogadores do tricolor em Cotia 
(foto - site do SPFC)

O TIME DO BIÉ


Benedito Roque Rodrigues, o Bié


 
"No meu time todo mundo joga" (Bié)

"Bié sempre se dedicou às crianças e vem trabalhando com elas desde 1/3/62 quando começou a montar seu primeiro time e deu a um grupo de garotos de sua rua uma bola de futebol, e a partir daí passou a se interessar pelo grupo, onde participavam: Airton Pompiani, Plínio, Faraó, Ilson, Bid, Bima, Gerson, Joninhas, Jair, Garcia, Kim, Caristia, Nido, Pangué e outros. Esse time passou a se denominar "Águias Negras FC", onde realizavam as competições em campinhos; seu time pertenceu também a Ferroviária, Estrela do Marmeleiro, CASM onde é vinculado até hoje, e utiliza também o campo da Takara. Na maioria das vezes, as despesas eram por sua conta: uniformes, medalhas, troféus, viagens, etc. O "Águias Negras" não era registrado, e esse fato, serviu de argumentação para que os poderes públicos não contribuíssem através de recursos, para o time. Apesar de tudo, Bié sempre levou sua equipe em frente, sendo bi-campeão em 1962 e 1963.
Seu time já enfrentou quatro grandes cubes: o São Paulo F. C. no Morumbi, ganhando de 3x 2 - o Santos F. C. ganhando de 11 x O e Corinthians Paulista também ganhando de 10 x O.
Mais tarde jogou com o Palmeiras, em dois jogos - O Mirim empatando por 2 x 2 e dente-leite perdendo por 9 x 2. Certa ocasião, Bié resolveu realizar um jogo noturno, o primeiro aqui em Mairinque, (num campinho ao lado da Fepasa) contra a equipe do Sr. Claro (massagista já falecido).
Improvisaram a iluminação com fogueiras e aproveitaram a luz que vinha do Depósito (Fepasa).
O jogo começou às vinte horas e o resultado foi empate: 2 x 2, onde um dos gols foi marcado por Davi, num gol olímpico.
A maioria das competições, não eram oficializadas e esse ano aconteceu o 1º campeonato oficializado, organizado pela Liga de São Roque e Rádio Universal em março e junho deste ano, realizado em Mairinque e São Roque. Jogaram contra: Ferroviária de Mairinque, Colorado, Paulistano e outros. Foram vice-campeões. Uma das passagens importantes em sua vida, foi na época (68/69) em que levava o "Águias Negras" para jogar em São Paulo, indo de subúrbio e responsabilizando-se por 40 garotos, mas sempre muito cuidadoso, dando-lhes carinho especial. Hoje, Bié pensa em parar com os campeonatos e pretende realizar times não competitivos, e sim por lazer, com a participação de todos os atletas, unindo-os sem rivalidade. Já passaram por Bié um média de 2.000 atletas, e nesses 2 últimos jogos, ofereceu 70 medalhas e 10 troféus gravados. Uma maneira de premiar os esforços desses jogadores."

Fonte:(Revista Comemorativa 94 Anos de Mairinque)


JOAQUINLÃO – A DOCE LEMBRANÇA DE UM POVO


       Quase todas as cidades têm em sua História uma ou mais personagens que marcaram as vidas de quem as conheceu. 

Em Mairinque, quando se estampa a foto de Joaquim de Oliveira quase não há quem não se lembre de algum fato sobre ele e seu jeito peculiar de se comunicar.
Muito tocante o texto publicado na Revista Comemorativa Mairinque 94 Anos a respeito desse personagem, texto esse que transcrevemos:  
"JOAQUINLÃO - O mulato do vozeirão, da camisa amarela e da calça de brim coringa; Em 1908, nasce em Santa Rita (hoje Alumínio) numa vila bem pequena, um menino forte, bonito, sadio e filho de mãe solteira: Joaquim de Oliveira - o "Joaquinlão". Cresceu, foi morar com a mãe junto de seu padrasto, carroceiro, onde passou a trabalhar, ajudando-o no sítio onde morava. O Joaquinlão começa a existir, durante um dia de trabalho, onde foi agredido pelo seu padrasto com o cabo de reio, em sua cabeça, aos 7 anos de idade. A partir daí cresceu com a mente infantil. Ele tinha três irmãos: Valentina, Cássio e Luzia, que moram em Sorocaba. Quando o padrasto deixou sua mãe, Joaquinlão passou a morar só com ela, ainda em Santa Rita, onde fazia todo serviço de roça: apanhava mandioca, dava comida aos porcos, buscava milho, apanhava lenha. Após a morte de sua mãe, foi morar com a tia que era casada com lturino Alves, na época, capelão das capelas de Santa Luzia e Santa Cruz; dai sua ligação com a igreja. Sempre prestou serviços, devido à sua forte estrutura, e geralmente os serviços eram pesados. Chegava a transportar enormes feixes de varas de uns 60 quilos ou mais.
Joaquinlão veio para Mairinque em 1937 com 29 anos, e passou a morar num quartinho: do "Seu Abel pai de Glória do Bicharedo” - era como chamava. Mas não deixou de dar suas caminhadas à pé até Alumínio. Chegava na casa de Dona Brazilina e sempre pedia um pouco de comida, pão, café e perguntava de Elvira a quem tinha muita afeição: "E Ervira taÍ?". "Ela gosta de mim?".
Essa figura lendária tinha muitos hábitos, os quais ficaram bem marcados em toda população. Devido sua força e o prazer em ajudar as pessoas, não media esforços para trabalhar: ia sempre no Zaparolli descarregar farinha de trigo do caminhão; depois recebia em troca, sanduíches de mortadela e queijo; gostava de buscar lenha no eucalipto do Horto e trazer para Glória do Augusto, para a Helena do Joaquim e outros. Joaquinlão teve muita ligação com D. Abade que o alimentava, vestia e dava uma atenção especial a ele, que participava de todos os eventos religiosos: ia à missa com freqüência, rezava "no domingo de Mês", guardava enterros, rezava ladainhas... Gostava muito da Dona Olga, do Pade Zezinho, do Pade. Antonio e do Pade. Bóris. Outros costumes muito conhecidos de Joaquinlão, era o de ir no bar da estação, tomar café com sanduíche. Na época a dona do bar era dona Preciosa; depois esperava o trem passar pedia dinheiro e colocava embaixo do santo da igreja. Conviveu também com a família de Dona Edil, onde conta um de seus filhos (Paulo Cesar), que até 1971 Joaquinlão nunca tinha entrado num automóvel. E num domingo, depois do Bailinho da SRM, muita chuva, Joaquinlão com os pés de reumatismo, - foi convidado por Paulo a subir em seu fusca para abrigá-Io da chuva. Joaquim entrou de cabeça pela porta, ficando entalado. Em seguida, teve que sair novamente para que Paulo ensinasse e ajudasse a entrar no carro. Outros costumes de Joaquinlão eram: Falar uma série de nomes de cidades, repetindo-as; só não repetia os nomes das cidades de Boston e Chicago, pois eram nomes feios; Só fumava esporadicamente charutos, e quando era advertido ou recriminado ele dizia que o Dom Abade o deixava ele fumar. Certa ocasião ganhou uma dentadura feita e ofertada pelo Dr. Geraldo Amaral, e Joaquim lavava-a na fonte. Sr. Mauro Pereira foi muito prestativo com Joaquinlão e chegou a fazer umas modificações no porão de uma oficina na qual passou a morar (oficina do Pernambuco). E para que Joaquinlão tivesse melhores acomodações, levantou mais o teto, colocou porta com fechadura para maior proteção. E sempre que seu Mauro perguntava se ele havia guardado bem a chave, respondia: "A chave tá guardada no lenço". Quando começaram a construir as obras do cinema, Joaquinlão passou a se abrigar naquele local, apesar de muitos insistirem para que ele saísse daquele local, e fosse para o asilo, Joaquim resistia e se negava a sair. Foi preciso dizer que ele seria o guarda do asilo.

Aquela criança forte, dos pulinhos, da risada alta, foi perdendo sua vitalidade, e aos 75 anos passou a morar no asilo, e quando perguntavam se ele tinha medo da morte, respondia: "Não, eu vou ficá prá semente." E foi o que aconteceu. Ficou mesmo prá semente. E mesmo depois de sua morte em 10.9.79, ainda podemos ver aquela enorme figura correndo pelas ruas da cidade gritando, cantando, rindo. Algumas de suas músicas: "O ralho do alfaiate - Todo dia a me cobrar - Sou pobre não tenho dinheiro - Com que ralho eu vou pagar/ Fui na casa do pai da noiva – Pra saber do meu noivado/ O sapato era de vidro – A biqueira  de olhado - Foi descer uma ladeira - O salto virou de um lado/Ela tinha olho de vidro - Também perna de pau - Era seca não tinha bunda - Parecia um bacalhau/ "Oh Carmen! Oh Carmelita! - Morena, tão bonita - Oh linda espanhola I Espanhola de Madri/Quando passa - pela rua - gritam o VaIdomil! - Oh linda Espanhola! - Espanhola do Brasil" /"Bandeira Vermelha - É sinal de guerra - Barulho no céu - Tristeza na Terra/Encontrei com o Lot - Na beira da praia - Com as armas na mão- para vencer a batalha /Eu vi, Eu vi, Eu vi. - A morena no jardim - Eu vi, Eu vi, Eu vi. - A morena no jardim/"


FESTA DO PÊSSEGO DE MAIRINQUE - FOI MUITO BOM ENQUANTO DUROU!

ORIGEM E EVOLUÇÃO

O início da cultura de pêssego em Mairinque data aproximadamente de 1948, quando José Maria Whitaker, um    advogado que foi por duas vezes Ministro da Fazenda,  Presidente e Secretário Estadual da Fazenda do Estado de São Paulo comprou uma muda de pêssego, numa feira de Istambul (Turquia), trazendo-a para a Fazenda Santa Amélia que era de sua propriedade.  A muda cresceu, aceitou o solo e o clima mairinquense, produzindo bons frutos, gerando novas mudas, árvores e pomares. Chegaram novas variedades da China, EUA e Japão, evoluindo de ano para ano. Nessa época iniciavam suas atividades no Bairro Setúbal, as primeiras famílias japonesas como: Muminatsu, Kiokawa, Shintaro, Tamoka, Toshiaki, Maeda, Massaiti Nagano, Shuti Kagi e, no Bairro Oriental, a família Sadaichi Koga. Por volta de 1953, foi despertado maior interesse da nova colônia em plantar pêssegos, visto os bons resultados obtidos pelos plantadores primitivos.
Dessa maneira, com as novas famílias: Sadami Hirakawa e Ichiro Inuma, no Bairro Setúbal e Tamaki no Bairro Monjolinho, o plantio de "PRUNNUS PERSICA", desenvolveu-se rapidamente. As primeiras plantações de pêssego foram realizadas com as variedades: "Branco Duro", "Suber" e "Rei de conserva". 
Começam as primeiras festas do pêssego
Em 1962, o prefeito da época sI. Arganauto Ortolani, estimulado pela qualidade e quantidade dos pêssegos de Mairinque, tomou a iniciativa de realizar a 1ª Festa do Pêssego, mas devido a não aprovação da idéia pela Câmara de vereadores, tal projeto não pode ser concretizado. Mas no ano de 1964, a 1ª Festa do Pêssego em Mairinque é realizada tendo a frente o prefeito João Chesini com o auxílio dos festeiros de São José, da Companhia Brasileira de Alumínio e especialmente os plantadores de pêssegos do município. O presidente nomeado foi o Sr. Jonas Budreckas e a realização da festa foi numa área reservada para a praça pública na Vila Sorocabana. Foram presidentes das 14 festas anteriores: 1964 - Jonas Budreckas; 1967 - Sadami Hirakawa; 1968 - Comissão central composta por: Sadami Hirakawa, Yosimori Haga, Arganauto Ortolani, Kazuyo Nishiyama, Higuero Okamoto, Antonio Okamoto e Mutsuo Tamaki; 1969 - Geraldo Pinto do Amaral; 1970 - João Chesini; 1971 - Eichi Kayama; 1972 - Mitsuo Ternura; 1974 - Arganauto Ortolani.

O período de realização da Festa do Pêssego dá-se em fins de novembro e começo de dezembro, com a promoção da Prefeitura Municipal de Mairinque, Secretaria da Agricultura e Produtores. Os objetivos são: - Promover o pêssego de Mairinque na condição de melhor pêssego do Brasil. - Promover o turismo no Município. - Estimular os produtores agrícolas. Atualmente a festa é realizada no Parque "Dr. Júlio de Mesquita Filho", especialmente preparado para realizações dessa Festa anualmente, localizado à margem da Via Raposo Tavares, km. 67.
Quatros bairros de Mairinque são os que mais se destacam na cultura de pêssegos: Monjolinho e Dona Catarina, por terem clima mais quente, colhem seus produtos mais cedo, antes de novembro; Setúbal e Oriental, mais frios, colhem mais tarde, com suas safras coincidindo com a Festa do Pêssego. Normalmente, as culturas de pêssegos são pequenas, limitando-se de 700 a 1000 pés por propriedade. Limitação esta, que tem duas justificativas: o cuidado que exige uma cultura dessas e a necessidade que o lavrador tem de plantar também outros tipos de frutas que viriam representar a garantia no caso do fracasso ou frustração de uma delas. As Festas do Pêssego sempre foram motivo de orgulho para a população mairinquense: os seus desfiles, a rainha da FEPEMA, os carros alegóricos, a comunidade prestigiando...

Fonte: Revista Comemorativa – Mairinque – 94 Anos).

O DECLÍNIO E O FIM

         Com o passar dos anos o Município de Mairinque sentiu um declínio na produção de pêssegos e por consequência a realização da FEPEMA começou a refletir esse problema. A transformação de terrenos cultiváveis em loteamentos foi um dos motivos que causaram a desaceleração da produção dos deliciosos frutos no município.
         Nas últimas edições do evento, os realizadores trouxeram pêssegos do Município de Guapiara no sudoeste paulista para que a exposição do principal produto não ficasse não restrita.
         Não temos a informação de quando foi realizada  a última edição da Festa do Pêssego. O Fato é que o evento deixou um vazio na programação anual da Prefeitura Municipal e demais entidades que se uniam para a realização da festa.
         Poderíamos dizer que foi muito bom enquanto durou! ( o autor)


ACERVO FOTOGRÁFICO


Notícia jornalística sobre a 1ª FEPEMA
vendo-se o prefeito à época, Sr. João Chesine



Vista geral dos pavilhões durante a
realização da Festa do Pêssego de Mairinque


27ª edição da FEPEMA


Colônia japonesa de Mairinque - Eram os principais
produtores e expositores de pêssegos e outros produtos
horti-fruti


FEPEMA edição de 1988 
(Luciano Totta sendo entrevistado)



Luciano Totta e Poroca (Funcionário da Prefeitura
Municipal que atuava nas instalações da FEPEMA)


FEPEMA edição de 1988


Grupo Catavento se apresentando na festa


Fanfarra do Colégio Barão/Objetivo se
apresentando na festa

Jardim Japonês - Homenagem da municipalidade
à colônia japonesa próximo do local onde era
realizada a Festa do Pêssego de Mairinque


Pêssegos (eram produzidas  e comercializadas 
diversas variedades do fruto)
(foto ilustrativa - Internet)


Pessegueiros, com os frutos ainda verdes
(foto ilustrativa - internet)


Bonsai - eram produzidos, expostos e comercializados
na FEPEMA
(fotomontagem ilustrativa - internet)


Pessegueiros floridos
(foto ilustrativa - internet)


Notícia jornalística sobre a 12ª FEPEMA


Rainha e princesas na FEPEMA de 1972


Rainha e princesas - Edição da FEPEMA não identificada


Funcionárias da Prefeitura Municipal
de Mairinque atuando como recepcionistas
numa das edições da FEPEMA



Ex governador Laudo Natel em visita à FEPEMA


Foto do local onde eram realizadas as Festas do Pêssego
de Mairinque (época não identificada)


Fontes: - Revista Comemorativa Mairinque 96 anos;
             - Internet;
             - Facebook 

 
O HORTO FLORESTAL – PARQUE ANTONIO ANSELMO


“O Horto Florestal era toda a área pertencente à Estrada de Ferro Sorocabana onde se cultivava eucaliptos, circundando a antiga Vila Mayrink e o "Arraial do Sapo", atual Vila Sorocabana. O Horto Florestal fazia parte de toda a gleba remanescente dos 256 alqueires, adquirida no fim do século passado pelo Estado, dos proprietários locais, área que compreendeu parte das chamadas "terras do Manduzinho". A aquisição se deu em vista do plano da Sorocabana de construir, perto da estação, o pátio ferroviário, oficinas, depósito e outros setores da ferrovia, residências para seus funcionários, e também manter reserva da mata que forneceria a lenha para combustível das locomotivas. Inicialmente a Sorocabana explorava a mata pelo simples sistema de corte, o qual era feito pelo processo de empreitada, por volta de 1934, onde era empreiteiro do corte de lenha, Abdala Naufal, que tinha como sub-empreiteiros: Jose Garcia e Paulo Basile. Em conseqüência da devastação da mata natural, viu-se a ferrovia obrigada a fazer replantio de áreas, de modo a garantir o abastecimento do combustível necessário. Isso aconteceu também em outros pontos da linha, como em Jupira, Andrade e Silva, Itatinga, Bela Vista, Salto Grande, e outros locais em 1955. Para a manutenção do Horto Florestal, utilizava-se de mudas de eucalipto e cedrinho, as quais eram semeadas em um viveiro, num galpão que ficava próximo ao casarão. Plantavam-se também feijão e milho. O milho era utilizado para alimentação dos animais utilizados no transporte da lenha, em carroças. Mais tarde, esse viveiro foi transferido para a parte de baixo, o Iº Horto, como era chamado. As mudas eram também cedidas aos "outros" hortos que estavam se formando e aos fazendeiros da região. Havia um paiol onde o milho era guardado e debulhado com máquina manual. As casas que ali existiam, eram de pau-a-pique e madeira, não contavam com luz elétrica e água encanada. Na área compreendida como viveiro havia um tanque, cuja água era usada para regar as mudinhas. Ali foi cavado um poço, o qual deu água potável, muito apreciada e procurada pelas famílias da Vila.
O Horto era muito bem conservado, limpo e respeitado pelos que ali trabalhavam e pelos visitantes. Na época, os gêneros de eucaliptos cultivados eram: Saligna, Citrioclora, Tereticornis, Rostrata e Glóbulus. Até 1940 usava-se como transporte: carroça e charrete. Depois veio um caminhão Dodge 27. O "chaufer" era o Sr. Christino Garcia. Esse veículo transportava terra, mudas de eucaliptos e funcionários de administração. Era mecânico, o Sr. Nelson Carvalho Martins. Foi construída uma garagem grande ao lado do paiol e um lugar para a charrete, e atrás ficava a cocheira dos animais. Em 1973, a Prefeitura Municipal adquiriu a gleba de 200,68 alqueires, mediante a Lei 541/73 e o Decreto 842/73, do Governo do Estado, Que possibilitou a execução da Lei Municipal 387/69.
Na ocasião em que a Prefeitura Municipal de Mairinque adquiriu da Fepasa a gleba entendida como Horto Florestal verificou-se que: as plantações existentes, com a idade media de 30 anos, com exceção feita aquelas próximas à sede, as demais, já no seu 3º e 4º corte, constituíam-se de  plantas já intensamente exploradas, com o ciclo econômico de produção prejudicado pela elevada percentagem de falhas.
Na sua totalidade, as plantações são do gênero "Eucalyptus”, somando aproximadamente, de acordo com o levantamento procedido em 1966, 541.330 pés de várias espécies, ou seja, Saligna, Tereticornis, Robusta, Rostrata e Glóbulus. Estimou-se, na data em que o Horto passou para municipalidade de Mairinque, dando-se um desconto de 20% para falhas, pés dominados, formigas cortadeiras, tocos que secam, etc. a existência de aproximadamente 4000 pés. Até 1973, não aconteceram outras melhorias e de 1973 a 1976 foram instaladas no Horto, oficinas mecânicas e o almoxarifado da Prefeitura, ocupando razoável espaço da vegetação que existia. Em 1980 foi fundado o Museu Conselheiro Francisco de Paula Mayrinque (o qual citaremos mais adiante), instalado no antigo casarão e conseguida a Locomotiva à vapor, exposta em frente ao pátio do almoxarifado.”

Fonte: Transcrito da na Revista Comemorativa 97 Anos


FOTOS ILUSTRATIVAS

































O CATOLICISMO EM MAIRINQUE


APRESENTAÇÃO 

         .
Vamos ao texto enfocando o Catolicismo em Mairinque:”
“No tocante à religião, a população de Mairinque era constituída em sua maioria por católicos, e que sentia a falta de um sacerdote, um templo.
Surge então o missionário Padre José Rossi, que apesar de não dispor de uma igreja e, não podendo residir na vila, vinha aos domingos celebrar a Missa e ministrar os sacramentos: (confissões, comunhões, batismos, casamentos, etc.) onde utilizava uma sala cedida pelo médico em sua residência.
 Após a retirada desse sacerdote, a comunidade sentiu a necessidade de  alguém que desse continuidade ao seu trabalho. Foi então, que em 11 de abril de 1935, o Padre Silvestre Murari, DO. Vigário de São Roque, convocou uma reunião dos moradores de Mairinque, na qual discutiram o assunto e elaboraram uma comissão para a construção da igreja.
Esta obra teve como maior colaborador, o Dr. José Maria Whitaker e pessoas de sua família, além de outras pessoas amigas e do povo da cidadezinha que evoluía. Em 26 de abril de 1936 já foi possível a inauguração da igreja por sua Reverendíssima D. Duarte Leopoldo e Silva DD Arcebispo de São Paulo.
Enquanto Mairinque esteve agregada à paróquia de S. Roque, os padres que assistiam, visitavam-na duas vezes por mês, e terminadas as funções sacerdotais, retomavam a sua residência.
 Os sacerdotes que lá estiveram pela ordem cronológica foram: Primeiro o pioneiro Padre Rossi S. J. e seu co-irmão Padre Benevenuto S. J. Segundo: os Padres passionistas Luiz e Clemente, de Osasco – Terceiro: o Padre João Pheeney Camargo e Silva (de 16.10.38 a 26.02.39) - Quarto o Sacerdote agostiniano Padre Jeremias Vega – Quinto: Padre Moisés.
Em 13 de novembro de 1939, D. José Gaspar D'Afonseca e Silva, assinou importante decreto pelo desenvolvimento de Mairinque, onde desmembrava o território de Mairinque, das paróquias de Itu e São Roque, e conferindo-lhe os direitos paroquiais.
 No ano seguinte (26.02.40) foi nomeado o primeiro vigário da nova paróquia, o Revmo Abade Cirstensiense D. Alfonso Heun.
 Pertencem à paróquia de Mairinque, as igrejas de: Alumínio, Canguera, Dona. Catarina, Guaianã, Moreiras e Pantojo.
Em 1950, graças aos esforços desse vigário, inaugurou-se o Posto de Puericultura “Dona Carmitinha B. Muylaert". Em 1951, fundou-se a "Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mayrink", cuja diretoria em 1955, através dos esforços do Sr. Sinésio Martins, presidente, e de outros membros criou o Parque Infantil ‘D. Tereza Cristina Whitaker Ribeiro de Lima. D.  Alfonso Heun permaneceu 15 anos na sua paróquia.
Em 1952, o abade erige sua abadia em Itatinga, deixando a paróquia, vindo substituí-Io o Padre. Meinrado Kruz, permanecendo até 1955 e após sua saída a paróquia passou da ordem dos cistercienses para os Revmos. Padres José Wang (Padre Zezinho) como vigário, e Antonio Liu, como vigário cooperador a partir de 23 de outubro de 1955.
Com o aumento de fiéis, foram processadas reformas na igreja. A primeira foi em 1944 com ornamentações artísticas sem muito luxo, mas enriquecida com vitrais coloridos, altares de mármore, mesa de comunhão e outros adornos, transformando a primitiva igreja, num templo já mais suave, mais sacro.
As inúmeras doações vieram de famílias de Mairinque, destacando-se a família do Dr. José Maria Whitaker. A segunda reforma realizou-se em 3 de setembro de 1956, liderada novamente pelo Dr. Whitaker. A torre que se ergueu com esta reforma, o relógio, e os sinos, foram doados pelo Dr. Salgado Sobrinho, na época, deputado estadual.
De uma maneira geral a paróquia de Mairinque foi crescendo, em conseqüência mais uma vez, dos esforços da comunidade e de todos aqueles que de certa forma colaboraram com o seu desenvolvimento.”
Fonte: Revista Comemorativa Mairinque 94 Anos.


A IRMANDADE DE SÃO BENEDITO

Benedito Erasmo de Melo nasceu em Mairinque aos 02-06-1904 e faleceu em 17-05-1980.
Ferroviário, aposentou-se após 40 anos de trabalho. Foi casado com Malvina das Dores durante 54 anos.
Homem dedicado à Igreja Católica, foi o fundador da Irmandade de São Benedito, pela qual dedicou boa parte de sua vida..Foi quem mais se empenhou para adquirir e regularizar o terreno onde foi construída a Igreja de São Benedito na Vila Sorocabana.


Fonte: “Caminhos Percorridos” -  livro publicado por João B. Pinto Figueiredo (Pelica) na década de 1980.


ILUSTRAÇÕES FOTOGRÁFICAS


Igreja Matriz de São José


Igreja S. Francisco de Paula (Alumínio)


que foi substituída por um novo templo na década 
de 1980 (remodelado recentemente)


Capela de Pantojo


Capela do Horto Florestal


Procissão de São José


D. José Gaspar D"Afonseca e Silva


Padre Antonio Yong


Padre José Yao


Fonte: Revista Comemorativa 94 Anos;
             Internet;
            Alumínio: História Ilustrada do Município http://wilson-ribeiro.blogspot.com.br/2012/12/aluminio-historia-ilustrada- do-municipio.html


MAIRINQUE E A IMPRENSA

Assim como Mairinque já teve seus primeiros clubes, primeiras escolas, também preencheu nossa História seus primeiros jornais. Tivemos como primeiro jornal o "25 de Julho" - fundado em 1925 - O ORGAM OFFICIAL da Sociedade Beneficente "25 de Julho" que teve como redator Admur Antunes. Os primeiros números foram rodados na "Typographia Democrata", movida à eletricidade.
Fazia parte da Biblioteca "25 de Julho", hoje situada em Sorocaba, formada por ldaco Bertolini. Atualmente na sede da biblioteca em Sorocaba, existe uma foto do fundador da biblioteca e do jornal. O local da Sociedade Beneficente "25 de Julho" aqui em Mairinque, era situado onde hoje é a Academia da Mariângela.
O segundo jornal foi o "Mayrink Jornal" tendo como primeiro número em 21 de maio de 1949.
Sua sede era na antiga rua nº 3. Tinha como equipe: Presidente - Arganauto Ortolani; Redator Chefe - José Bertolini; Diretor Comercial - Fadul Bussamara; Secretário - Salvador de Camargo; Redator esportivo - Florindo Camargo.
Em 1951 aproximadamente, a equipe do jornal montou em Mairinque uma gráfica própria que imprimia o mesmo. Tivemos também o "MK em Noticias", cujo editor era Nilson Bertolini. Mais tarde em 01 de junho de 1981 foi fundado o MK Cidade por João Roberto Pinto Figueiredo e Mário Cesár J. M. Cintra, que depois cedeu suas quotas para Nélson Bertolini. Atualmente está circulando o nº 85 do jornal. Em janeiro de 1982, Paulo Assini Jr. e Eduardo José de Oliveira, fundaram o "Jornal de Mairinque", circulando cerca de 9 números de agosto de 1982 aproximadamente.
Circulou também uma revista intitulada "O Milagroso" editada pelo supermercado O Milagroso, de Narciso Joaquim Magalhães. O seu editor era Nelson Bertolini; o Chefe de artes: Mizael Vitório Garbim. O primeiro número circulou em março de 1973 e era mensal.

FOTOS DE ALGUMAS DAS PESSOAS MENCIONADAS NO TEXTO


Arganauto Ortolani

Nelson Bertolini


Toco Dias


Reinaldo Nunes


INFORMAÇÕES SOBRE IDACO BERTOLINI

Filho de Francisco Bertolini e Olympia Luchesi Bertolini, é natural de Piére Del’Afoscana na Itália onde nasceu aos 17-09-1881, tendo vindo com a família para Mairinque quando era muito novo.
Principal atividade: Pedreiro, tendo participado da construção da estação ferroviária da cidade, a primeira a ser edificada em concreto armado no Brasil. Participou da construção das casas da EFS na cidade.
Era um benemérito, sendo sempre um amigo disposto a trabalhar por tudo que fosse de interesse para o lugar. Foi casado com Judith da Costa Neves e teve os filhos Bruno, Francisco Rodolfo, Brasilina e Orphea, aqui residentes.

Participou da construção das casas da EFS na cidade.
Era um benemérito, sendo sempre um amigo disposto a trabalhar por tudo que fosse de interesse para o lugar. Foi casado com Judith da Costa Neves e teve os filhos Bruno, Francisco Rodolfo, Brasilina e Orphea, aqui residentes.


Natural de Sorocaba veio residir em Mairinque ainda criança e aqui viveu muitos anos de sua juventude. Casado com a professora Aparecida Dias Bertolini com quem teve a filha Raquel.
Principais atividades no Município: Magistério, jornalismo e organização da Festa do Pêssego.
Fonte: Livro Caminhos Percorridos (João R. Pinto Figueiredo - Pelica)


DOIS ÓRGÃOS DA IMPRENSA EM MAIRINQUE

"Caminhos Percorridos" (março de 1984), publicação
da imprensa mairinquense que marcou época
e é com satisfação que publicamos as matérias
nela contidas com a devida autorização de seu editor
João Batista Pinto Figueiredo, Pelica.


"Mairinque 94 Anos - Edição Comemorativa"
foi uma publicação extremamente importante
na imprensa de Mairinque. Tanto que 28 anos
depois a própria revista se tornou parte da
história

Equipe da Edição Comemorativa Mairinque 94 Anos: 

Edição Comemorativa
Mairinque - ( 94 Anos)
Realização: MOMENTO

Publicidade & Promoções Rua Dr. Gaspar Ricardo Jr., 30.
Fone, 428.3149
Capa: Toco
Diagramação:
Reinaldo Nunes  e Toco
Ricky E. Takeyama
Past-up e Apoio Visual Reinaldo Nunes, Toco
Ricky E. Takeyma
Fotolito:
Graphis Programação Visual
Redação:
Regiane A. Barros


CORRIDA DE CAVALO

Por volta de 1946, Mairinque possuiu dois pioneiros em corrida de cavalos: o sr. Raul e Milton Zaparolli, que praticamente introduziram essa atividade em nosso município. A corrida era realizada onde hoje é o parquinho da Vila Sorocabana, e que mais tarde a raia passou para a avenida Francisco de Paula Mayrink. Na época, participavam das competições: José Vendite, João Moreno, Gaminha, Lívio Zaparolli e o famoso "Orlandinho" (Orlando Gemente), onde eram presenciados por um público bem grande, todos os domingos. Essa atividade durou por muito tempo, acabando em fins de 1946.
(Transcrito da Edição Comemorativa Mairinque 94 Anos)


BIOGRAFIAS

Nesta seção mostraremos resumos de  biografias que foram publicadas pelo Sr. João Roberto Pinto Figueiredo em seu trabalho intitulado “Caminhos Percorridos” – na editora  MK Cidade em março de 1984.
Agradecemos a disponibilização da obra na qual nos baseamos, resumindo um pouco as informações visto que, dado a natureza de nosso trabalho no blog, ficaria um pouco longa esta seção se abordada em sua totalidade quanto ao seu conteúdo. Vamos à ela:



ALVERS LIPPI, ASTROGILDA
 


Nascimento 07-09-1923 em Bauru, SP e falecimento em 20-09-1971 em Mairinque - SP. 
Principais atividades: Artes: pintura e escultura.
Casada com Lélio Lippi teve os filhos Ricardo, Adalberto, Ivaldo, Roberto, Luzia e Valéria.
Homenageada pela municipalidade que deu o nome dela ao Salão de Artes do município.


  



AMARAL, GERALDO PINTO DO


Nasceu aos 26-06-1926 em Capivari, SP r faleceu em Mairinque, SP em 16-01-1979.
Do casamento em Campinas com d. Antonia Gualume em 23-04-1941 nasceram os filhos Marcos Antonio e José Augusto.
Atividades principais em Mairinque: Dentista e Vereador à Câmara Municipal.





AMARAL, JOSÉ PINTO DO



Nasceu aos 05-02-1924 em Capivari, SP e faleceu em Mairinque, SP.
Principais áreas de atuação em Mairinque: Ferroviário, Magistério e Vereador à Câmara Municipal.
Se tornou nome de escola no Município.






AMARAL, MÁRIO MIRANDA DO


 Nsceu em Conchas, SP aos 01-05-1922 e faleceu em Sorocaba, SP.
Principais atividades no Município: Encarregado de Obras na Cia. Brasileira de Alumínio e Vereador à Câmara Municipal de Mairinque. Foi candidato a Prefeito de Mairinque.
Trabalhou pela emancipação de Alumínio.






ANGELINI, JOSÉ



Nasceu em Mairinque  aos 24-09-1910. 
Principais Atividades: Industrial - fábrica de calçados  foi o primeiro industrial de Mairinque. Sapataria Angelini e produzia sapatos e botinas que eram vendidas para as fábricas de cimento da Bahia e Rio de Janeiro. Funcionava à Rua Marechal Deodoro da Fonseca, 55, Centro em Mairinque..Como Vereador à Câmara Municipal. Assumiu a Prefeitura na ausência do titular.

  



ALMEIDA, SEVERINO SIMÕES DE



Principais atividades no Município: Chefe da Portaria da Cia. Brasileira de Alumínio, e Vereador à Câmara Municipal de Mairinque.








AGUIAR, FLORIVAL ALEXANDRE DE
(Divo)



Natural de Mairinque, onde nasceu aos 18-08-1935.
Principais atividades: Funcionário público estadual e Vereador à Câmara Municipal.








 ANTUNES, ARMANDO LINO



Natural de Mairinque, onde nasceu aos 08-04-1939 e faleceu em 1991. Casado com a professora Doroti Antunes e pai de Eduardo, Eliane e Cristiane.
Principais atividades: Funcionário municipal (Encarregado no Tratamento DÁgua da Prefeitura) e Vereador à Câmara Municipal. Tinha formação no magistério.






ASSINI JR., PAULO



Nasceu em São Paulo aos 07-10-1949.
Principais atividades no município: Empresário no segmento de materiais esportivos e Vereador à Câmara Municipal. Foi Provedor da Beneficência Hospitalar de Mairinque.







ANGELINI, OSCAR



Filho de José Angelini e d. Julieta Barros Angelini, é natural de Mairinque, SP onde sempre viveu e trabalhou
Atividades principais: Magistério na área da Educação Física e Desportos.
Participou várias vezes do Projeto Rondon.


  



BAIÃO, BENEDITO
Nasceu em 1876 e faleceu em 14-03-1962 em Mairinque, SP.
Principais atividades: Dedicou quase toda a sua vida ao bem servir ao próximo e com seu vasto conhecimento da flora brasileira, usou-a com intensidade na arte de curar.




BELLINI, JOSÉ LUIZ
(ver informações no relato referente aos Prefeitos Municipais de Mairinque).






 BELLINI, ARANTES


Filho de Benedito Bellini e d. Francisca Brettas Bellini é natural de Caldas, MG onde nasceu aos 19-05-1940.
Principal atividade: Comerciante e Vereador à Câmara Municipal.








BERTELLI, ALBERTO
 


Nascido em Mairinque em 1914 foi para a capital paulista em 1937 quando ingressou no Aeroclube de São Paulo  para aprimorar-se na arte de voar. Faleceu em 08-12-1980.
Principal atividade: Aviador, integrante da Esquadrilha da Fumaça desde sua criação, recebeu o título de brigadeiro-do-ar, único aviador civil a receber tal honraria.





BERTOLINI, IDACO
Filho de Francisco Bertolini e Olympia Luchesi Bertolini, é natural de Piére Del’Afoscana na Itália onde nasceu aos 17-09-1881, tendo vindo com a família para Mairinque quando era muito novo.
Principal atividade: Pedreiro, tendo participado da construção da estação ferroviária da cidade, a primeira a ser edificada em concreto armado no Brasil. Participou da construção das casas da EFS na cidade.
Era um benemérito, sendo sempre um amigo disposto a trabalhar por tudo que fosse de interesse para o lugar. Foi casado com Judith da Costa Neves e teve os filhos Bruno, Francisco Rodolfo, Brasilina e Orphea, aqui residentes.
 

BIANCO, ALCIDES


Principais atividades no Município de Mairinque: Empreiteiro de Obras na Cia. Brasileira de Aluminio e Suplente de Vereador à Camara Municipal de Mairinque tendo assumido o mandato por seis meses devido pedido de licença do titular Abel Souto. Ainda por afastamento do edil Abel, Alcides Bianco assumiu o mandato novamente em 15-03-1961 por outros seis meses.






BERTOLINI, ALFREDO ERCOLANO GIUSEPPE
 

Nasceu em Plere, Itália em 1886 e faleceu em 01-04-77 em Mairinque.
Principais atividades: Ferroviário e entusiasta das atividadres sócio-culturais. Recebeu o título de cidadão mairinquense outorgado pela Câmara Municipal.
Ver mais sobre José Bertolini na seção sobre a Cultura em Mairinque.





BERTOLINI, NELSON
 
Natural de Sorocaba veio residir em Mairinque ainda criança e aqui viveu muitos anos de sua juventude. Casado com a professora Aparecida Dias Bertolini com quem teve a filha Raquel.
Principais atividades no Município: Magistério, jornalismo e organização da Festa do Pêssego.
  





BERTOLINI, FRANCISCO RODOLFO
(Chiquinho)


Nascido em Mairinque, aqui cresceu e sempre trabalhou pelo esporte, Principais atividades: Ferroviário, participou de diretorias de clubes esportivbos,  sendo fundador do Operário FC, que veio a se tornar o Clube Dedicou-se à filantropia. Foi sub-prefeito do ex-Distrito e Vereador em São Roque, representando o Distrito de Mairinque.
Chiquinho  é casado com Alcina da Silva Bertolini e teve os filhos: Ineide,  Nelson,  e Maria Cândida.



CAMARGO, CARMO TULIO MARTINS DE
   

Filho de Job Martins do Carmo e Augusta Camargo Martins do Carmo é natural de Goiânia, GO, onde nasceu aos 16-07-1957.
Principais atividades: Advocacia e política, sendo Vereador à Câmara Municipal e Vice-Prefeito de Mairinque.





CAMARGO, ONOFRE ANTONIO DE

 
Nascido aos 12-06-1899 em Canguera, S. Roque, mudou-se para Mairinque onde residiu até o seu falecimento em 28-05-1967.
Principais atividades: Foi subprefeito em Mairinque durante a gestão do Prefeito Joaquim Firmino de Lima (Zico de Lima) em S. Roque.
Foi candidato a Prefeito de Mairinque em 1959 quando se deu a primeira eleição do recém criado Município, perdendo por pequena margem de votos para Arganauto Ortolani.



CAMARGO, BENEDITO DE
Nasceu em 1907 e faleceu no ano de 1980.
Principais atividades: Desde menino mostrou uma grande inclinação pela música. Pessoa quase desconhecida pela população mairinquense, deixou uma quantidade enorme de partituras e arranjos.
Foi maestro da Orquestra Sinfônica de Sorocaba, teve muitas músicas de sucesso e é o autor da música do Hino de Mairinque, composto pelo Prof. José Pinto do Amaral.

CAMARGO, CLÁUDIO


Nasceu aos 28-08-1926 em S. Roque, mudando-se para Mairinque em 1950. Casado com Maria Cecília Antunes de Camargo.
Principais atividades: Ferroviário e dedicado às atividades sociais e beneficentes, fazendo parte de diretorias de várias entidades, entre elas a APAMIM, da qual foi secretário durante 18 anos consecutivos. Foi sócio fundador da Beneficência Hospitalar de Mairinque.

  


CAMPOS, OLIVARDO VENTURA DE
 


Principais atividades: Suplente de Vereador à Câmara Municipal de Mairinque, assumiu o mandato por duas vezes, substituindo o então titular João Lucas Ferreira nos períodos de 06-11-1960 a 05-05-1961 e 04-06-61 a 31-12-1963, neste último em função da mudança do titular para outro Município.  

  




CAPITÃO, JULIO PEREIRA



Nasceu em 06-10-1929 em Laranjal Paulista, SP.
Principais atividades: Ferroviário, Funcionário da Cia. Brasileira de Alumínio e Vereador à Câmara Municipal de Mairinque. 
 Participou das diretorias do Clube Atlético Sorocabana de Mairinque e da Sociedade Recreativa Mairinque.






CAVALHEIRO, RAUL



 
Principais atividades: Formou-se na área de Pesquisa Científica, tendo de transferir residência para outro Município. Em função disso foi substituido no cargo de Vereador à Camara Municipal de Mairinque pelo suplente Benedito Romualdo de Godóis em 08-04-1962. 
Era membvro ativo na Igreja Metodista de Mairinque.





CÉSAR, JOSÉ CARLOS



Nasceu em Mairinque aos 11-06-1948 e é casado com Dalva César. 
Principais atividades: Comerciante e Vereador à Câmara Municipal de Mairinque.







CHESINE, JOÃO 




Ver informações na seção sobre Prefeitos de Mairinque.









CHESINI, TEREZA CARAMANTE


Nasceu aos 30-10-1924 em  Laranjal Paulista, SP., vindo morar em Mairinque em 1930, onde se casou com João Chesine com quem teve os filhos André e João Jr. e as filhas Luzia, Maria Helena e Irene. 
Principais atividades: Magistério, como professora e diretora da EEPG Prof. Manoel Martins Villaça.
Foi Supervisora Voluntária do Curso Supletivo Municipal, Supervisora Pedagógica Voluntária do MOBRAL e atualmente (1984) é Presidente da Rede Feminina de Combate ao Câncer. Foi Presidente da Obra   Social   Municipal durante nove anos.



CIARAMELLO, JOSÉ 


Nasceu em Charqueada, SP aos 15-08-1917, mudando-se para Mairinque em 1952. Casado com Aurora Jangrossi Ciaramello, com quem teve oito filhos: Ildefonso, Nadir, Cecilia, Maria Amélia, José Carlos, Alberto, Cátia e Margarete.
Principais atividades: Empresário no ramo de marcenaria. Foi festeiro de São José. Construiu e instalou as portas da Igreja Matriz  e do salão do Paço Municipal.






CÔMODO, JOÃO IDEVAL



Nascido em Presidente Prudente, SP aos 10-07-1942, veio com a família ainda criança morar em Mairinque.
Principais atividades: Ferroviário, Vereador à Câmara Municipal, Vice-Prefeito e Prefeito Municipal de Mairinque.
É advogado militante nas comarcas de São Roque e de Mairinque.



 

CRUZ, JOÃO RAMOS DA

  

Nascido em Caldas, MG aos 25-04-1927 chegou em Mairinque em agosto de 1960. Foi casado com Dalva Castilho Cruz com quem teve os filhos Paulo Roberto e João da Cruz Neto.Principais atividades: Comerciante e Vereador à Câmara Municipal de Mairinque. 

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CERIONI DARIO

Filho de Modesto Cerioni e Luzia Barelli Cerioni, nasceu em Alumínio em 04-04-1906 e faleceu em 26-05-1977.
Principal atividade: Comerciante e pecuarfista.


FOGAÇA OSCAR

Nasceu em 30-11-1910 e faleceu em 15-10-1975
Principais atividades no Município de Mairinque: Ferroviário e homem sempre pronto  a atender seus semelhantes nas suas necessidades. Colaborou para a construção da Loja Maçônica Joaquim Abel Ramos.

 
FERRAZ, ANTONIO

Músico - ver mais sobre Ferraz na seção relativa a Conjuntos Musicais.


FERREIRA, ARISTIDES



Nasceu em 11-01-1930 em São Roque - SP
Principais atividades no Município de Mairinqaue: Ferroviário, engajado nas atividades desportivas, filantrópicas e sociais. 
Vereador à Câmara Municipal de Mairinque.







FERREIRA, JOÃO LUCAS

Nascido em Sete Barras, SP em 08-01-1899 veio para Mairinque como Tabelião.
Principais atividades: Tabelião, trabalhou pela ampliação da área do Distrito de Mairinque e pela instalação do Distrito de Paz em Mairinque. Elegeu-se Vereador à Câmara Munikcipal de Mairinque nas eleições de 1959 e deu posse como Presidente da Câmara Municipal ao primeiro prefeito eleito do novo município Arganauto Ortolani. em 1960. Não concluiu seu mandato como Vereador visto ter se mudado para São Vicente após sua aposentadoria, cabendo ao 1º suplente Olivardo Ventura de Campos substituí-lo.
Faleceu em Jerusalém em 27-09-1973 quando participava de uma    ecursão à Terra Santa e lá foi sepultado.



FERREIRA FILHO, MANOEL NELSON


Natural de Rancharia, SP onde nasceu 20-06-940.
Principais atividades no Município de Mairinque: Foi funcionário municipal e depois instalou sua oficina de mecânica de automóveis.
Vereador à Câmara Municipal de Mairinmque.









GODÓIS, BENEDITO ROMUALDO

  

Foi eleito 1º suplente de Vereador à Câmara Municipal de Mairinque em 1959 para a legislatura de 1960 a 1963. Substituiu o então titular Raul Cavalheiro no período de seis meses a partir de abril de 1962 e de 11-11-1963 a 31-12-1963.








GEMENTE, ANTONIO ALEXANDRE

 



Foi prefeito municipal de Mairinque em três legislaturas. Ver maiores informações na seção Prefeitos de Mairinque.







HIRAKAWA, SADAMI




Nasceu em São Paulo em 29-01-1916 e veio para Mairinque em 08-01-1949.
Principais atividades no Município de Mairinque: Comerciante e Vereador à Câmara Municipal de Mairinque.





  
HOFF, ROBERTO

Nasceu em Campinas, SP em 06-10-1878 e faleceu em Mairinque em 1947.
Principais atividades no Município de Mairinque: Foi grande incentivador da criação do cemitério local, sendo seu zelador por muitos anos. Trabalhou na abertura da estrada de acesso entre o pontilhão da EFS e a Rodovia Raposo Tavares, que veio a se tornar a Av. 27 de Outubro.

IBIRACY LOPES CÂMARA

Nasceu em Mairinque em 1950 onde fez seus estudos primários e secundários. Em São Paulo cursou Propaganda e Marketing e se tornou desenhista e pintor. Trabalhou ilustrando diversas publicações principalmente na área homorística. Participou de diversas mostras, em especial na arte da Colagem..


JUCA DE OLIVEIRA

  
Nasceu em São Roque em 1935, vindo morar em Mairinque onde  integrou o grupo TALMA de teatro amador formado por membros aqui da cidade.
Em 1951 apresentou sua primeira peça "Cala a boca Etelvina" dirigida  pelo professor Alfredo Bertolini. Em 1953 atuou na peça "Saudade", também dirigida por  Bertolini, despedindo-se dos palcos em Mairinque e prosseguindo nos estudos de arte dramática e encenando centenas de peças e trabalhos na TV veio a se tornar o grande ator e autor de projeção nacional.



LIPPI, ENRICO

Nasceu em Lucca, Itália em 21-11-1886, chegando ao Brasil em 08-12-1908, vindo residir em São Roque, trabalhando na indústria de bebidas  da firma Lippi & Caproni.
Mudou-se para Mairinque em 23-12-1912 onde adquiriu um armazém na rua que viria a se chamar futuramente Luiz Matheus Mailask.
Foi casado com Anuziata Andreoni e dessa união nasceram os filhos Lélio, Désa, Walter, Renato e Eno.
Dotado de um grande sentimento de religião e civilidade, repassou essas virtudes aos seus descendentes.


Lippi, Lélio 



Nasceu em Mairinque em 03-08-1922  e foi casado com Astrogilda Alvers Lippi com quem teve os filhos Ricardo, Adalberto, Ivaldo, Mary Lúcia, Roberto e Valéria.
Foi comerciante,  músico e pintor, sendo o grande incentivador da criação do Salão de Artes de Mairinque, que veio posteriormente a receber o nome de sua esposa Gilda após o falecimento dela. Lélio faleceu em 11-11-1974 sob grande consternação da população local.



LIMA, GERALDO XAVIER DE




Nasceu em Virgem da Lapa, MG, vindo a residir em Alumínio no final dos anos cinquenta, tornando-se Operador de Máquinas na Cia. Brasileira de Alumínio durante 13 anos.  Tornou-se comerciante e foi Vereador à Câmara Municipal de Mairinque.





LIMA SOBRINHO, PEDRO ALVES DE

Nasceu em 1913 chegando a Mairinque por volta de 1912 e desde então participa de todos os movimentos ligados às bandas musicais da cidade. Foi, por mais de quinze anos, Mestre da Corporação Musical União Mairinquense, fundador da Banda Feminina de Mairinque e por último professor de música na Banda Sinfônica Padre José Yao.


LOFFER, MARIA 

Parteira formada na Alemanha, veio para Mairinque em 1902 e aqui durante quarenta anos dedicou-se ao atendimento daquelas que necessitavam de seus préstimos, sem nenhuma espécie de cobrança. Seu carinho e atenção era demonstrada na sua forma pronta de agir, a qualquer hora, em qualquer lugar e sem nenhum meio específico de locomoção.

 

LOPES,  MILTON



Foi eleito 3º suplente de Vereador à Câmara Municipal de Mairinque nas eleições de 1959 pelo Partido Republicano Trabalhista. 
Tomou posse  em 08-02-1961 devido a renúncia do 'º suplente José Gomes e do 2º Inácio de Moraes. 







LOPES,  JOAQUIM


Nasceu em 21-05-1898 e faleceu em 10-07-1972. Foi casado com Izabel Maria Lopes.
Ferroviário e músico, foi pistonista da Corporação Musical União Mairinquense. Ocupou cargos na diretoria da corporação e seu piston se acha exposto na sede da corporação como exemplo vivo de sua dedicação.



MATINAGA, JOSÉ





Nasceu em São Simão, SP aos 15-05-1929, residindo muitos anos no Bairro Setúbal, onde participou das atividades culturais junto à colônia japonesa. Teve ativa partiicipação nas Festas do Pêssego de Mairinque.
Tornou-se comerciante e Vereador à Câmara Municipal de Mairinque.





MENDES, JOSÉ DE ARRUDA



Nasceu aos 11-10-1889 em São Manoel, SP e veio residir em Mairinque em 1935 para trabalhar como ferroviário. Casado com Fortunata Porto Mendes, teve os filhos: Cleuza, Edu, Ari, Newton, Dirce e Guaracy. Faleceu em 26-05-1944 e seu nome foi perpetuado através de decreto do Executivo em 1982 que deu seu nome à antiga Avenida 17 do bairro Granada, a qual passou a levarf seu nome.






MENDES, EDU PORTO

 
Nascido aos 26-08-1931 em Bernardino de Campos, SP veio com a familia morar em Mairinque em 1935, trabalhando como ferroviário. Foi eleito 2º sulpente de Vereador à Câmara Municipal de Mairinque, tomando posse devido afastamento do titular Severino Simões de Almeida e do 1º suplente Moriki Taka entre 18-11 e 18-12-1963.
Foi Chefe da Secretaria da Câmara Municipal de Mairinque por diversos anos.





MENDES, OSMIR DA COSTA



Nasceu em Itú, SP aos 14-05-1937 em em Mairinque trabalhou como ferroviário na EFS onde se aposentou. Participou das diretorias de todos os clubes de serviço e de beneficência. Eleito 1º suplente de Vereador à Câmara Municipal de Mairinque em 1976 pela ARENA, assumiu o mandato entre 01-08 a 30-09-1979 e 16-09 e 15-10-1980 no lugar do titular Arganauto Ortolani por doença do mesmo e definitivamente em 01-08-1982 quando o titular renunciou pelo mesmo motivo.




MEDEIROS, DAGOBERTO MANOEL DE

 

Nasceu em São Paulo, SP aos 12-08-1947, foi eleito vereador pela primeira vez em 1972 e exerceu o mandato em quatro legislaturas consecutivas pelo PMDB, partido do qual foi dirigente.
Comerciante no ramo imobiliário, participou de diretorias de clubes desportivos e da Beneficência Hospitalar de Mairnque.







MELGUIZO, FRANCISCO

Nasceu em 06-09-1905 em São Paulo e faleceu em 29-02-1976 em Mairinque.
Ferroviário, aposentou-se após 37 anos de trabalho na antiga Estrada de Ferro Sorocabana.
Foi sócio fundador da SRM e sócio fundador do Clube Atlético Sorocabana de Mairinque.
Recebeu o título de Cidadão Mairinquense, outorgado pela Câmara Municipal de Mairinque em 27-10=1974.


MELLO, BENEDITO ERASMO DE



Nasceu em Mairinque aos 02-06-1904 e faleceu em 17-05-1980.
Ferroviário, aposentou-se após 40 anos de trabalho. Foi casado com Malvina das Dores durante 54 anos.
Homem dedicado à Igreja Católica, foi o fundador da Irmandade de São Benedito, pela qual dedicou boa parte de sua vida..Foi quem mais se empenhou para adquirir e regularizar o terreno onde foi construida a Igreja de São Benedito na Vila Sorocabana.





MELLO, HONORINA RIOS DE CARVALHO
(Nina) 


Nasceu aos 13-11-1931 em Oeiras (PI) e faleceu em Alumínio em 21-04-1977 onde morou por muitos anos. Casada com o advogado Dr. Luiz P. de Alcântara Mello teve os filhos: Waldomiro, Carlos Henrique, Elvira, Maria de Magdala, Ana Valéria e Miriam
Professora e Atendente Social, dedicou-se ao trabalho social e filantrópico em especial no Clube de Mães e Movimento Católico de Alumínio (MOCA).
Em sua homenagem, o colégio estadual localizado na Vila Pedágio em Alumínio leva seu nome.




MIRANDA, JOÃO LOUREIRO 


Filho de Luciano Alves Miranda e Ernestina Loureiro Miranda, nasceu aos 16-12-1916 em Itapeva, SP.
Foi diretor do Grupo Escolar Comendador Rodovalho em Alumínio por muitos anos, onde veio a aposentar-se, transferindo residência para Sorocaba onde veio a falecer. Foi casado com dona Elza com quem teve os filhos Raquel e Israel.
Morando em Alumínio foi eleito Vereador à Câmara Municipal de Mairinque pela primeira vez em 1963, sendo reeleito duas vezes.





MILLER, MAUREL



Nascido aos  06-02-1945 em Mairinque, foi funcionário municipal. Em Alumínio onde reside, montou sua oficina mecânica no bairro do Pedágio.
Concorreu às eleições municipais de 1982 pelo PDS, sendo eleito com 243 votos.






MUNHOZ, JAMES  

Filho de Joaquim Munhoz e Madalena Walter Munhoz, nasceu em Masirinque aos 16-12-1949 onde fez seus estudos de primeiro e segundo grau. Formou-se em Medicina pela USP e fez residência no Hospital das Clínicas de São Paulo.
Instalou seu consultório em Mairinque em 1976 e foi um dos que trabalharam pela construção da Beneficência Hospitalar de Mairinque e como seu primeiro Diretor Clínico exerceu o cargo por cinco anos.
Na santa Casa de Misericórdia de São Roque foi o introdutor da endoscopia digestiva, É pós graduado em Homeopatia e membro do Conselho Brasileiro de Cirurgiões.



MUNHOZ, JONES BILL,  


Filho de Joaquim Munhoz e Madalena Walter Munhoz, nasceu em Mairinque aos 01-08-1951, falecendo aos 31 anos vitima de acidente de trânsito  com uma ambulância na Rodovia Raposo Tavares quando socorria um paciente.
Fez seus estudos básicos em Mairinque e Medicina na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.
Como médico cardiologista trabalhou na Beneficência Hospitalar de Mairinque e na Santa Casa de Misericórdia de São Roque. Foi Médico do Trabalho na Cia. Brasileira de Alumínio.
Foi um bom atleta, começando no time do Bié e chegando a jogar pelo CASM.
Por ocasião de seu falecimento fazia campanha para a vereança à Câmara Municipal de Mairinque.


NATALE, HERMES DÓRIO 

Nasceu em Mairinque aos 18-06-1910, filho de Geremias Natale e Carolina Natale. Casou-se com Nair C. Natale em 28-02-1935 e desse enlace nasceram os filhos: Pedro, Helena, Neusa e Eloiza.
O casamento em Mairinque foi celebrado numa capelinha construída por seu pai, uma vez que não havia igreja na localidade e os casamentos eram feitos em São Roque. Construída a Igreja Matriz de São José seu pai foi convidado a integrar a cerimônia de inauguração.
Ferroviário, aposentou-se  após mais de 39 anos de trabalho por motivo de saúde no padrão máximo de sua carreira. Foi em sua juventude um bom jogador de futebol e como desportista fez parte das diretorias da SRM e do CASM.


NATAL, PEDRO TOMAZ



 




Ver detalhes na seção A Imprensa em Mairinque









NASCIMENTO, JOÃO BATISTA DO
(Gringo)



Filho de João Guedes do Nascimento e Maria José Cruz do Nascimento, nasceu em Mairinque aos 07-03-1957.
Fez seus estudos nesta cidade e trabalhou por algum tempo na Cia. Brasileira de Alumínio, estabelecendo-se em seguida no Bairro Granada no segmento de materiais para construção.
Foi eleito pela primeira vez como Vereador à Câmara Municipal de Mairinque em 1982, sendo reeleito em 1988.pelo PMDB..





NETTO, ANTONIO CESAR 


Filho de Clovis L.D.O. César e Valentina César, nasceu em 11-01-1918 em São Paulo, SP. 
Elegeu-se Vereador à Câmara Municipal de Mairinque pelo PRT em 1959 porém renunciou ao mandato.
Aposentado como Farmacêutico, possuiu um posto de medcimentos no  Bairro Dona Catarina, onde residiu.







NETO, HELIO WANDERLEY
                                                                     
 

 Nasceu aos 03-01-1939, filho de Manoel Neto e Diva Neto.
Trabalhou com a família como comerciantge no rfamo da panificação e foi atleta da Associação Atlética Alumínio.
Elegeu-se Vereador à Câmara Municipal de Mairinque em 1972 pelo MDB com 194 votos, cumprindo seu mandato até 1976..







NISHIMORI, MÁRIO



Filho de Tuneshiro Nishimori e Tiyoko Nishimori, é natural de Salto Grande, SP onde nasceu aos 10-03-1943.
Foi eleito Vereador pela ARENA em 1968 com 164 votos. Foi presidente do Lions Club de Mairinque e da Comissão Municipal de Esportes.
É comerciante  no ramo de medicamentos em Mairinque.





NUNES, MANOEL JOAQUIM DA COSTA
(Manduzinho) 

Ver seção sobre Primórdios (início da postagem) 


ORTOLANI, ARGANAUTO




Ver seção sobre Prefeitos de Mairinque










PINTO, JACÓ CORRÊA

 
Foi o primeiro lixeiro de Mairinque numa época em que a coleta era feita com carroça.
Conta-se que era uma pessoa extrovertida e brincalhona, amigo de todos, sempre acompanhado de sua mula, que era conhecida como Boneca.
Era funcionário dedicado que dava tudo de si para que a cidade permanecesse limpa, mesmo sem os recursos que hoje o serviço de coleta de lixo possui.




PEREIRA WALDEMAR

Filho de Antenor Pereira e Maria M. Pereira é natural de São Paulo, SP onde nasceu aos 05-09-1930.
Ferroviário, foi eleito Vereador à Câmara Municipal de Mairinque pela primeira vez em 1959 e reeleito duas vezes, ocupando a presidência da Câmara. Foi cndidato a Prefeito de Mairinque pela ARENA em 1976 perdendo por pequena margem de votos para Antonio Gemente. 
Participou da comissão que viajou ao Japão representando o Executivo no ato de assinatura do convênio declarando Mairinque e Mitsuke cidades-irmãs.



PRADO, JOSÉ NETTO  DO


Filho de José Netto de Paula e Ana Cândida do Prado, nasceu aos 01-03-1939 em São Sebastião do Paraíso, MG. Engenheiro, trabalhou na Cia. Brasileira de Alumínio, tornando-se Diretor Industrial da empresa após o falecimento do Engº Antonio de Castfo Figueiroa em 1985.
Foi eleito Vereador em 1972 pela ARENA com 506 votos. Fez parte da comitiva que viajou ao Japão para a assinatura do convênio declarando Mairinque e Mitsuke cidades-irmãs.




PRUDENTE JOSÉ DE MORAES BARROS

Nascido em Itu aos 04-10-1841 e falecido em 1902, Prudente de Moraes foi Presidente da República do Brasil de 1894 a 1898, ocasião em que teve de enfrentar fortes pressões partidárias, tendo ainda que pacificar a revolta de Antonio Conselheiro.
Em seu governo Prudente de Moraes com serenidade e energia conseguiu colocar fim à erevolta armada, reatar relações diplomáticas com Portugal e a devolução da Ilha de Trindade.
Foi um dos participantes da Convenção de Itu com atuação destacada na mesma. Prudente de Moraes, por ter tido muita relação com nosso município fez erguer em Dona Catarina (Mairinque)  uma construção de sua propriedade. Tem parentes distantes que residem em nosso município.


RIBEIRO, WILSON DO CARMO
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Nasceu aos 16-071941 em Campos Novos Paulista, SP. Casado com Claudineide Marra Ribeiro com quem teve os filhos Wilson Claudio, Eliane, Flávia e Artur.
Foi funcionário da Cia. Brasileira de Alumínio durante 31 anos, correspondente de jornais e professor no Supletivo Municipal.
Eleito 1º suplente de Vereador à Câmara Municipal de Mairinque em 1976 com 223 votos pela ARENA, assumiu o mandato por 2 meses em 1979 por licença médica do titular José Francisco dos Santros. Em 1988 elegeu-se vereador pelo PTB, exercendo seu mandarto de 1989 a 1992. Foi  membro organizador das Igrtejas Pressbiterianas de Alumínio e de Mairinque.



RODRIGUES DA PAZ SOBRINHO, JOSÉ



Filho de Antonio Rodrigues da Paz e Maria Cristina Rodrigues, nasceu aos  12-04-1930 em Sorocaba, SP. Elegeu-se Vereador em 1968 pela ARENA com 238 votos. Foi Presidente da AA Ferroviária e da Corporação Musical União Mairinquense. Fez parte das diretorias do CASM e SRM.
Foi o presidente da Comissão Executiva da 17ª FEPEMA, que introduziu a 1ª Feira Agro-Industrial de Mairinque em 1983.




RODRIGUES, BENEDICTO ROQUE




Ferroviário, dedicou-se a formar e treinar equipes de futebol infantil em Mairinque.
Ver seção específica "O Timé do Bié"







RODRIGUES, JOSÉ MARTINEZ
"PEPE"

Nasceu em Madri (Espanha) em 26-06-1935, chegando ao Brasil 02-11-1956 indo residir em São Paulo onde ficou aproximadamente um ano. Veio para Mairinque onde fixou residência e dedicou-se a sua profissão - fotógrafo.
Casou-se com Helena  Joaquina Leandro Martinez e dessa união nasceram os filhos Silvia Helena e Arturo Leandro. Naturalizou-se brasileiro em 1965, É sócio fundador do Lions Club de Mairinque e colaborador da revista Nossa Estrada, jornais Diário de Sorocaba, Cruzeiro do Sul, Prefeitura Municipal de Mairinque e Cia. Brasileira de Alumínio.



ROCCHI, OTELLO


Nasceu em Cesena, Itália aos 12-08-1928, vindo para o Brasil através do Serviço de Imigração em 1953 indo inicialmente para São Paulo. Trabalhou em 1953 em Alumínio na Metalúrgica Atlas e depois veio para Mairinque trabalhar na marcenaria do Sr. José Ciaramello, vindo a se tornar sócio na empresa.
Participante ativo das atividades desportivas da cidade, foi diretor de Esportes do CASM e diretor da SRM por diversos anos. Foi ainda membro da Comissão Municipal de Esportes de Mairinque.




SANTOS, JOSÉ BENTO DOS

Filho de Bento dos Santos e Adelina Manente, é natural de Sorocaba onde nasceu aos 17-11-1932. Foi eleito Vereador pela ARENA em 1972 com 332 votos, reelegendo-se em 1976 pelo mesmo partido com 254 votos e novamente eleito em 1982 pelo PMDB com 251 votos. Ocupou por mais de uma vez a Presidência da Câmara Municipal de Mairinque.
Trabalhou por mais de trinta anos na CBA e foi sócio-fundador do Liceu Roberto Simonsen, escola  que deu grande impulso ao ensino técnico de segundo grau nas modalidades de metalurgia,  eletrônica, eletromecânica e instrumentação, preparando centenas de novos profissionais nessa área para o trabalho nas indústrias que necessitavam desse tipo de mão-de-obra por causa do grande avanço tecnológico.

SANTOS, JOSÉ FRANCISCO DOS


Filho de José Clemente dos Santos e Tomázia Maria Conceição é natural de Pau D'Alho, Pernambuco onde nasceu aos 20-08-1909.
Enfermeiro na EFS onde se aposentou, em 1959 elegeu-se Vice-Prefeito do Município de Mairinque na chapa encabeçada por Arganauto Ortolani. Em 1963 foi eleito Vereador à Câmara Municipal pelo PDC sendo reeleito pela ARENA em 1968 com 549 votos  e em 1972 novamente pelo mesmo partido, com 499 votos.
Fez parte do Conselho Deliberativo da SRM e do Clube Atlético Sorocabana de Mairinque.



SANTOS, JAIRO ANTUNES DOS



Filho de João Antunes dos Santos e Rosalina Maria dos Santos, nasceu em 07-10-1945, veio morar em Alumínio nos anos sessenta, trabalhando na CBA e depois tornando-se comerciante estabelecido na Vila Paulo Dias.
Elegeu-se Vereador à Câmara Municipal de Mairinque em 1982 pelo PDS com 306 votos e reelegeu-se em 1988 pelo PFL.





SILVA, BENEDICTO PEREIRA DA

Nascido em São Roque, filho de Firmino Pereira e Joana Dias Silva Pereira em 13-05-1914, Dácio, como era conhecido trabalhou na Estrada de Ferro Sorocaba entre 1929 e 1960, se aposentando nas lides ferroviárias.
Desportista, jogou pelo Estrada de Ferro Sorocabana FC, agremiação da qual fez parte da diretoria visto ter trabalhado durante 12 anos nas oficinas da EFS em Sorocaba, onde concluiu seus estudos.
Em Mairinque fez parte da diretoria do CASM, clube pelo qual atuou como jogador. Fez parte da diretoria da Sociedade  Beneficente 25 de Julho e de outras entidades sociais da cidade. Foi correspondente dos jornais O Estado de São Paulo e Diário de Sorocaba. Participou das atividades teatrais na cidade (Grupo Talma).
Elegeu-se Vereador à Câmara Municipal de Mairinque em 1963 pelo PSP para o mandato de 1964 a 1967


SILVA, ORLANDO

Filho de Benedito Antonio da Silva e Maria das Dores é natural de Porangaba, SP onde nasceu aos 11-08-1926.
Foi funcionário da CBA por muitos anos, tendo se aposentado como Chefe da Portaria Geral. Integrou a corporação Musical da Associação Atlética Alumínio e sempre esteve ligado às atividades da igreja Católica.
Elegeu-se Vereador à Câmara Municipal de Mairinque em 1959 pelo PDC, reelegendo-se em 1963 pela ARENA com 341 votos e em 1972 pelo mesmo partido com 390 votos.  



 


SILVA, ATALIBA DA




Foi eleito Vereador à Câmara Municipal de Mairinque pela coligação PDC/PR em 1959, cumprindo seu mandato de 1960 a 1963.








SILVA, AIR SUDÁRIO DA


Filho de Francisco Januário da Silva e Amélia Geralda da Luz, é natural de Nazareno, MG onde nasceu aos 23--03-1935.
Foi eleito Vereador pela ARENA em 1968 com 198 votos.  Licenciou-se por motivos particulares entre 16/09 e 15-11-1969 sendo convocado o 1º suplente Sadami Hirakawa.
Em 05-03-1970 por transferir residência para Bauru renunciou ao mandato, assumindo então definitivamente o suplente já citado.
Air Sudário da Silva era ferroviário e regia o coral da Igreja Metodista de Mairinque.


SOUTO, ABEL

Trabalhou mais de trinta anos na Companhia Brasileira de Alumínio onde se aposentou como Encarregado no Depto. de Obras. Foi eleito Vereador à Câmara Municipal de Mairinque em 1959 e licenciou-se do mandato por motivos particulares por duas vezes sendo substituido pelo 1º suplente Alcides Bianco, também morador em Alumínio.
Foi eleito Vice-Prefeito do Município de Mairinque no primeiro mandato de João Chesine na legislatura de 1964 a 1967 pela ARENA. Foi homenageado pela municipalidade, a qual designou uma das ruas da Vila Santa Luzia em Alumínio com seu nome.



STEVAUX, EUZÉBIO

Euzébio Stevaux nasceu em D'Alegre na França aos 14-08-1926 e era formado em engenharia de construções. Trabalhou na construção da Estrada de Ferro Central do Brasil no Rio de Janeiro e na construção da Estrada de Ferro Sorocabana no trecho entre São Roque e Sorocaba. Nessa ocasião tornou-se proprietário da Fazenda Pantojo onde construiu um importante estabelecimento que fabricava cal e fornecia esse produto e mármore para a construção civil em São Paulo.
Foi um dos pioneiros da vitivinicultura em São Roque, onde foi eleito Vereador da 1ª Câmara no regime republicano.
Planejou e executou os serviços de captação de água e rede de esgoto em São Roque e em São Paulo desenvolveu os primeiros estudos para a construção do Viaduto do Chá.
Os mármores de divbersas e belíssimas cores produzidos em sua fazenda em Pantojo foram premiados com medalha de ouro em diversas exposições e concursos.
Dr. Stevaux faleceu em São Paulo em 21-02-1904 deixando as filhas Maria Tereza e Gabriela.
É nome de uma via pública na cidade de São Roque.


SIEDLER JORGE

Nasceu na Alemanha em 23-04-1892, filho de Jorge Siedler e Thereza Siedler, chegando ao Brasil com a idade de nove anos.
Mudou-se para Mairinque por volta de 1933 constituindo uma grande familia tradicional em nosso municípío.

 
TOBIAS, ZACARIAS CALIXTO

 
Filho de Antonio Calixto Tobias e Vicentina Maria de Jesus, nasceu aos 15-03-1939 em Gramadinho, município de Itapetininga, SP. onde se casou com Maria Aparecida dos Santos Tobias em 1960. Em sua terra natal foi garçon e comerciante.
Fixou residência em Alumínio no início da década de 1960 e trabalhou durante treze anos na Companhia Brasileira de Alumínio.
Passou a prestar seus serviços à população como motorista de táxi e foi eleito Vereador à Câmara Municipal de Mairinque em 1982 pelo MDB com 249votos.



TONIN, ORLANDO

Nascido em Jundiaí aos 06-07-1915, residiu em Mairinque por mais de 16 anos, permanecendo por mais de dez anos nas diretorias do CASM e SRM, sempre nos momentos em que essas entidades passavam pelos momentos mais criticos de sua existência.
Sabe-se que na construção do campo do CASM Tonim foi um baluarte dado seu prestígio adquirido na Estrada de Ferro Sorocabana, conseguindo diversos materiais, tais como o alambrado ali existente.
Na SRM como diretor e Presidente sempre atuou com destaque, facilitado por seu espírito de lider nato.
Orlando Tonin se tornou nome de uma das vias públicas de Mairinque.


TARABORELLI, ARLINDO


Filho de Agostinho Taraborelli e Ida Cerioni, é natural de São Roque, SP, onde nasceu aos 10-01-1928.
Comerciante, foi  Vereador à Câmara Municipal de Mairinque entre os anos de 1969 a 1973, eleito com 213 votos pela ARENA.
Nas eleições municipais de 1976 concorreu ao cargo de Vice-Prefeito na chapa encabeçada por Waldemar Pereira, não sendo eleito por pequena margem de votos.
Residiu no Bairro de Pantojo e faz parte de uma tradicional família em nosso Município.



TAKA, MORIKI




Foi eleito 1º Suplente de Vereador pelo PSP em 1959 à Câmara Municipal de Mairinque. No dia 03--09-1960 tomou posse substituindfo o edil Severino Simões Almeida, licenciado de 03-09 a 18-12-1960.






TISEO, JOSÉ APARECIDA


Natural de Angatuba, SP onde nasceu aos 17-02-1942 é filho de João Tiseo e Luiza Cardoso.
Trabalhou na Cia. Brasileira de Alumínio estabelecendo-se posteriormente como comerciante no Bairro Pedágio.
Foi eleito Vereador pela ARENA em 1976 com 519 votos, cumprindo seu mandato até 1982, ano em que concorreu à Prefeitura Municipal de Mairinque, não conseguindo êxito.
Foi o primeiro Prefeito eleito no Município de Alumínio a partir de 1993



VILLIOTTI, VICTORINO

Nascido no Rio Grande do Sul, veio residir em Mairinque, aqui constituindo uma familia numerosa. Foi lavrador no bairro Goianã e depois passou para o ramo da construção civil.
Idealista, foi dos primeiros a sonhar e a fazer desabrochar o sonho da emancipação política do Município de Mairinque.
Uma rua  no Jardim Cruzeiro perpetua seu nome como reconhecimento da municipalidade ao seu trabalho.



XAVIER DE JESUS, ROBERTO

Antigo morador do Bairro Canguerinha, ramo de familia humilde mas tradicional pelo seu comportamento, o que o fez respeitado por todos os que com ele conviveram.


WITACKER, JOSÉ MARIA

Nasceu em 1878 e faleceu em 1970 em São Paulo, SP. Empresário e político brasileiro, formado em Direito, dedicou-se  inicialmente ao comércio, abrindo em Santos uma casa exportadora de café. 
Associado a Erasmo Assunpção, fundou em 1912 o Banco Comercial do Estado de São Paulo.
No governo de Epitácio Pessoa foi indicado para a presidência do Banco do Brasil, onde criou a Câmara de Compensação de Cheques e a Carteira de Descontos.
Com a vitória da Revolução de 1930 foi nomeado Secretário da Fazenda e Chefe do Governo Provisório de São Paulo permanecendo poucos dias no cargo pois Getúlio Vargas convocou-o para o cargo de Ministro da Fazenda.
Escreveu livros de importância como: A Administração Financeira do Governo Provisório (1932).
Retornou à atividade privada mas foi chamado a  ser Ministro da Fazenda no Governo de Café Filho (1955). Era proprietário da Fazenda Santa Amélia em Mairinque e deu considerável apoio à construção do Asilo, Posto de Saúde, Parque Infantil, reforma da igreja de São José e escolas do município. Uma avenida no Jardim Cruzeiro perpetua seu nome em Mairinque.


ZAPAROLLI, LUIZ


Filho de Amadeu Zaparolli e Ida Ponzoni Zaparolli, nasceu aos 20-03-1925 em São José do Rio Preto, SP. Morou em Cabreúva, SP e em Itu, onde a família possuia uma chácara e comercializava leite in natura.
De Itu veio para Mairinque onde passou a operar no ramo de açougue, lenheiro, torrefação de café e padaria, esta última atéos dias atuais (1984).
Foi Vereador em São Roque nos anos de 1954 a 1958. Fez parte da comissão que trabalhou pela emancipação de Mairinque e elegeu-se Vereador à Câmara Municipal em 1959, vindo a exercer a Presidência do legislativo mairinquense.
Casou-se em 1948, ficando viúvo em 1950. Casou-se pela segunda vez com Déa do Nascimento Zaparolli em 1958, com quem teve cinco filhos. Do primeiro casamento tem uma filha.



ACERVO FOTOGRÁFICO 

(As fotos assinladas com "EC" indicam que
foram publicadas pela Revista Edição Comemorativa
84 Anos de Mairinque e publicadas nesta postagem mediante 
autorização dos editores.

Estação Ferroviária (primeira edificação em concreto
armado feita no Brasil)


 Antigo Hotel (RVC)


Inauguração da Igreja Matriz de São José (EC)

Inauguração da Iluminação a Mercúrio (RVC)

Mairinque antiga (EC)


Padre José Yao (Padre Zezinho)

Padre Antonio Liu

 Primeiro Paço Municipal (EC)

Primeira Delegacia de Polícia (EC)

Primeiro Banco (EC)

Primeira ambulância (EC)

Primeira viatura policial (EC)

(EC)

Primeiro Paço Municipal (EC)

 Inauguração da sede social da SRM - 24-12-1976


Trem de passageiros na estação (Anos 70)
(Site  http://www.estacoesferroviarias.com.br/m/fotos/mairinque_sd_1.jpg)


Antigo bar na Estação de Mairinque
(site  ttp://www.estacoesferroviarias.com.br/m/fotos/mairinque_sd_1.jpg)

Funcionários e antiga agência da Caixa Econômica Estadual -
posteriormente Nossa Caixa/Nosso Banco 

 Jogral - Álbum de Francisco Angelini Neto

 Coral da Juventude Católica de Mairinque
Álbum de Francisco Angelini Neto


 Locomotiva "Maria Fumaça" - Um dos símbolos
do Município de Mairinque - O menino vestido
de "Azeitador" é  Francisco Angelini Neto 
que forneceu esta foto de seu álbum


 Jabá e sua pipoca - patrimônio mairinquense
(foto de José Pereira Capitão) 

Essa locomotiva é a nº 10, que hoje pertence a Prefeitura de
 Indaiatuba. Uma curiosidade, ela pertenceu a extinta linha
 Ituana/Sorocabana, na época do Cons. Mayrink.
 Seguramente ela era foi comprada para Mairinque. 
Foto publicada por Dado Zopa Zopa e
(descrição de Sandro R. Rolim de Paula) 
 

FOTOS SOCIAIS E GERAIS
 

Formatura no Colégio Altina 1976
(Album Eleusa Maria da Silva)


Infância (Álbum de Eleusa Maria da Silva)

(Álbum Eleuza Maria da Silva)

 Infância (Álbum de Eleusa Maria da Silva)

(Álbum Eleuza Maria da Silva)

Amigas (Álbum de Eleusa Maria da Silva)

Famílias Niquirito-Merguizzo (Álbum Rita C. Merguizzo)



Família (Álbum Rita C. Merguizzo)

Funcionárias Municipais: da esq. para a dir.: 
Sidnéia, Eunice, Aparecida, Mila e Cristina 
(Álbum Cristina Amorim)

 Prefeitura Municipal - Colegas de trabalho
(Álbum Cristina Amorim)

  Foto de familiares (álbum de Laís Chesini Monfrinato)


 
  Álbum de Rosa Maria Angelini

Álbum de Rosa Maria Angelini

Álbum de Rosa Maria Angelini

 Álbum de Rosa Maria Angelini

 Sr. Felicio de Souza - Escritor e benemérito
 cidadão de Mairinque


Sr. Elvidio de Moraes - de tradicional família
de comerciantes de Mairinque


Álbum de Rosa Maria Angelini

Álbum de Rosa Maria Angelini

 Neide e Rodney Zaggo nos românticos anos 60


 Bodas de Prata do Sr. Américo e dona Tita

 Família Sodré no Horto Florestal

 Conselho da Igreja Presbiteriana de Mairinque (1988)
(Álbum do autor)

 Luiz Sodré e outros n SRM


MAIRINQUE ATUAL


Dennys Veneri - Prefeito de Mairinque
(Site Pref. Mun. Mk)

       Como informamos de início, nosso objetivo não é falar sobre Mairinque de nossos dias e sim de seu passado histórico. No entanto, ao finalizarmos este trabalho sentimos que deveríamos mostrar alguns lances sobre a cidade e seus administradores atuais.
          O Prefeito de Mairinque é o Sr. Dennys Veneri, eleito em 2004 e reeleito em 2008. Ele dedicou a maior parte de sua vida profissional atuando como bancário, É graduado em Administração de Empresas e casado com  a professora Kelly Lesia Taraborelli Veneri, atualmente, Diretora de uma escola estadual. Dennys tem três filhos: Thaís Helena (27anos - Advogada), Leonardo (20 anos – estudante de Fisioterapia ) e Nathália (5).(fonte: site da Prefeitura Municipal de Mairinque).

Giovana Souto - Presidente da 
Câmara Municipal (Site Câm. Mun. Mk)

          A Presidente da Câmara Municipal na atual legislatura é Giovana Souto, 36 anos, casada, uma filha, natural de Trairi, (CE), graduanda em Gestão Pública, eleita em 2008. Os demais vereadores são: José Teixeira de Macedo (Vice-Presidente); Dr. Sergio Raimundo Ribeiro (1º  Secretário); Ildéia Maria de Souza (2ª Secretária); Ricardo de Almeida Souza, Jorge Luiz Alves dos Santos, Francisco Marques de Souza, André Gomes Carneiro, e Arlindo Sales. Giovani Hugler e Moacir Godinho foram suplentes que assumiram.  

 Bandeira do Município de Mairinque
(Site Câm. Mun. Mk)

 Fachada do prédio da Câmara Municipal de Mairinque
(Site Câm. Munc. Mk)

 Mesa Diretora da Câmara
(Site Câm. Mun. Mk)

 Vista do Paço Municipal
(Site Câm. Mun. Mk) 

 Vista aérea de Mairinque
(Colaboração de Eleusa Maria da Silva)


Quaresmeiras que emolduram a cidade de Mairinque
(Álbum da professora Claudineide Marra Ribeiro)


 Carros de Boi no Centro na praça central de Mk
(foto de Claudinei Simone Cruz)



Observações  importantes: À medida que obtivermos outros materiais relativos à História de Mairinque estaremos inserindo-os nesta postagem. Quem desejar encaminhar material (textos ou fotos) ou dar sugestões poderão fazê-lo através do e-mail: prebwilson@hotmail.com

Agradecimentos: Agradecemos aos editores da revista Edição Comemorativa 94 Anos (ver rnomes abaixo), ao MK-Cidade na pessoa do Sr. João Roberto Pinto Figueiredo e ao jornal O Democrata, de onde utilizamos material para esta postagem.
Agradecemos a todas as  pessoas que colaboraram fornecendo-nos informações, em especial à senhora  Cristina Amorim, nossa amiga de longa data.
Agradecemos a quem nos enviou fotografias ou permitiram que usássemos as que estavam postadas nas redes sociais.

Equipe da Edição Comemorativa Mairinque 94 Anos: 

Edição .
Comemorativa
Mairinque - ( 94 Anos)
Realização:
MOMENTO

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Capa: Toco
Diagramação:
Reinaldo Nunes  e Toco
Ricky E. Takeyama
Past-up e Apoio Visual Reinaldo Nunes, Toco
Ricky E. Takeyma
Fotolito:
Graphis Programação Visual
Redação:
Regiane A. Barros

Agradecimentos:

Colaboraram para a realização das matérias as seguintes pessoas e entidades:
- Francisco Rodolpho Bertolini - Alcebíades Chagas - Desa Lippi Ortolani - José Angelini - José Francisco dos Santos - Luiz Zaparolli - Maria Cândida Bertolini - Mariângela Natale - Dna. Diga Barbieri - Álvaro César - Cantídio Muraro Jr.- Antonio Ferraz - João R. P. Figueiredo - Sr. Mauro (dados sobre Joaquinlão publicados no Jornal) - Dna. Francisca de Jesus - Paulo Cesar (Conhaque) - João B. Chagas - Luiz Antonio Martins (Kantor) - Antonio Borges de Pádua - Prefeitura Municipal de Mairinque - Sociedade Recreativa Mairinque - Clube Atlético Sorocabana Mairinque -  EPSG "Profª Altina J. de Oliveira" - EEPG "Prof. Manoel Martins Villaça" - Corporação Musical União Mairinquense - Banda Pde. José Yao - Sr. Mauro (dados sobre Joaquinlão publicados no Jornal)


SOBRE O AUTOR

            Wilson do Carmo Ribeiro nasceu aos 16-07-1941 na área rural de  Campos Novos Paulista e passou sua infância e adolescência nos municípios de Santa Cruz do Rio Pardo, Bernardino de Campos e Ipauçu (hoje se escreve Ipaussu), ajudando seus pais em serviços de olaria. Estes municípios situam-se na micro-região de Ourinhos, SP.
Veio com a família para morar em Alumínio em fins de 1958, tendo trabalhado para o Sr. Paulo Dias como oleiro em 1959.
Em janeiro de 1960 iniciou sua carreira como Ajudante na Cia. Brasileira de Alumínio onde aposentou em março de 1991 como Assistente Administrativo.
Continuou seus estudos depois de casado, licenciando-se em Pedagogia em 1973 na FAFI, hoje UNISO. Lecionou no SENAI, Supletivo Municipal de Mairinque e Sistema Educacional Barão em S. Roque. Foi suplente de Vereador em 1976 à Câmara Municipal de Mairinque e eleito em 1988 exerceu seu mandato de 1989 a 1992, tendo sido o primeiro secretário na elaboração da Lei Orgânica do Município. Trabalhou em emprego comissionado na Prefeitura Municipal de Mairinque de 1993 a 1996.
É casado com a professora Claudineide Marra Ribeiro, com quem teve os filhos Wilson Cláudio, Eliane, Flávia e Artur e tem quatro netas e um neto. 
Reside atualmente em Sorocaba e é presbítero na Igreja Presbiteriana Rocha Eterna dessa cidade.

MATÉRIAS ACRESCENTADAS POR SUGESTÃO DE LEITORES/COLABORADORES

Os vídeos postados a seguir foram sugeridaa pela amiga de rede social Denise França a qual foi casada com nosso companheiro de trabalho na CBA João Francisco de Lima. A foto de João é a de nº 373 na seção "Colaboradores" na postagem CBA 57 Anos, cujo link é: http://wilson-ribeiro.blogspot.com.br/2012/06/companhia-brasileira-de-aluminio-57.html

No vídeo esportivo aparece também Ricardo Pinto de Lima, que foi craque do Clube Atlético Sorocabana de Mairinque e que faleceu prematuramente. 
A seguir transcrevemos trecho da mensagem que nos foi enviada por Denise, a quem agradecemos. " ...Foi muito bom ver aquelas fotos, muitos me fizeram recordar minha infância. O Sr. Morik Taka por exemplo eu me lembro dele desde 4 anos de idade. Minha avó era parteira nesta época e fez o parto dos filhos da família Taka. Eu vivia mais no sítio  do Sr. Valter ( como era conhecido por nós) do que em casa. Foi uma época muito boa. Lembrei-me tb do Sr. Zé enfermeiro, que muitas vezes eu fui na enfermaria com pequenos machucados de crianças. 
Apartir de 1960 eu vendo as fotos lembrei-me de quase todos. Encontrei um vídeo no You tub que se chama De Mairink a Mairinque que é de onde tudo começou. Tomei a liberdade de transformar em fotos. Estou lhe enviando com a foto do João. Vou mandar o end. do You Tub caso o Sr. queira mais alguma foto ou colocar o próprio vídeo no seu acervo do blog.  
 http://www.youtube.com/watch?v=3Ardvuq3CIU (De Mairink a Mairinque)
 
http://www.youtube.com/watch?v=m14WVOzR_6c  ( Tempos de futebol) onde aparece meu cunhado falecido Ricardo Lima. Um grande abraço."

 


Sessão festiva do Lions Club de Mairinque (1981) quando foram recebidos 
João rancisco de Lima e sua esposa Denise França Lima. Os padrinhos
foram o Sr. Luiz Zaparolli e sua esposa professora Déa Nascimento Zaparolli;
(Foto de Denise França). 


Esta foto é de meus pais, sr. Elpídio e dona Alice. Meu pai era conhecido com "quebra galho", ele e sr. Garbin, pai do Mizael Garbin, eram os únicos encanadores na época em MK Trabalhou na antiga FEPASA, apesar da família grande, das dificuldades q tivemos na infancia, meu pai foi nosso orgulho, pois foi ex combatente da 2ª Guerra Mundial, ele se casou com minha mãe 2 anos depois q terminou a guerra, e ele foi um dos muitos sorocabanos q ficaram no Monte Castelo.
(foto e narrativa de Martha Simões) 
 
 Família Totta (foto postada por Benedita L. Totta da Silva
 
 
Família Lippi em 1960 ( foto postada 
por Leandro Lippi)
 
 
(foto postada por André Tas)


 Banda do seo Pedrinho (foto postada por Dado Zoppa)


 Festa do Pêssego de Mairinque em 1972 - Presença 
do Governador Laudo Natel (foto de Dado Zoppa)


 Desfile de 7 de setembro em 1973 - Parque Infantil
Tereza Cristina (foto de Jorge Luiz Toscano)


 Campo do Sales no bairro 3 Lagoinhas (1999)
(Foto de Dollete Antonio Sales)


 Srs.Aldo Tozzi, Alcibiades das Chagas,José Maria Miranda,
Brasilides Chagas, Nelson Bonassi, FranciscoBertolini
 (foto postada por Dado Zoppa e descrita por Edna Sodré)


Time de futsal da Igreja Metodista de Mairinque - 1976
(foto de Loide Bordinhon Pereira)



A Pipoca do Jabá - Patrimônio de Mairinque
Foto publicada por José Antonio Pereira Capitão.
Quem foi esse homem trabalhador? A descrição
 é de sua filha Selma Delfino de Oliveira:

"LÁZARO DOS SANTOS, vulgo JABÁ PIPOQUEIRO,
nascido em 06 de novembro de 1920, em Itapetininga,
SP,filho de Marcolino França dos Santos e de Maria Otilia dos Santos.
Aos 11 anos de idade veio morar em Mairinque,
onde serviu o Exercito, e como era arrimo de família,
trabalhava na extinta Estrada de Ferro Sorocabana, onde era foguista.
Aos 27 anos contraiu matrimônio com DULCE DA SILVA SANTOS,
 nascida em 20 de Janeiro de 1931, em Itapetininga, SP, filha de
 Francisco Jose Silva, (vulgo Chico Farwest) e de Aracy Mascarenhas
da Silva, a qual chegou a Mairinque aos 04 anos de idade,
com 16 anos eles se casaram.
Dessa união nasceram. OTILIA DOS SANTOS nascida
em 20 de fevereiro de 1948 (falecida em 02 de janeiro de 1949),
 JOSE DOS SANTOS nascido em 19 de abril de 1949,
ENIO DOS SANTOS nascido em 13 de fevereiro de 1952,
SERGIO DOS SANTOS nascido em 23 de julho de 1955,
ALDO DOS SANTOS, nascido em 28 de junho de 1958,
SELMA DOS SANTOS DELFINO DE OLIVEIRA
nascida em 10 de setembro de 1963,NEIVA DOS
 SANTOS VALENTE  nascida em 31 de agosto de 1968."


 Vista aérea de Mairinque, foto provavelmente feita
 em 1939-1940. Postada por Reinaldo Nunes.





 Conjunto da Saudade (Mairinque)
 




Conjunto da Saudade: Foto 1: Conjunto da Saudade, que tinha como líder o Sr. Amaral e outros componentes de nossa cidade.... por exemplo o Sr. Sotero no violão, o Sr. Bruno no clarinete, o Sr. Romeuzinho na cuica, e outros tantos. A cantora era a Neusa Custódio ( a única mulher no grupo); Foto 2: Sr. Amaral em apresentação de flauta e violão; 3 -Neusa Custódio, cantora revelação de 1968,(filha de Isabel Custódio e Américo Aves da Silva, Mestre de Linha da Sorocabana aqui em  Mairinque nos anos 60)
(fotos e legendas de Duivio Pezinato).


"Comentário da internauta Aline Rezende sobre "Pequena História do Município de Mairinque"

Boa tarde Ribeiro,

Espero que você esteja ótimo!

Chamo-me Aline e conheci seu blog hoje pesquisando sobre Mairinque no Google.Vou te explicar o porquê!
Nasci em São Roque e cresci em Mairinque, meu pai é goiano e foi a SP para trabalhar. Conheceu minha mãe, casou e tiveram quatro filhos. Quando eu estava com mais ou menos dez anos ele decidiu voltar para Goiânia e cá estou, pois era doente de vontade de voltar para sua terra natal. Então, tem muitos anos que moro aqui. foi extremamente difícil me adaptar e tenho muitas saudades da cidade que em nasci e que morei.
Ainda vou a passeio, mas de vez em quando. Tenho parentes em Mairinque e em Marmeleiro. Também morei em Tatuí. A nostalgia é enorme até hoje!!!
Hoje estou com vinte e quatro anos e apesar de uma vida feita aqui, essas cidades moram no meu coração e espero poder visitar com mais freqüência!
Apenas senti vontade de compartilhar minha história com você... Muito obrigada pelas informações.





14 comentários:

  1. Parabéns, Wilson. Muito rico esse acervo, com tantas informações de nossa região.

    Niney

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  2. Gostei. parabéns pelo registro|, trabalhei em Mairinque por muitos anos, onde tenho muitos amigos.

    ResponderExcluir
  3. gostei muito, nasci em mairinque em 1976 moro e trabalho aqui, muito bom poder conhecer um pouco mais da história da cidade,

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  4. Fiquei emocionada em ver pessoas que fizeram parte de minha infãncia, seu Zé enfermeiro, Bié, seu Elvídeo irmão do seu Ermíneo, seu Valter Taka, Joaquinlão etc. Estava procurando sobre a escola da minha infância e encontro essas lindas e doces recordações. Obrigada!!

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  5. Nasci em Mairinque em 1948, estudei no antigo Grupo Escolar Professor Manoel Martins Villaça, morei no arraial dos Sapos. Meu pai era funcionário da antiga Estrada de Ferro Sorocabana. Tenho foto do primeiro ano do Grupo escolar de 1.956, que ficava numa residencia no alto da cidade. Minha professora era dona Olga.Gostaria de saber se tem algum aluno desse ano 1956, que frequentou a classe do primeiro ano. meu email é: claudemir_bento@yahoo.com.br. Vamos ver se tenho sorte.

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  6. Outra coisa, eu frequentava a Igreja Presbiteriana do Brasil, onde que dirigia os trabalhos era o Sr. Horácia. A Igreja ficava no Arraial dos Sapos. (complemento comentario acima de claudemir bento)

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  9. Que presente aos cidadãos esse blog! Parabéns pelo seu trabalho!

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  10. Parabéns meu amigo Wilson do Carmo Ribeiro, por registrar momentos felizes da nossa querida cidade!!

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